A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Universidade de Brasília (UnB) assinaram, na terça-feira (28), uma carta de intenção que estabelece cooperação institucional voltada à integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática profissional no campo da comunicação pública.
O documento foi firmado no campus da UnB pelo presidente da EBC, Andre Basbaum, e pela diretora da Faculdade de Comunicação, Dione Moura, durante debate que celebrou os 18 anos da empresa.
Basbaum ressaltou a proximidade entre as duas áreas. “O lugar da comunicação pública é também a universidade”, afirmou. Para Dione Moura, a parceria reforça a democracia: “É na comunicação pública que reside a segurança dos processos democráticos.”
Objetivos do programa
A iniciativa prevê incentivo a estudantes de graduação e pós-graduação em comunicação e jornalismo para desenvolver projetos autorais, reportagens e conteúdos multimídia de interesse público. Os temas contemplam diversidade, cidadania, cultura, sustentabilidade e inovação.
Alunos poderão inscrever propostas individualmente ou em grupo. As produções finalistas serão publicadas na Agência Brasil, e seus autores participarão de uma semana de imersão nas redações da EBC em Brasília, envolvendo Agência Brasil, TV Brasil e Rádio Nacional.
Pesquisa e formação
Profissionais da EBC e da UnB também poderão apresentar projetos de pesquisa e atividades de formação que incluam estudantes, professores e técnicos das duas instituições, além de parceiros externos.
O acompanhamento das ações ficará a cargo de um comitê conjunto, responsável por definir cronograma anual, critérios de avaliação, temas prioritários e monitorar as atividades de imersão.
Comemoração de 18 anos
O evento que marcou a assinatura da carta reuniu nomes ligados à história da EBC, como a primeira presidenta, Tereza Cruvinel; os ex-presidentes Ricardo Melo, Kariane Costa e Hélio Doyle; a ex-ministra da Secom/PR, Helena Chagas; o ex-presidente da Radiobrás, Eugênio Bucci; o presidente do Comitê Editorial e de Programação da EBC, Pedro Rafael Vilela; além do professor Fernando Oliveira Paulino, coordenador do Laboratório de Políticas de Comunicação (LaPCom) e presidente da Associação Latino-Americana de Investigadores da Comunicação (Alaic).
As discussões focaram nos desafios e no futuro da comunicação pública no país.
Com informações de Agência Brasil
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