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Tragédia

Autópsia revela que Juliana Marins ficou viva por 32 horas após queda em vulcão

A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, permaneceu viva por 32 horas após cair de um penhasco no vulcão Rinjani, na Indonésia. A trágica conclusão foi divulgada nesta sexta-feira (11), pela irmã da vítima, Mariana Marins, e por peritos que participaram da autópsia realizada no corpo da jovem no Rio de Janeiro. A informação traz […]

11/07/2025 · 18h59
Autópsia revela que Juliana Marins ficou viva por 32 horas após queda em vulcão

A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, permaneceu viva por 32 horas após cair de um penhasco no vulcão Rinjani, na Indonésia. A trágica conclusão foi divulgada nesta sexta-feira (11), pela irmã da vítima, Mariana Marins, e por peritos que participaram da autópsia realizada no corpo da jovem no Rio de Janeiro. A informação traz uma nova e dolorosa perspectiva sobre o acidente que vitimou a brasileira no dia 21 de junho.

De acordo com os detalhes fornecidos pela família, o acidente ocorreu por volta das 4h da manhã, horário local, quando Juliana escorregou de uma altura de 60 metros da trilha principal e, em seguida, deslizou por mais 220 metros penhasco abaixo. Imagens de drone, capturadas por outros turistas momentos após a queda, já mostravam a jovem com vida no fundo do penhasco, um fato agora corroborado pelo laudo pericial.

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A irmã da publicitária também apontou falhas cruciais na operação de resgate, que podem ter impedido que Juliana fosse salva. Segundo Mariana Marins, o guia responsável pelo grupo demorou mais de duas horas para comunicar o acidente às autoridades locais. Além disso, quando a equipe de resgate especializada chegou ao local, outras duas horas depois, a corda que possuíam tinha apenas 150 metros, sendo insuficiente para alcançar a profundidade de 220 metros onde a jovem se encontrava.

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A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, permaneceu viva por 32 horas após cair de um penhasco no vulcão Rinjani, na Indonésia. A trágica conclusão foi divulgada nesta sexta-feira (11), pela irmã da vítima, Mariana Marins, e por peritos que participaram da autópsia realizada no corpo da jovem no Rio de Janeiro. A informação traz uma nova e dolorosa perspectiva sobre o acidente que vitimou a brasileira no dia 21 de junho.

De acordo com os detalhes fornecidos pela família, o acidente ocorreu por volta das 4h da manhã, horário local, quando Juliana escorregou de uma altura de 60 metros da trilha principal e, em seguida, deslizou por mais 220 metros penhasco abaixo. Imagens de drone, capturadas por outros turistas momentos após a queda, já mostravam a jovem com vida no fundo do penhasco, um fato agora corroborado pelo laudo pericial.

A irmã da publicitária também apontou falhas cruciais na operação de resgate, que podem ter impedido que Juliana fosse salva. Segundo Mariana Marins, o guia responsável pelo grupo demorou mais de duas horas para comunicar o acidente às autoridades locais. Além disso, quando a equipe de resgate especializada chegou ao local, outras duas horas depois, a corda que possuíam tinha apenas 150 metros, sendo insuficiente para alcançar a profundidade de 220 metros onde a jovem se encontrava.

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