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Saúde

SRAG aumenta em cinco estados; Mato Grosso registra maior alta

Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta aumento de SRAG por covid-19 em cinco estados; Aracaju está entre capitais com sinal de crescimento.

07/11/2026 · 19h21
SRAG aumenta em cinco estados; Mato Grosso registra maior alta

Boletim InfoGripe da Fiocruz registra aumento de SRAG em setembro e outubro em cinco unidades, entre elas Mato Grosso, DF, SP, RJ e SC. Em quatro dessas, casos graves por Covid-19 seguem em níveis muito baixos.

Dados do Boletim InfoGripe, publicado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam que o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentou ao longo dos meses de setembro e outubro, incluindo quadros graves associados à covid-19. O relatório indica sinais de crescimento no número de casos graves em pelo menos cinco unidades da Federação: Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

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“No entanto, nessas quatro últimas unidades da Federação, a incidência de SRAG por covid-19 permanece em níveis muito baixos”

O documento destacou que, apesar dos sinais de aumento nesses estados, a incidência da forma grave da doença por covid-19 segue baixa em algumas unidades. Em paralelo, o boletim aponta que três estados apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Roraima, Sergipe e Santa Catarina.

Entre as capitais, o InfoGripe registrou que duas das 27 apresentam nível de atividade de SRAG em patamar de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju e João Pessoa.

Dados epidemiológicos

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a distribuição dos resultados positivos entre os casos de SRAG apresentou a seguinte composição:

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  • 4,2% para influenza A
  • 4,7% para influenza B
  • 10,1% para vírus sincicial respiratório (VSR)
  • 50,1% para rinovírus
  • 8,5% para covid-19

Óbitos

No recorte das últimas quatro semanas, entre os óbitos por SRAG com resultado positivo, a participação dos vírus foi:

  • 1,3% para influenza A
  • 12,7% para influenza B
  • 3,8% para vírus sincicial respiratório (VSR)
  • 43% para rinovírus
  • 24,1% para covid-19

No acumulado de 2026, foram notificados 171.369 casos de SRAG. Destes, 91.420 (53,3%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 62.823 (36,7%) foram negativos; e ao menos 7.457 (4,4%) aguardavam resultado laboratorial.

O InfoGripe também mostra que a incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm o padrão de maior impacto nos extremos das faixas etárias avaliadas. A incidência de SRAG continua mais elevada em crianças de até 2 anos, enquanto a mortalidade é mais elevada na população de 65 anos ou mais.

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Em Sergipe, a presença de Roraima e do próprio estado na lista de unidades com níveis de alerta reforça a necessidade de monitoramento local. A capital Aracaju aparece entre as capitais com sinal de crescimento da atividade de SRAG, informação que deve orientar vigilância e esforços de resposta no curto prazo.

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Boletim InfoGripe da Fiocruz registra aumento de SRAG em setembro e outubro em cinco unidades, entre elas Mato Grosso, DF, SP, RJ e SC. Em quatro dessas, casos graves por Covid-19 seguem em níveis muito baixos.

Dados do Boletim InfoGripe, publicado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam que o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentou ao longo dos meses de setembro e outubro, incluindo quadros graves associados à covid-19. O relatório indica sinais de crescimento no número de casos graves em pelo menos cinco unidades da Federação: Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

“No entanto, nessas quatro últimas unidades da Federação, a incidência de SRAG por covid-19 permanece em níveis muito baixos”

O documento destacou que, apesar dos sinais de aumento nesses estados, a incidência da forma grave da doença por covid-19 segue baixa em algumas unidades. Em paralelo, o boletim aponta que três estados apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Roraima, Sergipe e Santa Catarina.

Entre as capitais, o InfoGripe registrou que duas das 27 apresentam nível de atividade de SRAG em patamar de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju e João Pessoa.

Dados epidemiológicos

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a distribuição dos resultados positivos entre os casos de SRAG apresentou a seguinte composição:

  • 4,2% para influenza A
  • 4,7% para influenza B
  • 10,1% para vírus sincicial respiratório (VSR)
  • 50,1% para rinovírus
  • 8,5% para covid-19

Óbitos

No recorte das últimas quatro semanas, entre os óbitos por SRAG com resultado positivo, a participação dos vírus foi:

  • 1,3% para influenza A
  • 12,7% para influenza B
  • 3,8% para vírus sincicial respiratório (VSR)
  • 43% para rinovírus
  • 24,1% para covid-19

No acumulado de 2026, foram notificados 171.369 casos de SRAG. Destes, 91.420 (53,3%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 62.823 (36,7%) foram negativos; e ao menos 7.457 (4,4%) aguardavam resultado laboratorial.

O InfoGripe também mostra que a incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm o padrão de maior impacto nos extremos das faixas etárias avaliadas. A incidência de SRAG continua mais elevada em crianças de até 2 anos, enquanto a mortalidade é mais elevada na população de 65 anos ou mais.

Em Sergipe, a presença de Roraima e do próprio estado na lista de unidades com níveis de alerta reforça a necessidade de monitoramento local. A capital Aracaju aparece entre as capitais com sinal de crescimento da atividade de SRAG, informação que deve orientar vigilância e esforços de resposta no curto prazo.

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