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Tragédia

Alckmin critica Bolsonaro e confirma apoio a Lula na convenção do PSB

Alckmin critica Bolsonaro e reafirma apoio a Lula durante convenção do PSB em Brasília.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h33
Alckmin critica Bolsonaro e confirma apoio a Lula na convenção do PSB

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) criticou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a convenção nacional do PSB (Partido Socialista Brasileiro), realizada em Brasília. O evento, que ocorreu no dia 29 de julho de 2026, oficializou Alckmin como candidato à reeleição na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em seu discurso ao lado de Lula, Alckmin enfatizou que “não é possível defender a liberdade enquanto se tenta derrubar a democracia”. Ele mencionou o uso da estrutura do Estado no segundo turno das eleições de 2022, que, segundo ele, dificultou o deslocamento de eleitores e tentou impedir a posse do governo eleito. Alckmin afirmou que políticos que não reconhecem a democracia e a vontade popular não deveriam participar de eleições.

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“Não é possível falar em liberdade, como no 2º turno da última eleição, utilizando o aparato do Estado para impedir as pessoas de votarem legitimamente e tentando impedir a eleição, propondo a derrubada de governo eleito. Aliás, quem não acredita na democracia não devia nem disputar eleição, não devia pedir o voto para o povo brasileiro, se não acredita no povo, que deve ser o protagonista de todas as eleições”, declarou.

Além disso, Alckmin contestou o lema “Deus, pátria, família e liberdade”, associado ao bolsonarismo, afirmando que o nome de Deus não deve ser utilizado para promover ódio e violência. Ele também ressaltou que a ideia de pátria não condiz com ações que prejudicam os interesses do país e dos trabalhadores brasileiros. Em sua visão, a democracia é a guardiã da liberdade.

Alckmin ainda fez referência às cerca de 700 mil mortes pela covid-19 no Brasil, atribuindo a responsabilidade ao governo anterior por “displicência” e “descaso” na condução da pandemia.

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O vice-presidente também defendeu a gestão de Lula, citando avanços nas áreas de emprego, renda, habitação, educação e saúde. Ele destacou a reforma tributária, a ampliação da isenção do Imposto de Renda, a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida e o aumento dos recursos destinados ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Ao agradecer ao PSB pela indicação, Alckmin afirmou que a escolha aumentava sua responsabilidade e prometeu apoio ao presidente durante a campanha. “Quero dizer ao presidente Lula que conte conosco, com lealdade, com dedicação”, declarou.

Em tom descontraído, ele finalizou sua fala brincando sobre a rivalidade entre os times de futebol: “Nós não somos iguais. Ele é corintiano, eu sou santista”. Em seguida, expressou otimismo, afirmando: “O que anda para trás é caranguejo. Vamos para frente, Lula presidente”.

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A convenção nacional do PSB também aprovou a coligação com o PT, repetindo a composição vencedora de 2022. O evento, conduzido pelo presidente nacional do partido, João Campos (PSB), contou com a presença de importantes figuras políticas, incluindo Luiz Inácio Lula da Silva e diversos ministros e deputados.

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) criticou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a convenção nacional do PSB (Partido Socialista Brasileiro), realizada em Brasília. O evento, que ocorreu no dia 29 de julho de 2026, oficializou Alckmin como candidato à reeleição na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em seu discurso ao lado de Lula, Alckmin enfatizou que “não é possível defender a liberdade enquanto se tenta derrubar a democracia”. Ele mencionou o uso da estrutura do Estado no segundo turno das eleições de 2022, que, segundo ele, dificultou o deslocamento de eleitores e tentou impedir a posse do governo eleito. Alckmin afirmou que políticos que não reconhecem a democracia e a vontade popular não deveriam participar de eleições.

“Não é possível falar em liberdade, como no 2º turno da última eleição, utilizando o aparato do Estado para impedir as pessoas de votarem legitimamente e tentando impedir a eleição, propondo a derrubada de governo eleito. Aliás, quem não acredita na democracia não devia nem disputar eleição, não devia pedir o voto para o povo brasileiro, se não acredita no povo, que deve ser o protagonista de todas as eleições”, declarou.

Além disso, Alckmin contestou o lema “Deus, pátria, família e liberdade”, associado ao bolsonarismo, afirmando que o nome de Deus não deve ser utilizado para promover ódio e violência. Ele também ressaltou que a ideia de pátria não condiz com ações que prejudicam os interesses do país e dos trabalhadores brasileiros. Em sua visão, a democracia é a guardiã da liberdade.

Alckmin ainda fez referência às cerca de 700 mil mortes pela covid-19 no Brasil, atribuindo a responsabilidade ao governo anterior por “displicência” e “descaso” na condução da pandemia.

O vice-presidente também defendeu a gestão de Lula, citando avanços nas áreas de emprego, renda, habitação, educação e saúde. Ele destacou a reforma tributária, a ampliação da isenção do Imposto de Renda, a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida e o aumento dos recursos destinados ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Ao agradecer ao PSB pela indicação, Alckmin afirmou que a escolha aumentava sua responsabilidade e prometeu apoio ao presidente durante a campanha. “Quero dizer ao presidente Lula que conte conosco, com lealdade, com dedicação”, declarou.

Em tom descontraído, ele finalizou sua fala brincando sobre a rivalidade entre os times de futebol: “Nós não somos iguais. Ele é corintiano, eu sou santista”. Em seguida, expressou otimismo, afirmando: “O que anda para trás é caranguejo. Vamos para frente, Lula presidente”.

A convenção nacional do PSB também aprovou a coligação com o PT, repetindo a composição vencedora de 2022. O evento, conduzido pelo presidente nacional do partido, João Campos (PSB), contou com a presença de importantes figuras políticas, incluindo Luiz Inácio Lula da Silva e diversos ministros e deputados.

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