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Educação

Brasil propõe coalizão global pela alfabetização durante reunião de ministros do G20

O ministro da Educação, Camilo Santana, apresentou a proposta de criar uma coalizão global dedicada à alfabetização na idade certa durante a reunião de ministros da Educação do G20, realizada na África do Sul. O encontro reuniu autoridades de países-membros e representantes de organismos internacionais para discutir políticas voltadas aos primeiros anos de aprendizagem.

25/10/2025 · 10h20
Brasil propõe coalizão global pela alfabetização durante reunião de ministros do G20

O ministro da Educação, Camilo Santana, apresentou a proposta de criar uma coalizão global dedicada à alfabetização na idade certa durante a reunião de ministros da Educação do G20, realizada na África do Sul. O encontro reuniu autoridades de países-membros e representantes de organismos internacionais para discutir políticas voltadas aos primeiros anos de aprendizagem.

No pronunciamento, Santana afirmou que a iniciativa brasileira busca garantir que todas as crianças aprendam a ler e escrever no período adequado de desenvolvimento. “Discutimos a criação de uma coalizão global em defesa da alfabetização na idade certa, por entendermos a importância de assegurar esse direito às crianças”, declarou.

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Além da sessão plenária do G20, o ministro participou de uma reunião de alto nível do Fórum Ibas — mecanismo de cooperação formado por Índia, Brasil e África do Sul desde 2003. Estiveram presentes representantes da Unesco, do Unicef e da OCDE. O grupo debateu estratégias para acelerar a alfabetização e reforçou, em declaração conjunta, que a aprendizagem fundamental na primeira infância e nos primeiros anos do ensino básico deve ser prioridade global.

Santana defendeu o multilateralismo para ampliar o acesso e melhorar a qualidade da educação. Segundo ele, desafios como alcançar plena alfabetização e proficiência em matemática exigem ação urgente de governos, agências da ONU e sociedade civil.

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Neste ano, a presidência do Grupo de Trabalho de Educação do G20 (EdWG) ficou com a África do Sul, que elencou três temas centrais: aprendizagem na primeira infância, reconhecimento mútuo de qualificações acadêmicas e profissionais, e formação e valorização de docentes em um mundo em transformação. O Brasil presidiu o grupo em 2024.

“Apesar das diferenças, trabalhamos com o mesmo propósito: assegurar educação de qualidade para todos, garantindo que ninguém fique para trás”, concluiu Santana.

 

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O ministro da Educação, Camilo Santana, apresentou a proposta de criar uma coalizão global dedicada à alfabetização na idade certa durante a reunião de ministros da Educação do G20, realizada na África do Sul. O encontro reuniu autoridades de países-membros e representantes de organismos internacionais para discutir políticas voltadas aos primeiros anos de aprendizagem.

No pronunciamento, Santana afirmou que a iniciativa brasileira busca garantir que todas as crianças aprendam a ler e escrever no período adequado de desenvolvimento. “Discutimos a criação de uma coalizão global em defesa da alfabetização na idade certa, por entendermos a importância de assegurar esse direito às crianças”, declarou.

Além da sessão plenária do G20, o ministro participou de uma reunião de alto nível do Fórum Ibas — mecanismo de cooperação formado por Índia, Brasil e África do Sul desde 2003. Estiveram presentes representantes da Unesco, do Unicef e da OCDE. O grupo debateu estratégias para acelerar a alfabetização e reforçou, em declaração conjunta, que a aprendizagem fundamental na primeira infância e nos primeiros anos do ensino básico deve ser prioridade global.

Santana defendeu o multilateralismo para ampliar o acesso e melhorar a qualidade da educação. Segundo ele, desafios como alcançar plena alfabetização e proficiência em matemática exigem ação urgente de governos, agências da ONU e sociedade civil.

Neste ano, a presidência do Grupo de Trabalho de Educação do G20 (EdWG) ficou com a África do Sul, que elencou três temas centrais: aprendizagem na primeira infância, reconhecimento mútuo de qualificações acadêmicas e profissionais, e formação e valorização de docentes em um mundo em transformação. O Brasil presidiu o grupo em 2024.

“Apesar das diferenças, trabalhamos com o mesmo propósito: assegurar educação de qualidade para todos, garantindo que ninguém fique para trás”, concluiu Santana.

 

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