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Sergipe

MP de Contas aponta inconsistências em concessão do saneamento básico em Sergipe

O Ministério Público de Contas de Sergipe (MPC-SE) emitiu um parecer revelando inconsistências no processo de concessão dos serviços de saneamento básico na Microrregião de Água e Esgoto de Sergipe (MAES). A concessão parcial da Deso foi arrematada em leilão por R$ 4,5 bilhões em setembro do ano passado. O documento, assinado pelo procurador-geral do […]

04/04/2025 · 13h00 · Atualizado às 19h13
MP de Contas aponta inconsistências em concessão do saneamento básico em Sergipe

O Ministério Público de Contas de Sergipe (MPC-SE) emitiu um parecer revelando inconsistências no processo de concessão dos serviços de saneamento básico na Microrregião de Água e Esgoto de Sergipe (MAES). A concessão parcial da Deso foi arrematada em leilão por R$ 4,5 bilhões em setembro do ano passado.

O documento, assinado pelo procurador-geral do MPC-SE, solicita ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a constituição de uma comissão permanente de acompanhamento do processo. O parecer complementa análises técnicas anteriores e destaca como um dos pontos críticos o número de povoados incluídos na área de concessão.

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As inconsistências apontadas pelo MPC-SE levantam questionamentos sobre a legalidade e a viabilidade da concessão, e a solicitação de uma comissão permanente de acompanhamento reforça a necessidade de fiscalização rigorosa para garantir a correta prestação dos serviços de saneamento básico à população sergipana.

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O Ministério Público de Contas de Sergipe (MPC-SE) emitiu um parecer revelando inconsistências no processo de concessão dos serviços de saneamento básico na Microrregião de Água e Esgoto de Sergipe (MAES). A concessão parcial da Deso foi arrematada em leilão por R$ 4,5 bilhões em setembro do ano passado.

O documento, assinado pelo procurador-geral do MPC-SE, solicita ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a constituição de uma comissão permanente de acompanhamento do processo. O parecer complementa análises técnicas anteriores e destaca como um dos pontos críticos o número de povoados incluídos na área de concessão.

As inconsistências apontadas pelo MPC-SE levantam questionamentos sobre a legalidade e a viabilidade da concessão, e a solicitação de uma comissão permanente de acompanhamento reforça a necessidade de fiscalização rigorosa para garantir a correta prestação dos serviços de saneamento básico à população sergipana.

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