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Aracaju, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Buchecha convoca novas gerações do funk em ‘Liberta, DJ – Vol. 1’

Buchecha lançou "Liberta, DJ – Vol. 1", com oito faixas e participações de MC Maneirinho, Xamuel, Ceejay, MC GW, Puterrier e PK.

25/09/2026 · 06h34 · Atualizado às 16h53
Buchecha convoca novas gerações do funk em ‘Liberta, DJ – Vol. 1’

Oito faixas inéditas revisitam o funk melody e aproximam gerações do ritmo. Primeiro trabalho autoral desde 2014, o projeto reúne participações de MC Maneirinho, Xamuel, Ceejay, MC GW, Puterrier e PK.

Buchecha voltou a reunir músicas inéditas em um projeto ao lançar “Liberta, DJ – Vol. 1”, trabalho de oito faixas que recupera elementos do funk melody que marcou sua trajetória e aproxima essas referências de nomes de diferentes gerações do funk brasileiro. Disponível nas plataformas desde sexta-feira (18), o projeto é o primeiro trabalho autoral de inéditas do artista desde “Adesivo”, lançado em 2014.

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O projeto será dividido em dois volumes e, nesta primeira parte, conta com participações de MC Maneirinho, Xamuel, Ceejay, MC GW, Puterrier e PK. A apresentação do trabalho começou ainda em agosto, com “O Bonde Passou”, parceria de Buchecha com MC Maneirinho e DJ 2F.

A proposta do disco passa por aproximar referências da trajetória do cantor das transformações pelas quais o funk passou nas últimas décadas. Essa mistura aparece em faixas como “Adidas com Nike”, parceria com Xamuel que recupera o lado romântico associado ao trabalho de Claudinho e Buchecha. Em “Incandescente”, Ceejay se junta ao cantor em uma faixa que se aproxima do funk pop, enquanto MC GW participa de “Libidinosa”. Puterrier aparece em “Sapato Apertado” e PK participa de “Surto de Filáucia”. O repertório inclui ainda “Incondicional(mente)”, que combina o romantismo presente na obra do artista com elementos do funk contemporâneo.

A produção do projeto reúne nomes como Umberto Tavares, DJ 2F e Mousik.

“Eu quis fazer um projeto que tivesse a minha identidade, que trouxesse de volta essa coisa do romantismo que sempre esteve presente na minha música, mas sem olhar para trás o tempo inteiro”

explica Buchecha.

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Para o cantor, trabalhar com artistas de outras gerações também acompanha as mudanças do próprio gênero.

“O funk mudou, novas gerações chegaram e eu também mudei. ‘Liberta, DJ’ é justamente esse encontro entre quem eu fui, quem eu sou e tudo que ainda quero fazer.”

Buchecha começou sua trajetória ainda adolescente ao lado de Claudinho. A dupla se tornou um dos principais nomes do funk melody brasileiro nos anos 1990, misturando as batidas do funk carioca a letras românticas em músicas como “Conquista”, “Quero Te Encontrar”, “Só Love”, “Xereta” e “Fico Assim Sem Você”.

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O primeiro álbum de Claudinho e Buchecha chegou em 1996 e, segundo os dados divulgados no material do projeto, ultrapassou 1,2 milhão de cópias vendidas. No ano seguinte, “A Forma” também teria superado a marca de 1 milhão de unidades.

Após a morte de Claudinho, em 2002, Buchecha seguiu carreira solo e lançou seu primeiro trabalho dessa fase no ano seguinte. Desde então, transitou entre o funk, o pop e outros gêneros e colaborou com artistas como Lulu Santos, Lenine, Herbert Vianna, Adriana Calcanhotto e Paula Toller, além de se aproximar de gerações mais recentes do funk.

A história de Claudinho e Buchecha também chegou aos cinemas em 2023 com “Nosso Sonho”, dirigido por Eduardo Albergaria. Agora, “Liberta, DJ – Vol. 1” abre a primeira parte do retorno de Buchecha às inéditas. O projeto terá um segundo volume e, por enquanto, ainda não foi informada uma data para a continuação.

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Oito faixas inéditas revisitam o funk melody e aproximam gerações do ritmo. Primeiro trabalho autoral desde 2014, o projeto reúne participações de MC Maneirinho, Xamuel, Ceejay, MC GW, Puterrier e PK.

Buchecha voltou a reunir músicas inéditas em um projeto ao lançar “Liberta, DJ – Vol. 1”, trabalho de oito faixas que recupera elementos do funk melody que marcou sua trajetória e aproxima essas referências de nomes de diferentes gerações do funk brasileiro. Disponível nas plataformas desde sexta-feira (18), o projeto é o primeiro trabalho autoral de inéditas do artista desde “Adesivo”, lançado em 2014.

O projeto será dividido em dois volumes e, nesta primeira parte, conta com participações de MC Maneirinho, Xamuel, Ceejay, MC GW, Puterrier e PK. A apresentação do trabalho começou ainda em agosto, com “O Bonde Passou”, parceria de Buchecha com MC Maneirinho e DJ 2F.

A proposta do disco passa por aproximar referências da trajetória do cantor das transformações pelas quais o funk passou nas últimas décadas. Essa mistura aparece em faixas como “Adidas com Nike”, parceria com Xamuel que recupera o lado romântico associado ao trabalho de Claudinho e Buchecha. Em “Incandescente”, Ceejay se junta ao cantor em uma faixa que se aproxima do funk pop, enquanto MC GW participa de “Libidinosa”. Puterrier aparece em “Sapato Apertado” e PK participa de “Surto de Filáucia”. O repertório inclui ainda “Incondicional(mente)”, que combina o romantismo presente na obra do artista com elementos do funk contemporâneo.

A produção do projeto reúne nomes como Umberto Tavares, DJ 2F e Mousik.

“Eu quis fazer um projeto que tivesse a minha identidade, que trouxesse de volta essa coisa do romantismo que sempre esteve presente na minha música, mas sem olhar para trás o tempo inteiro”

explica Buchecha.

Para o cantor, trabalhar com artistas de outras gerações também acompanha as mudanças do próprio gênero.

“O funk mudou, novas gerações chegaram e eu também mudei. ‘Liberta, DJ’ é justamente esse encontro entre quem eu fui, quem eu sou e tudo que ainda quero fazer.”

Buchecha começou sua trajetória ainda adolescente ao lado de Claudinho. A dupla se tornou um dos principais nomes do funk melody brasileiro nos anos 1990, misturando as batidas do funk carioca a letras românticas em músicas como “Conquista”, “Quero Te Encontrar”, “Só Love”, “Xereta” e “Fico Assim Sem Você”.

O primeiro álbum de Claudinho e Buchecha chegou em 1996 e, segundo os dados divulgados no material do projeto, ultrapassou 1,2 milhão de cópias vendidas. No ano seguinte, “A Forma” também teria superado a marca de 1 milhão de unidades.

Após a morte de Claudinho, em 2002, Buchecha seguiu carreira solo e lançou seu primeiro trabalho dessa fase no ano seguinte. Desde então, transitou entre o funk, o pop e outros gêneros e colaborou com artistas como Lulu Santos, Lenine, Herbert Vianna, Adriana Calcanhotto e Paula Toller, além de se aproximar de gerações mais recentes do funk.

A história de Claudinho e Buchecha também chegou aos cinemas em 2023 com “Nosso Sonho”, dirigido por Eduardo Albergaria. Agora, “Liberta, DJ – Vol. 1” abre a primeira parte do retorno de Buchecha às inéditas. O projeto terá um segundo volume e, por enquanto, ainda não foi informada uma data para a continuação.

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