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CUT-SE participa de reuniões em Aracaju para preparar 6ª Conferência Nacional das Cidades

A Central Única dos Trabalhadores em Sergipe (CUT-SE) integrou, na quarta-feira, 4 de fevereiro, dois encontros em Aracaju dedicados à construção de propostas para a 6ª Conferência Nacional das Cidades, marcada para 24 a 27 de fevereiro, em Brasília. Pela manhã, no auditório da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), ocorreu a 1ª Reunião […]

06/02/2026 · 11h25
CUT-SE participa de reuniões em Aracaju para preparar 6ª Conferência Nacional das Cidades

A Central Única dos Trabalhadores em Sergipe (CUT-SE) integrou, na quarta-feira, 4 de fevereiro, dois encontros em Aracaju dedicados à construção de propostas para a 6ª Conferência Nacional das Cidades, marcada para 24 a 27 de fevereiro, em Brasília.

Pela manhã, no auditório da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), ocorreu a 1ª Reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Urbano (CEDURB). Participaram os diretores da CUT-SE Iara Nascimento e Alberto Marques, como conselheiros titulares, e Vanessa Ferreira, conselheira suplente. O debate abordou contribuições dos trabalhadores para o Plano de Desenvolvimento Urbano, com ênfase em inclusão social e preservação ambiental.

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“O cuidado com a água é tema central e o trabalhador traz o olhar de quem vive a cidade e conhece suas necessidades”, afirmou Vanessa Ferreira.

No período da tarde, o mesmo espaço recebeu o Encontro de Alinhamento da Bancada Sergipana para a conferência nacional. A diretora da CUT-SE e delegada eleita, Josivania Joaquina, acompanhou o alinhamento político e técnico das propostas aprovadas no estado.

“É na conferência que se definem investimentos em habitação, saneamento, mobilidade, sustentabilidade ambiental e gestão democrática das cidades”, destacou Josivania.

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Durante o encontro, foram apresentados sete grupos temáticos: Diretrizes do PNDU e Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano; Políticas de habitação e regularização fundiária; Políticas de saneamento básico; Mobilidade urbana, sustentabilidade ambiental e emergências climáticas; Controle social e gestão democrática; Gestão interfederativa, cooperação e consórcios; e Transformação digital, território e segurança pública.

Josivania relatou surpresa ao saber que Sergipe possui 200 comunidades classificadas como favelas pelo IBGE. “Nossa delegação é bem articulada e vamos defender nossas demandas, buscando convergência com outras propostas do país”, afirmou.

 

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A Central Única dos Trabalhadores em Sergipe (CUT-SE) integrou, na quarta-feira, 4 de fevereiro, dois encontros em Aracaju dedicados à construção de propostas para a 6ª Conferência Nacional das Cidades, marcada para 24 a 27 de fevereiro, em Brasília.

Pela manhã, no auditório da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (Codise), ocorreu a 1ª Reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Urbano (CEDURB). Participaram os diretores da CUT-SE Iara Nascimento e Alberto Marques, como conselheiros titulares, e Vanessa Ferreira, conselheira suplente. O debate abordou contribuições dos trabalhadores para o Plano de Desenvolvimento Urbano, com ênfase em inclusão social e preservação ambiental.

“O cuidado com a água é tema central e o trabalhador traz o olhar de quem vive a cidade e conhece suas necessidades”, afirmou Vanessa Ferreira.

No período da tarde, o mesmo espaço recebeu o Encontro de Alinhamento da Bancada Sergipana para a conferência nacional. A diretora da CUT-SE e delegada eleita, Josivania Joaquina, acompanhou o alinhamento político e técnico das propostas aprovadas no estado.

“É na conferência que se definem investimentos em habitação, saneamento, mobilidade, sustentabilidade ambiental e gestão democrática das cidades”, destacou Josivania.

Durante o encontro, foram apresentados sete grupos temáticos: Diretrizes do PNDU e Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano; Políticas de habitação e regularização fundiária; Políticas de saneamento básico; Mobilidade urbana, sustentabilidade ambiental e emergências climáticas; Controle social e gestão democrática; Gestão interfederativa, cooperação e consórcios; e Transformação digital, território e segurança pública.

Josivania relatou surpresa ao saber que Sergipe possui 200 comunidades classificadas como favelas pelo IBGE. “Nossa delegação é bem articulada e vamos defender nossas demandas, buscando convergência com outras propostas do país”, afirmou.

 

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