Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Brasil

Casas Bahia tem prejuízo de R$ 10,1 bilhões e fecha 298 lojas

Varejista aponta efeitos contábeis de R$ 9,1 bilhões e avança na fase 2 do plano de transformação.

17/08/2026 · 10h00
Casas Bahia tem prejuízo de R$ 10,1 bilhões e fecha 298 lojas

A Casas Bahia divulgou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, após atrasos na publicação do balanço. A varejista também confirmou o fechamento de 298 lojas em todo o país.

O resultado apurado entre maio e junho representa forte piora em relação aos R$ 555 milhões de prejuízo registrados no mesmo período de 2025, alta de 1.720% em um ano. A empresa atribui o desempenho ao ambiente econômico e ao impacto do plano de reestruturação.

Publicidade

Fase 2 do plano de transformação

“Diante de um ambiente macroeconômico e de crédito mais desafiador, a companhia avança para a fase 2 do plano de transformação, redimensionando sua operação, impactando o resultado líquido através de efeitos contábeis não recorrentes em R$ 9,1 bilhões, sem efeito caixa no trimestre”, informou a empresa.

A varejista aponta a necessidade de transformação estrutural diante de capital circulante negativo e de restrições de crédito.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Fechamento de 298 lojas e corte de custos

O plano prevê o fechamento de lojas deficitárias, movimento que deve elevar em 1,4 ponto percentual a média do parque de lojas remanescente. A companhia também planeja reorientar os canais digitais, adequar estoques e capital de giro, reduzir custos e despesas e buscar alternativas para melhorar a liquidez e a estrutura de capital.

Recuperação extrajudicial de R$ 4,1 bilhões

Em abril de 2024, a Casas Bahia pediu recuperação extrajudicial para dívidas de R$ 4,1 bilhões. O plano foi homologado pelo Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, com adesão de todos os credores, o que permitiu à empresa seguir com a reestruturação.

Sindicato cobra direitos dos trabalhadores

Após a divulgação dos resultados, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região manifestou preocupação com o fechamento das unidades. A entidade cobrou a garantia dos direitos dos trabalhadores e criticou a falta de diálogo da empresa. Os funcionários aguardam informações sobre os procedimentos de desligamento, verbas rescisórias e seguro-desemprego.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

A Casas Bahia divulgou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, após atrasos na publicação do balanço. A varejista também confirmou o fechamento de 298 lojas em todo o país.

O resultado apurado entre maio e junho representa forte piora em relação aos R$ 555 milhões de prejuízo registrados no mesmo período de 2025, alta de 1.720% em um ano. A empresa atribui o desempenho ao ambiente econômico e ao impacto do plano de reestruturação.

Fase 2 do plano de transformação

“Diante de um ambiente macroeconômico e de crédito mais desafiador, a companhia avança para a fase 2 do plano de transformação, redimensionando sua operação, impactando o resultado líquido através de efeitos contábeis não recorrentes em R$ 9,1 bilhões, sem efeito caixa no trimestre”, informou a empresa.

A varejista aponta a necessidade de transformação estrutural diante de capital circulante negativo e de restrições de crédito.

Fechamento de 298 lojas e corte de custos

O plano prevê o fechamento de lojas deficitárias, movimento que deve elevar em 1,4 ponto percentual a média do parque de lojas remanescente. A companhia também planeja reorientar os canais digitais, adequar estoques e capital de giro, reduzir custos e despesas e buscar alternativas para melhorar a liquidez e a estrutura de capital.

Recuperação extrajudicial de R$ 4,1 bilhões

Em abril de 2024, a Casas Bahia pediu recuperação extrajudicial para dívidas de R$ 4,1 bilhões. O plano foi homologado pelo Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, com adesão de todos os credores, o que permitiu à empresa seguir com a reestruturação.

Sindicato cobra direitos dos trabalhadores

Após a divulgação dos resultados, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região manifestou preocupação com o fechamento das unidades. A entidade cobrou a garantia dos direitos dos trabalhadores e criticou a falta de diálogo da empresa. Os funcionários aguardam informações sobre os procedimentos de desligamento, verbas rescisórias e seguro-desemprego.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA