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Cidades

ADEMA finaliza primeira semana de fiscalização da Operação Mata Atlântica em Pé em Sergipe

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) concluiu, junto à Companhia Independente de Polícia Ambiental da Polícia Militar de Sergipe (CIPAm/PMSE), a primeira semana de vistorias da oitava edição da Operação Mata Atlântica em Pé no estado. Entre segunda-feira (data não especificada no texto) e sexta-feira, as equipes vistoriaram 36 dos 118 alvos definidos para […]

19/09/2025 · 17h13
ADEMA finaliza primeira semana de fiscalização da Operação Mata Atlântica em Pé em Sergipe

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) concluiu, junto à Companhia Independente de Polícia Ambiental da Polícia Militar de Sergipe (CIPAm/PMSE), a primeira semana de vistorias da oitava edição da Operação Mata Atlântica em Pé no estado.

Entre segunda-feira (data não especificada no texto) e sexta-feira, as equipes vistoriaram 36 dos 118 alvos definidos para Sergipe. As inspeções ocorreram em 13 municípios: Arauá, Itaporanga, Indiaroba, Umbaúba, Cristinápolis, Capela, São Cristóvão, Aquidabã, Estância, Japoatã, Santo Amaro, Japaratuba e Maruim.

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A ação nacional, coordenada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) em parceria com Ministérios Públicos de 17 estados que abrigam o bioma Mata Atlântica, busca identificar e coibir desmatamentos, responsabilizar infratores e interromper atividades ilegais. Em Sergipe, o trabalho envolve o Ministério Público Estadual, por meio do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente e de Proteção do Direito à Integridade do Sistema Climático, além de Adema, CIPAm e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, ressaltou que a colaboração entre os órgãos amplia a capacidade de fiscalização. “Hoje há monitoramento por tecnologia que dificilmente permite que o desmatamento passe despercebido. É mais seguro e vantajoso buscar autorização ambiental e cumprir as condicionantes exigidas”, afirmou.

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Segundo o gerente de fiscalização da Adema, Aloízio Franca, os pontos vistoriados foram definidos a partir de alertas do MapBiomas. “Averiguamos in loco as áreas indicadas por satélite e cruzamos dados das imagens de drones com informações de campo. Muitas vezes a área efetivamente desmatada é maior que a indicada no alerta”, explicou. Ele informou que, na próxima semana, a equipe fará a análise detalhada dos dados para emitir autos de notificação e infração, além de exigir a recuperação das áreas degradadas.

O MapBiomas é uma plataforma colaborativa que reúne ONGs, universidades e empresas de tecnologia para monitorar as mudanças no uso da terra no Brasil. A Adema integra o Comitê Técnico do MapBiomas Alerta e utiliza suas informações georreferenciadas nos trabalhos de fiscalização.

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A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) concluiu, junto à Companhia Independente de Polícia Ambiental da Polícia Militar de Sergipe (CIPAm/PMSE), a primeira semana de vistorias da oitava edição da Operação Mata Atlântica em Pé no estado.

Entre segunda-feira (data não especificada no texto) e sexta-feira, as equipes vistoriaram 36 dos 118 alvos definidos para Sergipe. As inspeções ocorreram em 13 municípios: Arauá, Itaporanga, Indiaroba, Umbaúba, Cristinápolis, Capela, São Cristóvão, Aquidabã, Estância, Japoatã, Santo Amaro, Japaratuba e Maruim.

A ação nacional, coordenada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) em parceria com Ministérios Públicos de 17 estados que abrigam o bioma Mata Atlântica, busca identificar e coibir desmatamentos, responsabilizar infratores e interromper atividades ilegais. Em Sergipe, o trabalho envolve o Ministério Público Estadual, por meio do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente e de Proteção do Direito à Integridade do Sistema Climático, além de Adema, CIPAm e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O presidente da Adema, Carlos Anderson Pedreira, ressaltou que a colaboração entre os órgãos amplia a capacidade de fiscalização. “Hoje há monitoramento por tecnologia que dificilmente permite que o desmatamento passe despercebido. É mais seguro e vantajoso buscar autorização ambiental e cumprir as condicionantes exigidas”, afirmou.

Segundo o gerente de fiscalização da Adema, Aloízio Franca, os pontos vistoriados foram definidos a partir de alertas do MapBiomas. “Averiguamos in loco as áreas indicadas por satélite e cruzamos dados das imagens de drones com informações de campo. Muitas vezes a área efetivamente desmatada é maior que a indicada no alerta”, explicou. Ele informou que, na próxima semana, a equipe fará a análise detalhada dos dados para emitir autos de notificação e infração, além de exigir a recuperação das áreas degradadas.

O MapBiomas é uma plataforma colaborativa que reúne ONGs, universidades e empresas de tecnologia para monitorar as mudanças no uso da terra no Brasil. A Adema integra o Comitê Técnico do MapBiomas Alerta e utiliza suas informações georreferenciadas nos trabalhos de fiscalização.

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