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Brasil

André Moura cobra endurecimento da lei após morte do cão Orelha em Florianópolis

O secretário de Governo do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Sergipe, André Moura, defendeu mudanças imediatas no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para punir com mais rigor crimes de crueldade contra animais. A manifestação ocorreu após o caso do cão comunitário Orelha, torturado em 15 de […]

29/01/2026 · 07h31
André Moura cobra endurecimento da lei após morte do cão Orelha em Florianópolis

O secretário de Governo do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Sergipe, André Moura, defendeu mudanças imediatas no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para punir com mais rigor crimes de crueldade contra animais. A manifestação ocorreu após o caso do cão comunitário Orelha, torturado em 15 de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis, e submetido à eutanásia devido a traumatismo craniano.

Segundo Moura, o episódio expôs falhas na legislação que ainda permitem “vácuos de impunidade”, sobretudo quando os agressores são menores de idade. Um grupo de adolescentes é apontado como responsável pela emboscada que atingiu Orelha e pela tentativa de afogamento de outro cão, chamado Caramelo.

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“Ato de sadismo planejado”, diz Moura

Para o ex-deputado federal, o crime não pode ser classificado como simples “deslize juvenil”. “Quando o sistema responde apenas com medidas socioeducativas brandas, ignora a gravidade do perfil desses agressores e deixa a sociedade desprotegida”, afirmou. Ele citou estudos de segurança pública que relacionam violência extrema contra animais a futuros delitos contra pessoas.

Responsabilização também para familiares

Moura destacou ainda o indiciamento de pais e parentes dos adolescentes por suposta coação de testemunhas, classificando a prática como “inaceitável”. “Precisamos de um rigor que alcance quem executa o ato e quem acoberta”, acrescentou.

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Reforma punitiva como estratégia de segurança pública

Com histórico de defesa da redução da maioridade penal para crimes hediondos, o político vê a revisão das penas por maus-tratos a animais como parte de uma política mais ampla de combate à violência. “O caso Orelha precisa ser o marco final da tolerância a atos violentos contra animais no Brasil”, concluiu.

 

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O secretário de Governo do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Sergipe, André Moura, defendeu mudanças imediatas no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para punir com mais rigor crimes de crueldade contra animais. A manifestação ocorreu após o caso do cão comunitário Orelha, torturado em 15 de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis, e submetido à eutanásia devido a traumatismo craniano.

Segundo Moura, o episódio expôs falhas na legislação que ainda permitem “vácuos de impunidade”, sobretudo quando os agressores são menores de idade. Um grupo de adolescentes é apontado como responsável pela emboscada que atingiu Orelha e pela tentativa de afogamento de outro cão, chamado Caramelo.

“Ato de sadismo planejado”, diz Moura

Para o ex-deputado federal, o crime não pode ser classificado como simples “deslize juvenil”. “Quando o sistema responde apenas com medidas socioeducativas brandas, ignora a gravidade do perfil desses agressores e deixa a sociedade desprotegida”, afirmou. Ele citou estudos de segurança pública que relacionam violência extrema contra animais a futuros delitos contra pessoas.

Responsabilização também para familiares

Moura destacou ainda o indiciamento de pais e parentes dos adolescentes por suposta coação de testemunhas, classificando a prática como “inaceitável”. “Precisamos de um rigor que alcance quem executa o ato e quem acoberta”, acrescentou.

Reforma punitiva como estratégia de segurança pública

Com histórico de defesa da redução da maioridade penal para crimes hediondos, o político vê a revisão das penas por maus-tratos a animais como parte de uma política mais ampla de combate à violência. “O caso Orelha precisa ser o marco final da tolerância a atos violentos contra animais no Brasil”, concluiu.

 

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