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Transferência de carro seminovo: passo a passo legal, documentos e custos obrigatórios

Como funciona o processo de transferência de veículos usados no Brasil, o que exige a legislação e quais são as etapas envolvidas no registro de um novo proprietário A transferência de propriedade de um veículo usado é uma obrigação legal prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), especificamente no artigo 123. Segundo o texto, o […]

18/11/2025 · 16h25 · Atualizado às 19h06
Transferência de carro seminovo: passo a passo legal, documentos e custos obrigatórios

Como funciona o processo de transferência de veículos usados no Brasil, o que exige a legislação e quais são as etapas envolvidas no registro de um novo proprietário

A transferência de propriedade de um veículo usado é uma obrigação legal prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), especificamente no artigo 123. Segundo o texto, o novo proprietário tem 30 dias após a compra para realizar o registro da transferência no Detran do estado onde o veículo será licenciado.

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Caso o prazo seja ultrapassado, a legislação prevê multa e perda de pontos na carteira de habilitação.

O procedimento é necessário sempre que houver mudança de titularidade, seja por compra, doação, herança ou leilão. De acordo com o site Comprecar, o descumprimento dessa etapa pode gerar complicações legais, como responsabilidade por infrações cometidas pelo antigo dono e impossibilidade de vender o veículo futuramente.

Documentos necessários para a transferência

Para efetivar o processo, é preciso reunir documentos específicos tanto do comprador quanto do vendedor. A lista básica, conforme orienta o Detran-SP e o portal Instacarro, inclui:

  • CRV (Certificado de Registro do Veículo), também conhecido como DUT, que deve conter assinatura reconhecida por ambas as partes;
  • comprovante de endereço atualizado do novo proprietário;
  • documento de identidade e CPF;
  • comprovante de pagamento de débitos pendentes, como IPVA, multas e DPVAT;
  • laudo de vistoria veicular emitido por empresa credenciada;
  • comprovante de pagamento da taxa de transferência.

Segundo o portal Localiza Seminovos, é fundamental que o CRV esteja sem rasuras e que as assinaturas sejam feitas com reconhecimento de firma em cartório. Caso o documento apresente erros ou alterações indevidas, será necessário solicitar uma segunda via antes da transferência.

Etapas do processo de transferência

O procedimento pode variar de acordo com o estado, mas segue etapas gerais.

  1. Preenchimento e reconhecimento de firma no CRV. Comprador e vendedor assinam o documento, formalizando a transação.
  2. Vistoria veicular. Obrigatória para verificar o estado do veículo e confirmar a numeração do chassi e do motor.
  3. Pagamento das taxas. O sistema do Detran emite uma guia com os valores referentes à transferência.
  4. Agendamento e comparecimento ao Detran. O novo proprietário deve levar todos os documentos originais.
  5. Emissão do novo CRV e CRLV.

Além disso, o prazo médio de liberação dos novos documentos é de cinco a dez dias úteis, segundo o Comprecar.

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Custos envolvidos no processo

Os custos da transferência de um carro seminovo variam conforme o estado, mas geralmente envolvem:

  • taxa de transferência (em média, de R$ 200 a R$ 400);

  • vistoria veicular (cerca de R$ 150);

  • reconhecimento de firma em cartório (entre R$ 10 e R$ 20 por assinatura);

  • emissão de segunda via de documentos, se necessário (valores variáveis).

Além desses valores, o comprador deve se atentar a possíveis pendências financeiras deixadas pelo antigo dono, que devem ser quitadas antes da mudança de titularidade. Ainda, a recomendação, conforme a Instacarro, é verificar a situação do veículo no Renavam e no site do Detran, evitando surpresas durante o processo.

Cuidados essenciais

Antes de iniciar a transferência, é importante garantir que o veículo não possua restrições administrativas, judiciais ou tributárias. Uma consulta do histórico veicular pode confirmar se há bloqueios que impeçam a finalização da transação.

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Nos documentos, é necessário inserir corretamente o modelo e a versão do carro. Por exemplo, se o veículo for um Fiat Argo, o nome completo deve constar exatamente dessa forma nos registros. O mesmo vale para outros modelos, pois qualquer divergência pode gerar inconsistências e atrasar o processo.

