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Angélica diz que rivalidade entre ela, Xuxa e Eliana foi alimentada e chegou a ser acreditada pelas próprias

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Angélica diz que rivalidade entre ela, Xuxa e Eliana foi alimentada e chegou a ser acreditada pelas próprias

Angélica relembrou a disputa construída em torno de sua imagem e das apresentadoras Xuxa Meneghel e Eliana durante entrevista ao podcast "Cá Entre...

05/06/2026 · 17h18
Angélica diz que rivalidade entre ela, Xuxa e Eliana foi alimentada e chegou a ser acreditada pelas próprias

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Angélica relembrou a disputa construída em torno de sua imagem e das apresentadoras Xuxa Meneghel e Eliana durante entrevista ao podcast “Cá Entre Nós”, apresentado por Fátima Bernardes e Beatriz Bonemer. A artista disse que, nos anos 1990, as três acabaram absorvendo a narrativa de rivalidade que vinha sendo difundida pela imprensa e por terceiros.

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Segundo Angélica, todas trabalhavam com programas infantis de grande audiência na televisão e foram frequentemente colocadas em posições de competição. Ela afirmou que, por causa desse ambiente, chegou um momento em que elas mesmas passaram a acreditar que havia uma disputa real entre elas.

Em sua fala no podcast, a apresentadora comparou a construção desse conflito com situações de rivalidade que ocorrem na escola, na universidade e no ambiente profissional, mas ressaltou que, por ocorrer na TV, a competição ganhou proporções muito maiores. Ela explicou que a insistência nessa narrativa não favorecia as artistas, mas sim outros interesses.

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Angélica apontou que a criação do antagonismo serviu para alimentar um “Fla-Flu” midiático, beneficiando a imprensa e homens que lucravam com a polarização. Em contrapartida, destacou que essa postura não era vantajosa para as mulheres envolvidas, nem para o exemplo que se queria passar às meninas que as acompanhavam.

Ao comentar os efeitos dessa construção, a apresentadora disse que o modelo incentivava meninas a aprenderem a rivalizar entre si, tomando as próprias ídolas como referência de competição em vez de cooperação. Por isso, classificou o episódio como algo negativo para a formação de público jovem.

Angélica relatou que, com o tempo, elas perceberam o problema e romperam com a dinâmica: houve um momento em que decidiram que aquela história deveria acabar e que a narrativa de confronto não representava mais a realidade entre elas.

O depoimento ocorreu durante a participação de Angélica no podcast “Cá Entre Nós”, no qual a apresentadora revisitou lembranças da carreira e refletiu sobre os impactos da rivalidade midiática.

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Angélica relembrou a disputa construída em torno de sua imagem e das apresentadoras Xuxa Meneghel e Eliana durante entrevista ao podcast “Cá Entre Nós”, apresentado por Fátima Bernardes e Beatriz Bonemer. A artista disse que, nos anos 1990, as três acabaram absorvendo a narrativa de rivalidade que vinha sendo difundida pela imprensa e por terceiros.

Segundo Angélica, todas trabalhavam com programas infantis de grande audiência na televisão e foram frequentemente colocadas em posições de competição. Ela afirmou que, por causa desse ambiente, chegou um momento em que elas mesmas passaram a acreditar que havia uma disputa real entre elas.

Em sua fala no podcast, a apresentadora comparou a construção desse conflito com situações de rivalidade que ocorrem na escola, na universidade e no ambiente profissional, mas ressaltou que, por ocorrer na TV, a competição ganhou proporções muito maiores. Ela explicou que a insistência nessa narrativa não favorecia as artistas, mas sim outros interesses.

Angélica apontou que a criação do antagonismo serviu para alimentar um “Fla-Flu” midiático, beneficiando a imprensa e homens que lucravam com a polarização. Em contrapartida, destacou que essa postura não era vantajosa para as mulheres envolvidas, nem para o exemplo que se queria passar às meninas que as acompanhavam.

Ao comentar os efeitos dessa construção, a apresentadora disse que o modelo incentivava meninas a aprenderem a rivalizar entre si, tomando as próprias ídolas como referência de competição em vez de cooperação. Por isso, classificou o episódio como algo negativo para a formação de público jovem.

Angélica relatou que, com o tempo, elas perceberam o problema e romperam com a dinâmica: houve um momento em que decidiram que aquela história deveria acabar e que a narrativa de confronto não representava mais a realidade entre elas.

O depoimento ocorreu durante a participação de Angélica no podcast “Cá Entre Nós”, no qual a apresentadora revisitou lembranças da carreira e refletiu sobre os impactos da rivalidade midiática.

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