Os empregados do comércio e serviços em Sergipe pressionam o setor patronal por maior agilidade e comprometimento nas tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026. A lista de reivindicações, discutida coletivamente e aprovada em assembleias, já foi entregue aos representantes empresariais.
Ronildo Almeida, presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Sergipe (Fecomse), defende que o processo ocorra “de forma respeitosa e objetiva”, atendendo às demandas da categoria. “Esperamos que o fechamento da Convenção deste ano aconteça de forma ágil, com respeito aos direitos dos trabalhadores e ao papel que a categoria desempenha no crescimento do setor”, afirmou.
O dirigente lembra que o trabalho diário dos empregados mantém o funcionamento e o desenvolvimento das empresas. “A categoria cumpre sua jornada, contribui com seu trabalho e tem participação direta na consolidação das empresas. É importante que o patronato compreenda esse processo e avance nas negociações, buscando soluções que atendam às necessidades dos trabalhadores”, acrescentou.
Pontos centrais da pauta
Entre as principais reivindicações estão:
• Manutenção das cláusulas do acordo coletivo vigente;
• Reajuste salarial com ganho real;
• Redução da jornada de trabalho sem redução de salários;
• Rejeição ao banco de horas;
• Cláusulas sociais que melhorem as condições de trabalho e a qualidade de vida da categoria.
A Fecomse reforça que trabalhadores e entidades sindicais permanecem mobilizados e esperam que o empresariado assuma sua responsabilidade social, garantindo avanços concretos na Convenção Coletiva de 2026.
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