A campanha de Lula à reeleição começou com um ato no Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo. O encontro reuniu ministros, dirigentes partidários, sindicalistas e candidatos como Simone Tebet e Marina Silva.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu início à campanha à reeleição neste domingo (16 de agosto de 2026), em ato no Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP). O evento reuniu candidatos, ministros, dirigentes partidários e representantes do movimento sindical.
Candidatos ao Senado e aos governos estaduais no palco
Entre os candidatos presentes, destacaram-se as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), ambas concorrendo ao Senado por São Paulo. Também subiram ao palco Gelson Merísio (PSB), que busca o governo de Santa Catarina, e Patrus Ananias (PT), candidato ao governo de Minas Gerais.
A lista inclui ainda Doutor Rosinha (PT), candidato ao Senado pelo Paraná, e Pedro Taques (PSB), que disputa o Senado por Mato Grosso, além de outros nomes da política regional.
Ministros e dirigentes de partidos aliados
O ato contou com a presença de ministros e auxiliares do governo, como Aloizio Mercadante, presidente do BNDES; Fernanda Machiaveli, ministra do Desenvolvimento Agrário; e Rachel Barros de Oliveira, ministra da Igualdade Racial.
Dirigentes de partidos aliados também estiveram no evento, entre eles Lucinha, responsável pela mobilização nacional da campanha, e Reynaldo Nunes de Morais, presidente do Partido Verde.
Estádio 1º de Maio e a história sindical
O Estádio 1º de Maio é um local simbólico na trajetória do presidente, associado à sua militância sindical nos anos 1970. O espaço já foi palco de grandes assembleias dos metalúrgicos do ABC.
O PT esperava reunir cerca de 20 mil pessoas, com caravanas de militantes e movimentos sociais. O ato também lançou o slogan “O Brasil pronto pra mais”, referência às realizações do governo e sinalização de continuidade em caso de reeleição.
Oitava disputa presidencial e temas da campanha
Lula completa 81 anos em outubro e busca a oitava candidatura à Presidência. Foram três vitórias e três derrotas nas disputas anteriores, e ele ficou impedido de concorrer em 2018 por causa da Lei da Ficha Limpa.
A campanha enfatiza a defesa nacional, o ensino em tempo integral e a exploração de terras-raras. O discurso também critica o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, associando-o a um alinhamento com interesses estrangeiros.
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