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BCB libera aumento de limites do Pix por aproximação

A partir de 1º de outubro o Pix por aproximação perde o teto de R$ 500; clientes poderão pedir ajuste de limite pelo app, respeitando regras de segurança.

02/10/2026 · 20h33
BCB libera aumento de limites do Pix por aproximação

O Banco Central aboliu o teto de R$ 500 por transação no Pix por aproximação. Clientes poderão pedir ao banco ajuste dos limites, que seguem regras de segurança e valem também para QR Code, chaves e operações JSR.

O Pix por aproximação passa a ter novas regras a partir desta quinta-feira (1º). O Banco Central retirou o teto específico de R$ 500 por transação para essa modalidade. Com a mudança, o cliente poderá pedir ao banco o aumento ou a redução dos limites aplicados às operações, que continuarão sujeitos às regras de segurança de cada conta.

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A alteração foi estabelecida pela Instrução Normativa BCB nº 746, publicada em junho. A medida também alcançará transações realizadas por Código QR, chaves de acesso e operações iniciadas pela jornada sem redirecionamento (JSR) do Open Finance.

O que muda

  • Fim do teto fixo: o teto fixo de R$ 500 deixa de existir a partir de 1º de outubro;
  • Gestão de limites: o cliente poderá pedir aumento ou redução dos limites;
  • Pagamentos superiores: os pagamentos poderão superar R$ 500, desde que estejam dentro dos limites da conta;
  • Ferramenta no app: o banco deverá disponibilizar uma ferramenta de gerenciamento no aplicativo;
  • Segurança: as regras gerais de segurança do Pix continuarão valendo.

Não haverá, portanto, um novo teto único para substituir os R$ 500. Um cliente poderá fazer uma transação de R$ 600 ou de R$ 1 mil por aproximação se o limite de sua conta permitir.

Como ajustar

  • Acessar o aplicativo da instituição financeira;
  • Localizar as configurações do Pix;
  • Acessar a área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação;
  • Pedir aumento ou redução do valor permitido;
  • Seguir as etapas de autenticação exigidas pelo banco.

A mudança do limite será feita pelo aplicativo da instituição financeira. A ferramenta deverá permitir que o cliente gerencie os valores autorizados para esse tipo de operação. O procedimento pode variar conforme o banco.

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Como funciona

O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e a máquina de pagamento sem a necessidade de digitar dados. Disponível desde fevereiro de 2025, a modalidade poderá ser usada diretamente pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis.

Para ativar

  • Abrir a carteira digital do celular;
  • Escolher vincular uma conta;
  • Autorizar vinculação pelo aplicativo do banco;
  • Confirmar a ativação do Pix por aproximação.

Para pagar

  • Informar o estabelecimento que fará o pagamento via Pix;
  • Conferir dados e valor da cobrança;
  • Aproximar o celular da máquina;
  • Fazer a autenticação exigida e confirmar o pagamento.

Atenção aos golpes

  • Conferir o valor exibido na maquininha e no celular;
  • Verificar o estabelecimento antes de aproximar o aparelho;
  • Manter bloqueio de tela e mecanismos de autenticação ativos;
  • Não entregar o celular desbloqueado a terceiros;
  • Acompanhar as notificações das transações;
  • Revisar limites configurados no aplicativo do banco.

Modalidade em expansão

O Pix foi criado em 2020 e se consolidou como um dos principais meios de pagamento do país. Em agosto, o sistema movimentou mais de R$ 3,73 trilhões e registrou cerca de 8,11 bilhões de transações. O Pix por aproximação, no entanto, ainda terá participação reduzida: em agosto a modalidade registrou cerca de 2 milhões de transações, o equivalente a 0,06% do total no mês. Ainda assim, o volume vem crescendo: em janeiro a modalidade somou 1,06 milhão de operações.

Em Sergipe, usuários e estabelecimentos deverão acompanhar as mudanças e conferir as atualizações nos aplicativos das suas instituições financeiras para ajustar limites e manter mecanismos de proteção ativos.

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O Banco Central aboliu o teto de R$ 500 por transação no Pix por aproximação. Clientes poderão pedir ao banco ajuste dos limites, que seguem regras de segurança e valem também para QR Code, chaves e operações JSR.

O Pix por aproximação passa a ter novas regras a partir desta quinta-feira (1º). O Banco Central retirou o teto específico de R$ 500 por transação para essa modalidade. Com a mudança, o cliente poderá pedir ao banco o aumento ou a redução dos limites aplicados às operações, que continuarão sujeitos às regras de segurança de cada conta.

A alteração foi estabelecida pela Instrução Normativa BCB nº 746, publicada em junho. A medida também alcançará transações realizadas por Código QR, chaves de acesso e operações iniciadas pela jornada sem redirecionamento (JSR) do Open Finance.

O que muda

  • Fim do teto fixo: o teto fixo de R$ 500 deixa de existir a partir de 1º de outubro;
  • Gestão de limites: o cliente poderá pedir aumento ou redução dos limites;
  • Pagamentos superiores: os pagamentos poderão superar R$ 500, desde que estejam dentro dos limites da conta;
  • Ferramenta no app: o banco deverá disponibilizar uma ferramenta de gerenciamento no aplicativo;
  • Segurança: as regras gerais de segurança do Pix continuarão valendo.

Não haverá, portanto, um novo teto único para substituir os R$ 500. Um cliente poderá fazer uma transação de R$ 600 ou de R$ 1 mil por aproximação se o limite de sua conta permitir.

Como ajustar

  • Acessar o aplicativo da instituição financeira;
  • Localizar as configurações do Pix;
  • Acessar a área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação;
  • Pedir aumento ou redução do valor permitido;
  • Seguir as etapas de autenticação exigidas pelo banco.

A mudança do limite será feita pelo aplicativo da instituição financeira. A ferramenta deverá permitir que o cliente gerencie os valores autorizados para esse tipo de operação. O procedimento pode variar conforme o banco.

Como funciona

O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e a máquina de pagamento sem a necessidade de digitar dados. Disponível desde fevereiro de 2025, a modalidade poderá ser usada diretamente pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis.

Para ativar

  • Abrir a carteira digital do celular;
  • Escolher vincular uma conta;
  • Autorizar vinculação pelo aplicativo do banco;
  • Confirmar a ativação do Pix por aproximação.

Para pagar

  • Informar o estabelecimento que fará o pagamento via Pix;
  • Conferir dados e valor da cobrança;
  • Aproximar o celular da máquina;
  • Fazer a autenticação exigida e confirmar o pagamento.

Atenção aos golpes

  • Conferir o valor exibido na maquininha e no celular;
  • Verificar o estabelecimento antes de aproximar o aparelho;
  • Manter bloqueio de tela e mecanismos de autenticação ativos;
  • Não entregar o celular desbloqueado a terceiros;
  • Acompanhar as notificações das transações;
  • Revisar limites configurados no aplicativo do banco.

Modalidade em expansão

O Pix foi criado em 2020 e se consolidou como um dos principais meios de pagamento do país. Em agosto, o sistema movimentou mais de R$ 3,73 trilhões e registrou cerca de 8,11 bilhões de transações. O Pix por aproximação, no entanto, ainda terá participação reduzida: em agosto a modalidade registrou cerca de 2 milhões de transações, o equivalente a 0,06% do total no mês. Ainda assim, o volume vem crescendo: em janeiro a modalidade somou 1,06 milhão de operações.

Em Sergipe, usuários e estabelecimentos deverão acompanhar as mudanças e conferir as atualizações nos aplicativos das suas instituições financeiras para ajustar limites e manter mecanismos de proteção ativos.

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