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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Prefeitura de Aracaju intensifica no Janeiro Roxo ações de combate à hanseníase

Manchas na pele acompanhadas de alteração de sensibilidade são o principal alerta para a hanseníase, doença que tem cura e tratamento gratuito garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o Janeiro Roxo, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reforça as ações de conscientização e vigilância que já ocorrem durante todo o ano.

16/01/2026 · 11h19 · Atualizado às 19h14
Prefeitura de Aracaju intensifica no Janeiro Roxo ações de combate à hanseníase

Manchas na pele acompanhadas de alteração de sensibilidade são o principal alerta para a hanseníase, doença que tem cura e tratamento gratuito garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o Janeiro Roxo, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reforça as ações de conscientização e vigilância que já ocorrem durante todo o ano.

Quem apresenta sintomas pode procurar o Programa Municipal de Controle da Hanseníase (PMCH), que oferta diagnóstico, tratamento e acompanhamento em 45 Unidades de Saúde da Família (USFs). A rede inclui ainda o Centro de Especialidades Médicas (Cemar) Siqueira Campos, referência para a doença, além de uma unidade sentinela no Ambulatório de Dermatologia do Hospital Universitário (HU).

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Importância da campanha

De acordo com Kátia Gonçalves, da área técnica do programa, a campanha é fundamental para disseminar informação e combater o preconceito. “A hanseníase tem cura, o tratamento é gratuito e está disponível na Atenção Primária. Quanto mais cedo o diagnóstico, menores as chances de transmissão e sequelas”, destacou.

Números da doença em Aracaju

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Os dados da SMS apontam 85 novos casos em 2023, 64 em 2024 e 80 confirmações em 2025, reforçando a necessidade de vigilância contínua. Os sintomas incluem manchas esbranquiçadas, amarronzadas ou avermelhadas com perda ou diminuição de sensibilidade ao toque, calor ou frio, além de redução ou ausência de pelos na área afetada. Ao notar esses sinais, a orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento começa imediatamente após a confirmação do diagnóstico. A medicação está disponível nas unidades básicas e dura seis meses para casos paucibacilares e 12 meses para multibacilares. A avaliação dos contatos intradomiciliares também é recomendada para interromper a cadeia de transmissão e evitar novas infecções.

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Além dos atendimentos de rotina, o Janeiro Roxo intensifica ações educativas para eliminar o estigma associado à doença, historicamente conhecida como lepra, e reafirma que tanto o diagnóstico quanto o tratamento estão acessíveis na rede municipal de saúde durante todo o ano.

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Manchas na pele acompanhadas de alteração de sensibilidade são o principal alerta para a hanseníase, doença que tem cura e tratamento gratuito garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o Janeiro Roxo, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reforça as ações de conscientização e vigilância que já ocorrem durante todo o ano.

Quem apresenta sintomas pode procurar o Programa Municipal de Controle da Hanseníase (PMCH), que oferta diagnóstico, tratamento e acompanhamento em 45 Unidades de Saúde da Família (USFs). A rede inclui ainda o Centro de Especialidades Médicas (Cemar) Siqueira Campos, referência para a doença, além de uma unidade sentinela no Ambulatório de Dermatologia do Hospital Universitário (HU).

Importância da campanha

De acordo com Kátia Gonçalves, da área técnica do programa, a campanha é fundamental para disseminar informação e combater o preconceito. “A hanseníase tem cura, o tratamento é gratuito e está disponível na Atenção Primária. Quanto mais cedo o diagnóstico, menores as chances de transmissão e sequelas”, destacou.

Números da doença em Aracaju

Os dados da SMS apontam 85 novos casos em 2023, 64 em 2024 e 80 confirmações em 2025, reforçando a necessidade de vigilância contínua. Os sintomas incluem manchas esbranquiçadas, amarronzadas ou avermelhadas com perda ou diminuição de sensibilidade ao toque, calor ou frio, além de redução ou ausência de pelos na área afetada. Ao notar esses sinais, a orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento começa imediatamente após a confirmação do diagnóstico. A medicação está disponível nas unidades básicas e dura seis meses para casos paucibacilares e 12 meses para multibacilares. A avaliação dos contatos intradomiciliares também é recomendada para interromper a cadeia de transmissão e evitar novas infecções.

Além dos atendimentos de rotina, o Janeiro Roxo intensifica ações educativas para eliminar o estigma associado à doença, historicamente conhecida como lepra, e reafirma que tanto o diagnóstico quanto o tratamento estão acessíveis na rede municipal de saúde durante todo o ano.

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