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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Cram de Aracaju registra 131 atendimentos em janeiro e reforça rede de proteção às mulheres

O Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Cram) de Aracaju contabilizou 131 atendimentos no mês de janeiro. O serviço, vinculado à Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), recebe mulheres encaminhadas por órgãos parceiros e também aquelas que buscam ajuda de forma espontânea.

13/02/2026 · 07h39 · Atualizado às 18h55
Cram de Aracaju registra 131 atendimentos em janeiro e reforça rede de proteção às mulheres

O Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Cram) de Aracaju contabilizou 131 atendimentos no mês de janeiro. O serviço, vinculado à Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), recebe mulheres encaminhadas por órgãos parceiros e também aquelas que buscam ajuda de forma espontânea.

Segundo a secretária municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres, Elaine Oliveira, a gestão trabalha para ampliar a rede de proteção. “Cada atendimento representa uma mulher que decidiu buscar ajuda e romper com a violência. Nosso compromisso é garantir escuta qualificada, atendimento humanizado e políticas públicas que assegurem proteção, autonomia e dignidade”, destacou.

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A coordenadora do Cram, Flávia Calumby, considera o enfrentamento à cultura machista o maior desafio. “Muitas chegam sem compreender a dimensão da violência sofrida. Romper o silêncio e superar o medo de novas agressões ou o preconceito de familiares e amigos é fundamental para quebrar o ciclo”, afirmou.

Serviços oferecidos

O centro realiza acolhimento socioassistencial, identifica necessidades individuais e faz os encaminhamentos adequados. Entre as demandas estão orientações sobre benefícios sociais, suporte jurídico e atendimento psicológico, este último o mais procurado.

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Novas iniciativas

No primeiro mês de gestão, a coordenação digitalizou e unificou dados das assistidas por meio do CPF e planeja desenvolver um sistema próprio para melhorar o registro das informações. As rodas terapêuticas foram retomadas às quartas e quintas-feiras, agora com transporte disponibilizado para mulheres com dificuldade de deslocamento.

A meta do Cram é atrair mais mulheres para o serviço e firmar parcerias que estimulem a independência financeira, fator considerado decisivo para romper com a violência doméstica.

 

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O Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Cram) de Aracaju contabilizou 131 atendimentos no mês de janeiro. O serviço, vinculado à Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), recebe mulheres encaminhadas por órgãos parceiros e também aquelas que buscam ajuda de forma espontânea.

Segundo a secretária municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres, Elaine Oliveira, a gestão trabalha para ampliar a rede de proteção. “Cada atendimento representa uma mulher que decidiu buscar ajuda e romper com a violência. Nosso compromisso é garantir escuta qualificada, atendimento humanizado e políticas públicas que assegurem proteção, autonomia e dignidade”, destacou.

A coordenadora do Cram, Flávia Calumby, considera o enfrentamento à cultura machista o maior desafio. “Muitas chegam sem compreender a dimensão da violência sofrida. Romper o silêncio e superar o medo de novas agressões ou o preconceito de familiares e amigos é fundamental para quebrar o ciclo”, afirmou.

Serviços oferecidos

O centro realiza acolhimento socioassistencial, identifica necessidades individuais e faz os encaminhamentos adequados. Entre as demandas estão orientações sobre benefícios sociais, suporte jurídico e atendimento psicológico, este último o mais procurado.

Novas iniciativas

No primeiro mês de gestão, a coordenação digitalizou e unificou dados das assistidas por meio do CPF e planeja desenvolver um sistema próprio para melhorar o registro das informações. As rodas terapêuticas foram retomadas às quartas e quintas-feiras, agora com transporte disponibilizado para mulheres com dificuldade de deslocamento.

A meta do Cram é atrair mais mulheres para o serviço e firmar parcerias que estimulem a independência financeira, fator considerado decisivo para romper com a violência doméstica.

 

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