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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Tecnologia

Bug do WhatsApp para Android permite acessar fotos com telefone bloqueado

Vulnerabilidade no WhatsApp para Android pode liberar a galeria do celular com a tela bloqueada ao usar efeitos de Meta AI durante chamada de vídeo.

03/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h29
Bug do WhatsApp para Android permite acessar fotos com telefone bloqueado

Pesquisador Jose Rodriguez demonstrou no X que, ao receber uma chamada de vídeo, quem pega o celular bloqueado pode atender e navegar pelas imagens. A exploração exige acesso físico e não demanda técnica avançada.

Uma vulnerabilidade crítica de privacidade no WhatsApp para Android pode permitir o acesso à galeria de fotos de um celular mesmo quando o aparelho está bloqueado. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança Jose Rodriguez e foi demonstrada em sua conta no X. O problema não exige um ataque sofisticado e está relacionado à interface de chamadas de vídeo do aplicativo.

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A exploração depende do acesso físico ao celular. Quando um aparelho Android bloqueado recebe uma chamada de vídeo pelo WhatsApp, uma pessoa com o dispositivo em mãos pode atender a ligação. Depois, basta tocar no ícone Efeitos, acessar a aba Planos de Fundo e selecionar Criar com Meta AI.

Dentro desse menu, ao escolher a opção para editar uma foto existente, o WhatsApp pode abrir a galeria completa do aparelho sem solicitar a senha, o PIN ou a autenticação biométrica. Dessa forma, imagens armazenadas no celular ficam visíveis mesmo com a tela de bloqueio ativada.

A vulnerabilidade foi reportada à Meta e ao Google. Como a exploração exige que alguém esteja com o smartphone em mãos, não é possível executá-la remotamente. Ainda assim, o problema é relevante porque contorna uma das principais barreiras de proteção do aparelho.

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Quais aparelhos são afetados com a brecha? O comportamento não se manifesta da mesma forma em todos os celulares. Os testes indicam que o resultado depende de como cada fabricante implementa as restrições de segurança da tela de bloqueio em sua própria versão do Android.

Entre os modelos nos quais a galeria pode ser acessada pelo menu de efeitos da Meta AI sem exigir senha ou biometria estão o Google Pixel 6 Pro com Android 17, o Oppo K13 com ColorOS 16 e aparelhos da Vivo. Por outro lado, o Galaxy S25 Ultra com One UI 8.5 e Android 16 bloqueia o acesso e direciona o usuário para a tela de autenticação. Nos iPhones, a interface nativa de chamadas do iOS também impede que o recurso seja usado para chegar à galeria enquanto o aparelho está bloqueado.

Para usuários em Sergipe e no restante do país, a recomendação imediata é manter o aparelho sob supervisão e evitar entregá-lo a terceiros se houver suspeita de uso indevido. Também é prudente aguardar atualizações do aplicativo e do sistema operacional que corrijam a falha, e instalar correções assim que estiverem disponíveis. Enquanto não houver solução oficial, limitar quem pode fazer chamadas de vídeo e revisar as configurações de bloqueio de tela pode reduzir riscos.

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O caso reforça a importância de medidas básicas de segurança física e digital: senhas fortes, autenticação biométrica configurada corretamente e atenção a solicitações de interação na tela de bloqueio. Equipes responsáveis pelo sistema e pelo aplicativo foram informadas e poderão publicar atualizações para mitigar a brecha.

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Pesquisador Jose Rodriguez demonstrou no X que, ao receber uma chamada de vídeo, quem pega o celular bloqueado pode atender e navegar pelas imagens. A exploração exige acesso físico e não demanda técnica avançada.

Uma vulnerabilidade crítica de privacidade no WhatsApp para Android pode permitir o acesso à galeria de fotos de um celular mesmo quando o aparelho está bloqueado. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança Jose Rodriguez e foi demonstrada em sua conta no X. O problema não exige um ataque sofisticado e está relacionado à interface de chamadas de vídeo do aplicativo.

A exploração depende do acesso físico ao celular. Quando um aparelho Android bloqueado recebe uma chamada de vídeo pelo WhatsApp, uma pessoa com o dispositivo em mãos pode atender a ligação. Depois, basta tocar no ícone Efeitos, acessar a aba Planos de Fundo e selecionar Criar com Meta AI.

Dentro desse menu, ao escolher a opção para editar uma foto existente, o WhatsApp pode abrir a galeria completa do aparelho sem solicitar a senha, o PIN ou a autenticação biométrica. Dessa forma, imagens armazenadas no celular ficam visíveis mesmo com a tela de bloqueio ativada.

A vulnerabilidade foi reportada à Meta e ao Google. Como a exploração exige que alguém esteja com o smartphone em mãos, não é possível executá-la remotamente. Ainda assim, o problema é relevante porque contorna uma das principais barreiras de proteção do aparelho.

Quais aparelhos são afetados com a brecha? O comportamento não se manifesta da mesma forma em todos os celulares. Os testes indicam que o resultado depende de como cada fabricante implementa as restrições de segurança da tela de bloqueio em sua própria versão do Android.

Entre os modelos nos quais a galeria pode ser acessada pelo menu de efeitos da Meta AI sem exigir senha ou biometria estão o Google Pixel 6 Pro com Android 17, o Oppo K13 com ColorOS 16 e aparelhos da Vivo. Por outro lado, o Galaxy S25 Ultra com One UI 8.5 e Android 16 bloqueia o acesso e direciona o usuário para a tela de autenticação. Nos iPhones, a interface nativa de chamadas do iOS também impede que o recurso seja usado para chegar à galeria enquanto o aparelho está bloqueado.

Para usuários em Sergipe e no restante do país, a recomendação imediata é manter o aparelho sob supervisão e evitar entregá-lo a terceiros se houver suspeita de uso indevido. Também é prudente aguardar atualizações do aplicativo e do sistema operacional que corrijam a falha, e instalar correções assim que estiverem disponíveis. Enquanto não houver solução oficial, limitar quem pode fazer chamadas de vídeo e revisar as configurações de bloqueio de tela pode reduzir riscos.

O caso reforça a importância de medidas básicas de segurança física e digital: senhas fortes, autenticação biométrica configurada corretamente e atenção a solicitações de interação na tela de bloqueio. Equipes responsáveis pelo sistema e pelo aplicativo foram informadas e poderão publicar atualizações para mitigar a brecha.

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