Logo, cumprir as exigências legais da transferência de um carro seminovo não é apenas uma formalidade burocrática, mas um passo essencial para preservar a segurança jurídica da negociação. O processo garante que o novo proprietário tenha total posse sobre o bem e que o antigo vendedor fique isento de responsabilidades futuras.

Créditos: Nuttawan Jayawan/iStock

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Como funciona o processo de transferência de veículos usados no Brasil, o que exige a legislação e quais são as etapas envolvidas no registro de um novo proprietário

A transferência de propriedade de um veículo usado é uma obrigação legal prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), especificamente no artigo 123. Segundo o texto, o novo proprietário tem 30 dias após a compra para realizar o registro da transferência no Detran do estado onde o veículo será licenciado.

Caso o prazo seja ultrapassado, a legislação prevê multa e perda de pontos na carteira de habilitação.

O procedimento é necessário sempre que houver mudança de titularidade, seja por compra, doação, herança ou leilão. De acordo com o site Comprecar, o descumprimento dessa etapa pode gerar complicações legais, como responsabilidade por infrações cometidas pelo antigo dono e impossibilidade de vender o veículo futuramente.

Documentos necessários para a transferência

Para efetivar o processo, é preciso reunir documentos específicos tanto do comprador quanto do vendedor. A lista básica, conforme orienta o Detran-SP e o portal Instacarro, inclui:

  • CRV (Certificado de Registro do Veículo), também conhecido como DUT, que deve conter assinatura reconhecida por ambas as partes;
  • comprovante de endereço atualizado do novo proprietário;
  • documento de identidade e CPF;
  • comprovante de pagamento de débitos pendentes, como IPVA, multas e DPVAT;
  • laudo de vistoria veicular emitido por empresa credenciada;
  • comprovante de pagamento da taxa de transferência.

Segundo o portal Localiza Seminovos, é fundamental que o CRV esteja sem rasuras e que as assinaturas sejam feitas com reconhecimento de firma em cartório. Caso o documento apresente erros ou alterações indevidas, será necessário solicitar uma segunda via antes da transferência.

Etapas do processo de transferência

O procedimento pode variar de acordo com o estado, mas segue etapas gerais.

  1. Preenchimento e reconhecimento de firma no CRV. Comprador e vendedor assinam o documento, formalizando a transação.
  2. Vistoria veicular. Obrigatória para verificar o estado do veículo e confirmar a numeração do chassi e do motor.
  3. Pagamento das taxas. O sistema do Detran emite uma guia com os valores referentes à transferência.
  4. Agendamento e comparecimento ao Detran. O novo proprietário deve levar todos os documentos originais.
  5. Emissão do novo CRV e CRLV.

Além disso, o prazo médio de liberação dos novos documentos é de cinco a dez dias úteis, segundo o Comprecar.

Custos envolvidos no processo

Os custos da transferência de um carro seminovo variam conforme o estado, mas geralmente envolvem:

  • taxa de transferência (em média, de R$ 200 a R$ 400);

  • vistoria veicular (cerca de R$ 150);

  • reconhecimento de firma em cartório (entre R$ 10 e R$ 20 por assinatura);

  • emissão de segunda via de documentos, se necessário (valores variáveis).

Além desses valores, o comprador deve se atentar a possíveis pendências financeiras deixadas pelo antigo dono, que devem ser quitadas antes da mudança de titularidade. Ainda, a recomendação, conforme a Instacarro, é verificar a situação do veículo no Renavam e no site do Detran, evitando surpresas durante o processo.

Cuidados essenciais

Antes de iniciar a transferência, é importante garantir que o veículo não possua restrições administrativas, judiciais ou tributárias. Uma consulta do histórico veicular pode confirmar se há bloqueios que impeçam a finalização da transação.

Nos documentos, é necessário inserir corretamente o modelo e a versão do carro. Por exemplo, se o veículo for um Fiat Argo, o nome completo deve constar exatamente dessa forma nos registros. O mesmo vale para outros modelos, pois qualquer divergência pode gerar inconsistências e atrasar o processo.

Logo, cumprir as exigências legais da transferência de um carro seminovo não é apenas uma formalidade burocrática, mas um passo essencial para preservar a segurança jurídica da negociação. O processo garante que o novo proprietário tenha total posse sobre o bem e que o antigo vendedor fique isento de responsabilidades futuras.

Créditos: Nuttawan Jayawan/iStock

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