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Aracaju, Terça-feira, 3 de novembro de 2026
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Tecnologia

Alta de chips pode elevar preço do iPhone em 2027

Apple alerta que alta dos chips de memória deve pressionar custos e margens, e pode levar a reajustes nos preços do iPhone em 2027.

03/11/2026 · 09h39
Alta de chips pode elevar preço do iPhone em 2027

A Apple alertou que o preço dos chips de memória deve continuar subindo em 2027, pressionando os custos de produção de iPhones e iPads. Durante a apresentação dos resultados financeiros, o CEO John Ternus classificou a atual alta como inédita e admitiu que a empresa terá dificuldades para evitar impactos maiores em suas margens de lucro nos próximos trimestres.

A preocupação apareceu na previsão para o trimestre encerrado em dezembro, período que inclui as festas de fim de ano e costuma ser importante para as vendas da companhia. A Apple espera uma margem bruta entre 45% e 46%, abaixo dos 47,9% registrados no trimestre anterior.

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O resultado também ficou abaixo da expectativa de analistas, que projetavam uma margem de aproximadamente 46,7%. Segundo o diretor financeiro Kevan Parekh, o encarecimento das memórias é o principal responsável pela queda prevista.

Ternus explicou que a empresa já sente os efeitos do aumento nos preços dos componentes. De acordo com o executivo, os custos de memória cresceram em relação ao trimestre anterior e devem avançar ainda mais até o fim do ano. A companhia conseguiu amenizar parte desse impacto com estoques comprados anteriormente e com reduções no preço de outros componentes. Reajustes em alguns produtos também ajudaram a compensar os gastos maiores.

Recentemente, a Apple aumentou o preço de alguns modelos do iPhone 17 em US$ 100 (cerca de R$ 512). A empresa ainda elevou seus compromissos de compra com fornecedores em US$ 33 bilhões (aproximadamente R$ 168,96 bilhões) entre junho e setembro para garantir o abastecimento de componentes e reduzir os riscos de falta de memória.

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Mesmo com grande poder de negociação, a fabricante não consegue escapar completamente da inflação dos chips. O benefício de trabalhar com estoques adquiridos por preços menores também deverá diminuir ao longo do tempo, reduzindo a proteção contra altas futuras.

O diretor de operações Sabih Khan informou que as limitações no fornecimento de memórias devem afetar as entregas de iPads durante o trimestre de dezembro. A pressão ocorre em um momento de expansão do catálogo da empresa, que lançou novos computadores e produtos para casa inteligente, além de adotar um calendário diferente para os iPhones, distribuindo lançamentos ao longo do ano.

No trimestre fiscal encerrado em setembro, a Apple registrou receita de US$ 114,48 bilhões (cerca de R$ 586,14 bilhões), crescimento anual de 11,7%. O lucro por ação chegou a US$ 2,10 (aproximadamente R$ 10,75), acima da previsão de US$ 1,99. As vendas de iPhones somaram US$ 57,58 bilhões (R$ 294,81 bilhões), alta de 17,5% em um ano. Mesmo com os bons números, as ações da companhia chegaram a cair 4% durante a teleconferência de resultados, após a divulgação das previsões de margem.

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A continuidade da alta das memórias em 2027 pode obrigar a Apple a rever preços e estratégias de produção para proteger sua rentabilidade, o que torna possível um novo aumento nos valores dos iPhones no próximo ano.

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A Apple alertou que o preço dos chips de memória deve continuar subindo em 2027, pressionando os custos de produção de iPhones e iPads. Durante a apresentação dos resultados financeiros, o CEO John Ternus classificou a atual alta como inédita e admitiu que a empresa terá dificuldades para evitar impactos maiores em suas margens de lucro nos próximos trimestres.

A preocupação apareceu na previsão para o trimestre encerrado em dezembro, período que inclui as festas de fim de ano e costuma ser importante para as vendas da companhia. A Apple espera uma margem bruta entre 45% e 46%, abaixo dos 47,9% registrados no trimestre anterior.

O resultado também ficou abaixo da expectativa de analistas, que projetavam uma margem de aproximadamente 46,7%. Segundo o diretor financeiro Kevan Parekh, o encarecimento das memórias é o principal responsável pela queda prevista.

Ternus explicou que a empresa já sente os efeitos do aumento nos preços dos componentes. De acordo com o executivo, os custos de memória cresceram em relação ao trimestre anterior e devem avançar ainda mais até o fim do ano. A companhia conseguiu amenizar parte desse impacto com estoques comprados anteriormente e com reduções no preço de outros componentes. Reajustes em alguns produtos também ajudaram a compensar os gastos maiores.

Recentemente, a Apple aumentou o preço de alguns modelos do iPhone 17 em US$ 100 (cerca de R$ 512). A empresa ainda elevou seus compromissos de compra com fornecedores em US$ 33 bilhões (aproximadamente R$ 168,96 bilhões) entre junho e setembro para garantir o abastecimento de componentes e reduzir os riscos de falta de memória.

Mesmo com grande poder de negociação, a fabricante não consegue escapar completamente da inflação dos chips. O benefício de trabalhar com estoques adquiridos por preços menores também deverá diminuir ao longo do tempo, reduzindo a proteção contra altas futuras.

O diretor de operações Sabih Khan informou que as limitações no fornecimento de memórias devem afetar as entregas de iPads durante o trimestre de dezembro. A pressão ocorre em um momento de expansão do catálogo da empresa, que lançou novos computadores e produtos para casa inteligente, além de adotar um calendário diferente para os iPhones, distribuindo lançamentos ao longo do ano.

No trimestre fiscal encerrado em setembro, a Apple registrou receita de US$ 114,48 bilhões (cerca de R$ 586,14 bilhões), crescimento anual de 11,7%. O lucro por ação chegou a US$ 2,10 (aproximadamente R$ 10,75), acima da previsão de US$ 1,99. As vendas de iPhones somaram US$ 57,58 bilhões (R$ 294,81 bilhões), alta de 17,5% em um ano. Mesmo com os bons números, as ações da companhia chegaram a cair 4% durante a teleconferência de resultados, após a divulgação das previsões de margem.

A continuidade da alta das memórias em 2027 pode obrigar a Apple a rever preços e estratégias de produção para proteger sua rentabilidade, o que torna possível um novo aumento nos valores dos iPhones no próximo ano.

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