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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Aracaju registra alta de 60,3% nas notificações de violência contra mulheres

Aracaju registrou 359 notificações de violência contra mulheres entre janeiro e junho de 2026, alta de 60,3% em relação ao mesmo período de 2025. Durante o Agosto Lilás, a rede municipal de Saúde reforça ações de acolhimento e prevenção.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h20
Aracaju registra alta de 60,3% nas notificações de violência contra mulheres

Aracaju registrou 359 notificações de violência contra mulheres entre janeiro e junho de 2026, alta de 60,3% em relação ao mesmo período de 2025. Durante o Agosto Lilás, a rede municipal de Saúde reforça ações de acolhimento e prevenção.

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), intensifica durante o Agosto Lilás as ações de conscientização e enfrentamento à violência contra as mulheres. Coordenadas pelo Núcleo de Prevenção de Violência e Acidentes (Nupeva), as atividades buscam ampliar a informação, o acolhimento e a preparação dos profissionais da rede municipal para interromper ciclos de violência.

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Entre 2020 e 2025, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan/Viva) registrou 2.677 notificações de violência contra mulheres residentes em Aracaju. Desse total, 1.643 ocorrências aconteceram na própria residência das vítimas. Mais da metade dos registros envolve mulheres entre 18 e 39 anos, e os bairros Santa Maria, Santos Dumont e Olaria concentram o maior número de notificações.

O município também contabilizou 229 notificações de violência autoprovocada associadas a situações de sofrimento agudo em contextos de vínculos tóxicos ou abusivos. Dados parciais de 2026 reforçam a necessidade de um trabalho permanente: entre janeiro e junho, foram registradas 359 notificações, ante 224 no mesmo período de 2025, o que representa aumento de aproximadamente 60,3%.

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Diante do cenário, o Nupeva promove ações de educação permanente em Centros de Atenção Psicossocial (Caps), no Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (Cemar), nas Unidades de Saúde da Família (USFs), hospitais e outros serviços da rede municipal. As orientações abordam a Lei Maria da Penha, as políticas públicas de proteção às mulheres, a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a importância da notificação como instrumento de cuidado e planejamento de políticas públicas.

Segundo a referência técnica do Nupeva, Lidiane Gonçalves, a atuação dos profissionais de saúde deve começar pelo acolhimento e pela escuta qualificada, sem julgamentos. O processo inclui a identificação de possíveis sinais de violência, a notificação e o encaminhamento das mulheres aos serviços da rede de proteção.

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Aracaju registrou 359 notificações de violência contra mulheres entre janeiro e junho de 2026, alta de 60,3% em relação ao mesmo período de 2025. Durante o Agosto Lilás, a rede municipal de Saúde reforça ações de acolhimento e prevenção.

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), intensifica durante o Agosto Lilás as ações de conscientização e enfrentamento à violência contra as mulheres. Coordenadas pelo Núcleo de Prevenção de Violência e Acidentes (Nupeva), as atividades buscam ampliar a informação, o acolhimento e a preparação dos profissionais da rede municipal para interromper ciclos de violência.

Entre 2020 e 2025, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan/Viva) registrou 2.677 notificações de violência contra mulheres residentes em Aracaju. Desse total, 1.643 ocorrências aconteceram na própria residência das vítimas. Mais da metade dos registros envolve mulheres entre 18 e 39 anos, e os bairros Santa Maria, Santos Dumont e Olaria concentram o maior número de notificações.

O município também contabilizou 229 notificações de violência autoprovocada associadas a situações de sofrimento agudo em contextos de vínculos tóxicos ou abusivos. Dados parciais de 2026 reforçam a necessidade de um trabalho permanente: entre janeiro e junho, foram registradas 359 notificações, ante 224 no mesmo período de 2025, o que representa aumento de aproximadamente 60,3%.

Diante do cenário, o Nupeva promove ações de educação permanente em Centros de Atenção Psicossocial (Caps), no Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (Cemar), nas Unidades de Saúde da Família (USFs), hospitais e outros serviços da rede municipal. As orientações abordam a Lei Maria da Penha, as políticas públicas de proteção às mulheres, a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a importância da notificação como instrumento de cuidado e planejamento de políticas públicas.

Segundo a referência técnica do Nupeva, Lidiane Gonçalves, a atuação dos profissionais de saúde deve começar pelo acolhimento e pela escuta qualificada, sem julgamentos. O processo inclui a identificação de possíveis sinais de violência, a notificação e o encaminhamento das mulheres aos serviços da rede de proteção.

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