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Black Pantera retorna ao Rock in Rio e se une à Nervosa no Sunset

Black Pantera volta ao Rock in Rio neste sábado (5) e divide o Palco Sunset com a Nervosa às 17h50, com repertório e participações mútuas.

05/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h57
Black Pantera retorna ao Rock in Rio e se une à Nervosa no Sunset

O trio mineiro Black Pantera toca neste sábado (5) no Palco Sunset do Rock in Rio, às 17h50. Dividindo o palco com a Nervosa, é a terceira passagem pelo festival; Pancho chama a estreia de 'virada de chave'.

O Black Pantera volta ao Rock in Rio neste sábado (5), pela terceira vez na história da banda. O trio mineiro formado por Chaene da Gama, Charles Gama e Rodrigo “Pancho” Augusto vai dividir o Palco Sunset com a Nervosa. A apresentação acontece às 17h50 e promete unir duas das principais forças do metal brasileiro com atuação internacional.

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O baterista Rodrigo “Pancho” Augusto ressalta o peso das primeiras passagens pelo festival para a trajetória do grupo.

“A primeira vez foi uma viradinha de chave para a banda”, afirma, lembrando o show de 2022, realizado após a pandemia e transmitido ao vivo.

Desde então, o Black Pantera lançou os álbuns de estúdio Perpétuo (2024) e Continental (2026), ampliou a presença fora do Brasil e passou a ocupar espaços maiores dentro da cena. Sobre levar a mensagem a um público mais amplo, Pancho afirma:

“A gente consegue expandir bastante a nossa mensagem”, diz o baterista sobre a importância de tocar para um público que talvez não frequentasse festivais menores ou eventos underground.

O encontro com a Nervosa tem também um componente simbólico de afinidade entre pautas. Chaene da Gama destaca a convergência entre as posições das duas bandas.

“A Nervosa sempre teve um posicionamento nas questões feministas e o Black Pantera é uma banda antirracista, então acaba que as pautas convergem e dialogam”, explica Chaene.

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A apresentação será marcada por repertório compartilhado e participações entre as bandas. Chaene antecipa momentos especiais e tributos durante o set.

“A gente vai tocar a música delas, elas também vão tocar as nossas”, conta. “Também devemos fazer alguns tributos a artistas que estão fora dessa questão Black Pantera e Nervosa. Então podem esperar algumas surpresas.”

O show acontece semanas depois do lançamento de Continental, quinto álbum de estúdio do Black Pantera, lançado em 21 de agosto pela Deck. O disco reúne participações de Duquesa, Sandra Sá e Derrick Green, vocalista do Sepultura, ampliando a mistura de referências e sonoridades que atravessa o trabalho. As faixas com participações especiais também ganharam clipes, que fazem parte de um projeto audiovisual de 17 minutos relacionado ao disco.

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Mais do que repetir a experiência das passagens anteriores pelo festival, a banda chega interessada em ampliar a conexão com o público e em apresentar o novo trabalho.

“A gente continua aprendendo, continua querendo saber, continua querendo expandir o nosso som, não se repetir, mas continuar levando a mensagem”, afirma Chaene.

O Black Pantera já passou por vários festivais importantes e esta será a terceira vez no Rock in Rio. As bandas já dividiram palco em outras ocasiões, inclusive no Circo Voador, e levam para o Palco Sunset uma proposta de diálogo entre gerações do metal nacional, com repertório compartilhado, participações e homenagens durante a apresentação.

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O trio mineiro Black Pantera toca neste sábado (5) no Palco Sunset do Rock in Rio, às 17h50. Dividindo o palco com a Nervosa, é a terceira passagem pelo festival; Pancho chama a estreia de 'virada de chave'.

O Black Pantera volta ao Rock in Rio neste sábado (5), pela terceira vez na história da banda. O trio mineiro formado por Chaene da Gama, Charles Gama e Rodrigo “Pancho” Augusto vai dividir o Palco Sunset com a Nervosa. A apresentação acontece às 17h50 e promete unir duas das principais forças do metal brasileiro com atuação internacional.

O baterista Rodrigo “Pancho” Augusto ressalta o peso das primeiras passagens pelo festival para a trajetória do grupo.

“A primeira vez foi uma viradinha de chave para a banda”, afirma, lembrando o show de 2022, realizado após a pandemia e transmitido ao vivo.

Desde então, o Black Pantera lançou os álbuns de estúdio Perpétuo (2024) e Continental (2026), ampliou a presença fora do Brasil e passou a ocupar espaços maiores dentro da cena. Sobre levar a mensagem a um público mais amplo, Pancho afirma:

“A gente consegue expandir bastante a nossa mensagem”, diz o baterista sobre a importância de tocar para um público que talvez não frequentasse festivais menores ou eventos underground.

O encontro com a Nervosa tem também um componente simbólico de afinidade entre pautas. Chaene da Gama destaca a convergência entre as posições das duas bandas.

“A Nervosa sempre teve um posicionamento nas questões feministas e o Black Pantera é uma banda antirracista, então acaba que as pautas convergem e dialogam”, explica Chaene.

A apresentação será marcada por repertório compartilhado e participações entre as bandas. Chaene antecipa momentos especiais e tributos durante o set.

“A gente vai tocar a música delas, elas também vão tocar as nossas”, conta. “Também devemos fazer alguns tributos a artistas que estão fora dessa questão Black Pantera e Nervosa. Então podem esperar algumas surpresas.”

O show acontece semanas depois do lançamento de Continental, quinto álbum de estúdio do Black Pantera, lançado em 21 de agosto pela Deck. O disco reúne participações de Duquesa, Sandra Sá e Derrick Green, vocalista do Sepultura, ampliando a mistura de referências e sonoridades que atravessa o trabalho. As faixas com participações especiais também ganharam clipes, que fazem parte de um projeto audiovisual de 17 minutos relacionado ao disco.

Mais do que repetir a experiência das passagens anteriores pelo festival, a banda chega interessada em ampliar a conexão com o público e em apresentar o novo trabalho.

“A gente continua aprendendo, continua querendo saber, continua querendo expandir o nosso som, não se repetir, mas continuar levando a mensagem”, afirma Chaene.

O Black Pantera já passou por vários festivais importantes e esta será a terceira vez no Rock in Rio. As bandas já dividiram palco em outras ocasiões, inclusive no Circo Voador, e levam para o Palco Sunset uma proposta de diálogo entre gerações do metal nacional, com repertório compartilhado, participações e homenagens durante a apresentação.

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