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Cera de ouvido pode ajudar no diagnóstico de doenças graves, dizem cientistas

Aquela substância pegajosa que muitas pessoas se apressam em remover do ouvido pode ser uma verdadeira mina de informações para a medicina. Estudos científicos recentes revelam que a cera de ouvido — ou cerume — tem potencial para ajudar no diagnóstico de doenças graves, como diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer.

25/05/2025 · 12h34 · Atualizado às 19h20
Cera de ouvido pode ajudar no diagnóstico de doenças graves, dizem cientistas


Pesquisas apontam que o cerume pode revelar indícios de diabetes, câncer, Alzheimer e até Covid-19


Aquela substância pegajosa que muitas pessoas se apressam em remover do ouvido pode ser uma verdadeira mina de informações para a medicina. Estudos científicos recentes revelam que a cera de ouvido — ou cerume — tem potencial para ajudar no diagnóstico de doenças graves, como diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer.

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Mais do que apenas proteger o canal auditivo de impurezas, a cera também reflete o funcionamento do metabolismo do corpo. De acordo com os pesquisadores, suas propriedades químicas podem revelar alterações associadas a doenças neurológicas, endócrinas e até infecciosas.

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Além disso, cientistas vêm explorando a cera como uma nova ferramenta para detectar a Covid-19 e até problemas cardíacos, graças à sua capacidade de armazenar substâncias químicas produzidas pelo corpo ao longo do tempo. Isso poderia facilitar diagnósticos mais precoces, com exames menos invasivos.

Com essas descobertas, a cera de ouvido deixa de ser vista apenas como um resíduo incômodo e passa a ganhar destaque como aliada promissora da medicina preventiva.

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Pesquisas apontam que o cerume pode revelar indícios de diabetes, câncer, Alzheimer e até Covid-19


Aquela substância pegajosa que muitas pessoas se apressam em remover do ouvido pode ser uma verdadeira mina de informações para a medicina. Estudos científicos recentes revelam que a cera de ouvido — ou cerume — tem potencial para ajudar no diagnóstico de doenças graves, como diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer.

Mais do que apenas proteger o canal auditivo de impurezas, a cera também reflete o funcionamento do metabolismo do corpo. De acordo com os pesquisadores, suas propriedades químicas podem revelar alterações associadas a doenças neurológicas, endócrinas e até infecciosas.

Além disso, cientistas vêm explorando a cera como uma nova ferramenta para detectar a Covid-19 e até problemas cardíacos, graças à sua capacidade de armazenar substâncias químicas produzidas pelo corpo ao longo do tempo. Isso poderia facilitar diagnósticos mais precoces, com exames menos invasivos.

Com essas descobertas, a cera de ouvido deixa de ser vista apenas como um resíduo incômodo e passa a ganhar destaque como aliada promissora da medicina preventiva.

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