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Tragédia

Feminicídio no Exército: Cabo musicista é morta e carbonizada dentro de quartel; soldado confessa

Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, apresentava corte no pescoço antes de ser queimada. Suspeito, identificado como Kelvin, foi preso em flagrante pela Polícia Civil. Um crime brutal abalou as dependências do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RGC), em Brasília, na tarde desta sexta-feira (5/12). A cabo Maria de Lourdes Freire […]

06/12/2025 · 15h43 · Atualizado às 18h46
Feminicídio no Exército: Cabo musicista é morta e carbonizada dentro de quartel; soldado confessa
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Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, apresentava corte no pescoço antes de ser queimada. Suspeito, identificado como Kelvin, foi preso em flagrante pela Polícia Civil.

Um crime brutal abalou as dependências do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RGC), em Brasília, na tarde desta sexta-feira (5/12). A cabo Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, foi encontrada morta e carbonizada após um incêndio em uma das instalações do quartel. O caso está sendo investigado como feminicídio.


O principal suspeito é um soldado lotado na mesma unidade, identificado como Kelvin. Ele foi preso em flagrante pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) e, segundo as autoridades, confessou a autoria do crime na delegacia.

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A Dinâmica do Crime


De acordo com relatos de testemunhas ouvidas pela reportagem, gritos foram escutados vindos das dependências do Regimento durante a tarde. Logo em seguida, um incêndio foi avistado. Militares chegaram a entrar no local para salvar equipamentos, incluindo instrumentos musicais, mas o corpo de Maria foi localizado posteriormente, já carbonizado.


A perícia inicial constatou que a militar apresentava um corte profundo no pescoço, indicando que ela foi ferida antes do início das chamas.


Após o ocorrido, o soldado suspeito desapareceu do local e as armas não foram encontradas, o que desencadeou uma busca imediata que culminou em sua prisão.

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Perseguição e “Falso Bom Samaritano”


Maria de Lourdes era musicista do Regimento e estava no Exército há apenas cinco meses.


Em entrevista, um primo da vítima negou veementemente que ela tivesse qualquer relacionamento amoroso com o autor do crime. A família suspeita que Maria vinha sendo vítima de perseguição (stalking) por parte do soldado.

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Relatos de colegas de farda reforçam o perfil manipulador do suspeito. Pessoas próximas à vítima no quartel afirmaram que Kelvin costumava se mascarar de “bom samaritano”, aproximando-se de militares recém-chegadas para tentar criar vínculos, comportamento que pode ter precedido o ataque fatal.


A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias exatas e a motivação do assassinato.

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Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, apresentava corte no pescoço antes de ser queimada. Suspeito, identificado como Kelvin, foi preso em flagrante pela Polícia Civil.

Um crime brutal abalou as dependências do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RGC), em Brasília, na tarde desta sexta-feira (5/12). A cabo Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, foi encontrada morta e carbonizada após um incêndio em uma das instalações do quartel. O caso está sendo investigado como feminicídio.


O principal suspeito é um soldado lotado na mesma unidade, identificado como Kelvin. Ele foi preso em flagrante pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) e, segundo as autoridades, confessou a autoria do crime na delegacia.


A Dinâmica do Crime


De acordo com relatos de testemunhas ouvidas pela reportagem, gritos foram escutados vindos das dependências do Regimento durante a tarde. Logo em seguida, um incêndio foi avistado. Militares chegaram a entrar no local para salvar equipamentos, incluindo instrumentos musicais, mas o corpo de Maria foi localizado posteriormente, já carbonizado.


A perícia inicial constatou que a militar apresentava um corte profundo no pescoço, indicando que ela foi ferida antes do início das chamas.


Após o ocorrido, o soldado suspeito desapareceu do local e as armas não foram encontradas, o que desencadeou uma busca imediata que culminou em sua prisão.


Perseguição e “Falso Bom Samaritano”


Maria de Lourdes era musicista do Regimento e estava no Exército há apenas cinco meses.


Em entrevista, um primo da vítima negou veementemente que ela tivesse qualquer relacionamento amoroso com o autor do crime. A família suspeita que Maria vinha sendo vítima de perseguição (stalking) por parte do soldado.


Relatos de colegas de farda reforçam o perfil manipulador do suspeito. Pessoas próximas à vítima no quartel afirmaram que Kelvin costumava se mascarar de “bom samaritano”, aproximando-se de militares recém-chegadas para tentar criar vínculos, comportamento que pode ter precedido o ataque fatal.


A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias exatas e a motivação do assassinato.

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