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Cidades

Colapso na coleta de lixo em Nossa Senhora do Socorro gera risco ambiental e sanitário

Estação de transbordo da Torre/Termoclave funciona sem licença válida desde 2023; população teme consequências. O município de Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, enfrenta um verdadeiro colapso na coleta de lixo urbano. Caminhões compactadores e caçambas têm formado longas filas para descarregar resíduos na chamada “estação de transbordo” da Torre/Termoclave, que opera em condições […]

20/08/2025 · 22h03 · Atualizado às 19h03
Colapso na coleta de lixo em Nossa Senhora do Socorro gera risco ambiental e sanitário

Estação de transbordo da Torre/Termoclave funciona sem licença válida desde 2023; população teme consequências.

O município de Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, enfrenta um verdadeiro colapso na coleta de lixo urbano. Caminhões compactadores e caçambas têm formado longas filas para descarregar resíduos na chamada “estação de transbordo” da Torre/Termoclave, que opera em condições precárias.

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A situação preocupa os 192 mil moradores da cidade, que já convivem com o risco de acúmulo de lixo, proliferação de pragas e ameaça à saúde pública.

Principais problemas registrados no local

• Lixo acumulado acima da capacidade da estação

• Mau cheiro insuportável

• Ratos e insetos se multiplicando

• Chorume escorrendo para o solo, com risco de contaminação

• Estrutura improvisada e sem balança para pesagem

Estação sem licença de operação

A área utilizada pela empresa não possui licença ambiental válida desde 2023. Consta apenas um protocolo de pedido de renovação junto à Adema, sob o número 2023/TEC/RL-0-0112.

Além disso, a estrutura em funcionamento não passa de uma antiga usina de asfalto adaptada para servir de estação de transbordo, sem condições adequadas de operação e com horário de funcionamento limitado até as 17h — mesmo quando ainda há toneladas de lixo aguardando descarte.

Impactos diretos para a população

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Segundo relatos, caminhões precisam pesar o lixo em outra unidade da Torre/Termoclave, na BR-101, para só depois retornar e descarregar no transbordo. O processo, além de ineficiente, atrasa a coleta nas ruas e aumenta o risco de acúmulo de resíduos na cidade.

Os principais impactos já sentidos e temidos pela população são:

• Proliferação de insetos e roedores

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• Aumento do risco de doenças

• Possível contaminação do solo e lençol freático

• Deterioração da qualidade de vida dos moradores

Imagens denunciam situação crítica

Registros feitos no local mostram galpões lotados até o teto, lixo espalhado pelo terreno e caminhões parados por horas em filas extensas. O chorume escorre livremente, evidenciando a falta de controle ambiental.

Decisão judicial agravou cenário

Anteriormente, os resíduos de Nossa Senhora do Socorro eram destinados à empresa Orizon. No entanto, após uma decisão judicial, o lixo voltou a ser enviado para a Torre/Termoclave — que, segundo denúncias, não apresenta condições técnicas e ambientais para cumprir as exigências legais.

Moradores cobram providências urgentes da Prefeitura, da Adema e do Ministério Público para evitar que o problema se transforme em uma crise sanitária e ambiental irreversível.

#MeioAmbiente #Sergipe #NossaSenhoraDoSocorro #Lixo #SaúdePública #93Noticias #Denúncia

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Estação de transbordo da Torre/Termoclave funciona sem licença válida desde 2023; população teme consequências.

O município de Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, enfrenta um verdadeiro colapso na coleta de lixo urbano. Caminhões compactadores e caçambas têm formado longas filas para descarregar resíduos na chamada “estação de transbordo” da Torre/Termoclave, que opera em condições precárias.

A situação preocupa os 192 mil moradores da cidade, que já convivem com o risco de acúmulo de lixo, proliferação de pragas e ameaça à saúde pública.

Principais problemas registrados no local

• Lixo acumulado acima da capacidade da estação

• Mau cheiro insuportável

• Ratos e insetos se multiplicando

• Chorume escorrendo para o solo, com risco de contaminação

• Estrutura improvisada e sem balança para pesagem

Estação sem licença de operação

A área utilizada pela empresa não possui licença ambiental válida desde 2023. Consta apenas um protocolo de pedido de renovação junto à Adema, sob o número 2023/TEC/RL-0-0112.

Além disso, a estrutura em funcionamento não passa de uma antiga usina de asfalto adaptada para servir de estação de transbordo, sem condições adequadas de operação e com horário de funcionamento limitado até as 17h — mesmo quando ainda há toneladas de lixo aguardando descarte.

Impactos diretos para a população

Segundo relatos, caminhões precisam pesar o lixo em outra unidade da Torre/Termoclave, na BR-101, para só depois retornar e descarregar no transbordo. O processo, além de ineficiente, atrasa a coleta nas ruas e aumenta o risco de acúmulo de resíduos na cidade.

Os principais impactos já sentidos e temidos pela população são:

• Proliferação de insetos e roedores

• Aumento do risco de doenças

• Possível contaminação do solo e lençol freático

• Deterioração da qualidade de vida dos moradores

Imagens denunciam situação crítica

Registros feitos no local mostram galpões lotados até o teto, lixo espalhado pelo terreno e caminhões parados por horas em filas extensas. O chorume escorre livremente, evidenciando a falta de controle ambiental.

Decisão judicial agravou cenário

Anteriormente, os resíduos de Nossa Senhora do Socorro eram destinados à empresa Orizon. No entanto, após uma decisão judicial, o lixo voltou a ser enviado para a Torre/Termoclave — que, segundo denúncias, não apresenta condições técnicas e ambientais para cumprir as exigências legais.

Moradores cobram providências urgentes da Prefeitura, da Adema e do Ministério Público para evitar que o problema se transforme em uma crise sanitária e ambiental irreversível.

#MeioAmbiente #Sergipe #NossaSenhoraDoSocorro #Lixo #SaúdePública #93Noticias #Denúncia

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