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Caso Benicio: Justiça suspende registro de médica e técnica acusadas de superdosagem que matou menino de 6 anos

Médica Juliana Brasil teve prisão negada sob o argumento de que oferece risco apenas exercendo a profissão. Ela usava carimbo de pediatra, mas era clínica geral. Leia também Ao lado de Flávio da Direita, André David declara apoio ao impeachment de Alexandre de Moraes A Justiça do Amazonas determinou a suspensão imediata dos registros profissionais […]

20/12/2025 · 19h43 · Atualizado às 18h28
Caso Benicio: Justiça suspende registro de médica e técnica acusadas de superdosagem que matou menino de 6 anos
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Médica Juliana Brasil teve prisão negada sob o argumento de que oferece risco apenas exercendo a profissão. Ela usava carimbo de pediatra, mas era clínica geral.

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A Justiça do Amazonas determinou a suspensão imediata dos registros profissionais da médica Juliana Brasil e da técnica de enfermagem Raiza Bentes. Ambas são as principais suspeitas pela morte do menino Benicio Xavier, de apenas 6 anos, vítima de uma superdosagem de adrenalina aplicada na veia.

A decisão judicial atende parcialmente aos pedidos da acusação, visando impedir que as profissionais continuem atuando na área da saúde durante o andamento do processo.

Prisão Negada

Apesar da gravidade do caso e do indiciamento, o pedido de prisão preventiva da médica Juliana Brasil foi negado.

O entendimento do Judiciário foi de que a profissional oferece risco à sociedade apenas quando atua como médica. Dessa forma, a suspensão do registro profissional (CRM) foi considerada, neste momento, uma medida cautelar suficiente para garantir a ordem pública, sem a necessidade do encarceramento imediato.

O Erro Fatal e a Falsa Especialidade

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As investigações apontam uma sucessão de erros graves. Benicio recebeu uma superdosagem de adrenalina, medicamento potente que, segundo a apuração, foi administrado de forma incorreta. A criança sofreu, ao todo, seis paradas cardíacas antes de vir a óbito.

Além do erro no procedimento, a Polícia Civil descobriu que Juliana Brasil atuava de forma irregular. Embora fosse clínica geral, ela utilizava um carimbo onde se apresentava como pediatra, especialidade que não possuía.

As Acusações

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Com a conclusão do inquérito:

• Juliana Brasil (Médica) e Raiza Bentes (Técnica): Foram indiciadas pelo crime de homicídio.

• Agravante: A médica responderá também por falsidade ideológica e uso de documento falso, devido à fraude em sua qualificação profissional.

O caso segue gerando forte comoção em Manaus e reacende o debate sobre a fiscalização de profissionais de saúde e o exercício ilegal de especialidades médicas.

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Médica Juliana Brasil teve prisão negada sob o argumento de que oferece risco apenas exercendo a profissão. Ela usava carimbo de pediatra, mas era clínica geral.

A Justiça do Amazonas determinou a suspensão imediata dos registros profissionais da médica Juliana Brasil e da técnica de enfermagem Raiza Bentes. Ambas são as principais suspeitas pela morte do menino Benicio Xavier, de apenas 6 anos, vítima de uma superdosagem de adrenalina aplicada na veia.

A decisão judicial atende parcialmente aos pedidos da acusação, visando impedir que as profissionais continuem atuando na área da saúde durante o andamento do processo.

Prisão Negada

Apesar da gravidade do caso e do indiciamento, o pedido de prisão preventiva da médica Juliana Brasil foi negado.

O entendimento do Judiciário foi de que a profissional oferece risco à sociedade apenas quando atua como médica. Dessa forma, a suspensão do registro profissional (CRM) foi considerada, neste momento, uma medida cautelar suficiente para garantir a ordem pública, sem a necessidade do encarceramento imediato.

O Erro Fatal e a Falsa Especialidade

As investigações apontam uma sucessão de erros graves. Benicio recebeu uma superdosagem de adrenalina, medicamento potente que, segundo a apuração, foi administrado de forma incorreta. A criança sofreu, ao todo, seis paradas cardíacas antes de vir a óbito.

Além do erro no procedimento, a Polícia Civil descobriu que Juliana Brasil atuava de forma irregular. Embora fosse clínica geral, ela utilizava um carimbo onde se apresentava como pediatra, especialidade que não possuía.

As Acusações

Com a conclusão do inquérito:

• Juliana Brasil (Médica) e Raiza Bentes (Técnica): Foram indiciadas pelo crime de homicídio.

• Agravante: A médica responderá também por falsidade ideológica e uso de documento falso, devido à fraude em sua qualificação profissional.

O caso segue gerando forte comoção em Manaus e reacende o debate sobre a fiscalização de profissionais de saúde e o exercício ilegal de especialidades médicas.

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