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Avenged Sevenfold revela universo visual inédito no Rock in Rio

Avenged Sevenfold estreia neste sábado (5) no Rock in Rio novo conceito visual em três atos, criado pelo estúdio See You Later e design de Jordan Coopersmith.

05/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h57
Avenged Sevenfold revela universo visual inédito no Rock in Rio

O estúdio See You Later e o designer Jordan Coopersmith levam ao Palco Mundo uma cenografia inédita neste sábado. O show se desenrola em três atos — Monólito, fragmentação e dissolução — e narra só por imagem e luz.

O Avenged Sevenfold chega neste sábado (5) ao Rock in Rio para apresentar uma identidade visual inédita no Palco Mundo. O novo conceito foi criado pelo estúdio criativo norte-americano See You Later, que assina a direção criativa e a animação do show. O design de palco é de Jordan Coopersmith.

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A proposta visual da banda aposta na contenção em vez do excesso, traduzida em um universo estruturado em três “atos arquitetônicos”: o Monólito, sua fragmentação e, por fim, a dissolução em algo imaterial e infinito. A narrativa será contada apenas por imagem e luz, integrando o conteúdo visual à arquitetura automatizada de LEDs do palco, que permitirá construir e desmontar os elementos ao vivo, em sincronia com a música.

O estúdio detalhou ainda que a escala do Palco Mundo influenciou diretamente o desenho do espetáculo, porque a grande quantidade de telas de LED transforma o painel em elemento estrutural e não apenas em suporte para imagens. A intenção é preservar a linguagem visual da turnê, mas adaptá‑la para um formato muito maior, de modo que a arquitetura permaneça legível mesmo à distância.

Veja trechos do que o estúdio See You Later explicou sobre o projeto:

“A escala do Palco Mundo nos dá a oportunidade de reforçar uma ideia que já era central no show: tratar as telas como arquitetura, e não apenas como superfícies para conteúdo.”

“Para o Rock in Rio, queríamos preservar a linguagem visual da turnê permitindo que ela existisse em uma escala muito maior. A arquitetura precisava continuar legível de muito longe, então alguns dos gestos mais simples se tornam os mais poderosos.”

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O processo criativo procurou estabelecer sensações mais do que apontar referências visuais diretas. Segundo o estúdio, a primeira orientação da banda foi clara: a ideia era criar algo potente por meio da contenção, não do excesso. A luz e o vídeo foram pensados como extensões da arquitetura do palco, capazes de deslocar o show de um caráter rígido e monumental para cenas cada vez mais abstratas e atmosféricas.

“A direção inicial da banda foi muito intencional: criar algo poderoso através da contenção, e não do excesso.”

“Ele começa com o Monólito: algo rígido, físico e contido. Depois, essa estrutura começa a se desestabilizar e se fragmentar. No ato final, a arquitetura essencialmente se dissolve, e o que resta é mais atmosférico, aberto e imaterial.”

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A proposta busca dar uma progressão emocional ao set sem forçar uma narrativa literal sobre as letras: do estado de compressão à ruptura e, por fim, à liberação. Com a integração entre mundo físico e conteúdo digital, a intenção é que o palco seja percebido como um único ambiente, em que o LED funciona como parede, vazio, volume ou fonte de luz, conforme o momento do espetáculo.

O show será transmitido ao vivo, então muita gente vai acompanhar pela televisão, e não pessoalmente.

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O estúdio See You Later e o designer Jordan Coopersmith levam ao Palco Mundo uma cenografia inédita neste sábado. O show se desenrola em três atos — Monólito, fragmentação e dissolução — e narra só por imagem e luz.

O Avenged Sevenfold chega neste sábado (5) ao Rock in Rio para apresentar uma identidade visual inédita no Palco Mundo. O novo conceito foi criado pelo estúdio criativo norte-americano See You Later, que assina a direção criativa e a animação do show. O design de palco é de Jordan Coopersmith.

A proposta visual da banda aposta na contenção em vez do excesso, traduzida em um universo estruturado em três “atos arquitetônicos”: o Monólito, sua fragmentação e, por fim, a dissolução em algo imaterial e infinito. A narrativa será contada apenas por imagem e luz, integrando o conteúdo visual à arquitetura automatizada de LEDs do palco, que permitirá construir e desmontar os elementos ao vivo, em sincronia com a música.

O estúdio detalhou ainda que a escala do Palco Mundo influenciou diretamente o desenho do espetáculo, porque a grande quantidade de telas de LED transforma o painel em elemento estrutural e não apenas em suporte para imagens. A intenção é preservar a linguagem visual da turnê, mas adaptá‑la para um formato muito maior, de modo que a arquitetura permaneça legível mesmo à distância.

Veja trechos do que o estúdio See You Later explicou sobre o projeto:

“A escala do Palco Mundo nos dá a oportunidade de reforçar uma ideia que já era central no show: tratar as telas como arquitetura, e não apenas como superfícies para conteúdo.”

“Para o Rock in Rio, queríamos preservar a linguagem visual da turnê permitindo que ela existisse em uma escala muito maior. A arquitetura precisava continuar legível de muito longe, então alguns dos gestos mais simples se tornam os mais poderosos.”

O processo criativo procurou estabelecer sensações mais do que apontar referências visuais diretas. Segundo o estúdio, a primeira orientação da banda foi clara: a ideia era criar algo potente por meio da contenção, não do excesso. A luz e o vídeo foram pensados como extensões da arquitetura do palco, capazes de deslocar o show de um caráter rígido e monumental para cenas cada vez mais abstratas e atmosféricas.

“A direção inicial da banda foi muito intencional: criar algo poderoso através da contenção, e não do excesso.”

“Ele começa com o Monólito: algo rígido, físico e contido. Depois, essa estrutura começa a se desestabilizar e se fragmentar. No ato final, a arquitetura essencialmente se dissolve, e o que resta é mais atmosférico, aberto e imaterial.”

A proposta busca dar uma progressão emocional ao set sem forçar uma narrativa literal sobre as letras: do estado de compressão à ruptura e, por fim, à liberação. Com a integração entre mundo físico e conteúdo digital, a intenção é que o palco seja percebido como um único ambiente, em que o LED funciona como parede, vazio, volume ou fonte de luz, conforme o momento do espetáculo.

O show será transmitido ao vivo, então muita gente vai acompanhar pela televisão, e não pessoalmente.

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