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Aracaju, Sexta-feira, 16 de outubro de 2026
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Caso Flávia Barros: Justiça realiza audiência sobre assassinato de empresária baiana por policial penal em Aracaju

O principal réu no processo é o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, indiciado criminalmente pelo feminicídio de Flávia, que era sua namorada. De acordo com a organização desta etapa processual, a Justiça deve ouvir o depoimento de 11 testemunhas, sendo que 10 delas participarão de forma remota.

16/10/2026 · 14h51
Caso Flávia Barros: Justiça realiza audiência sobre assassinato de empresária baiana por policial penal em Aracaju

Crime ocorreu em março deste ano em um hotel na Zona Sul da capital. Justiça ouve testemunhas nesta sexta-feira, enquanto o acusado, preso, é representado por sua defesa.

Acontece nesta sexta-feira (16) a segunda audiência de instrução relacionada à morte da empresária baiana Flávia Barros. O crime ocorreu no mês de março deste ano e chocou a população. A audiência está sendo conduzida no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju.

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O principal réu no processo é o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, indiciado criminalmente pelo feminicídio de Flávia, que era sua namorada. De acordo com a organização desta etapa processual, a Justiça deve ouvir o depoimento de 11 testemunhas, sendo que 10 delas participarão de forma remota.

O acusado, que se encontra detido no Presídio Militar (Presmil), não comparecerá presencialmente ao Fórum e será representado por seus advogados de defesa durante a sessão.

O crime e a investigação

O crime que tirou a vida de Flávia ocorreu no dia 22 de março, quando Tiago Sóstenes efetuou disparos contra a empresária dentro de um quarto de hotel localizado na Zona Sul de Aracaju. Logo após o ocorrido, o policial chegou a ser hospitalizado e, assim que recebeu alta médica, foi transferido para o Presmil, onde permanece preso.

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Em maio, o Ministério Público do Estado de Sergipe (MP-SE) divulgou detalhes cruciais das investigações que desmontaram a versão inicial apresentada pela defesa do policial. Em seus depoimentos, o suspeito alegava que havia atirado na vítima e, em seguida, tentado cometer suicídio.

No entanto, laudos técnicos periciais solicitados pelo MP-SE contestaram essa versão. As análises da cena do crime indicaram que a empresária baiana estava deitada na cama, sem chance de defesa, no exato momento em que foi atingida pelo disparo fatal. Além disso, as autoridades extraíram registros dos telefones celulares do casal que comprovaram que o relacionamento era marcado por episódios anteriores de violência contra a mulher.

Diante da gravidade dos fatos e das provas colhidas, o Ministério Público pede a condenação de Tiago Sóstenes pelo crime de feminicídio — cuja pena máxima pode chegar a 40 anos de prisão —, requerendo ainda a aplicação de duas causas de aumento de pena, o que pode agravar a sentença final do réu.

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Crime ocorreu em março deste ano em um hotel na Zona Sul da capital. Justiça ouve testemunhas nesta sexta-feira, enquanto o acusado, preso, é representado por sua defesa.

Acontece nesta sexta-feira (16) a segunda audiência de instrução relacionada à morte da empresária baiana Flávia Barros. O crime ocorreu no mês de março deste ano e chocou a população. A audiência está sendo conduzida no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju.

O principal réu no processo é o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, indiciado criminalmente pelo feminicídio de Flávia, que era sua namorada. De acordo com a organização desta etapa processual, a Justiça deve ouvir o depoimento de 11 testemunhas, sendo que 10 delas participarão de forma remota.

O acusado, que se encontra detido no Presídio Militar (Presmil), não comparecerá presencialmente ao Fórum e será representado por seus advogados de defesa durante a sessão.

O crime e a investigação

O crime que tirou a vida de Flávia ocorreu no dia 22 de março, quando Tiago Sóstenes efetuou disparos contra a empresária dentro de um quarto de hotel localizado na Zona Sul de Aracaju. Logo após o ocorrido, o policial chegou a ser hospitalizado e, assim que recebeu alta médica, foi transferido para o Presmil, onde permanece preso.

Em maio, o Ministério Público do Estado de Sergipe (MP-SE) divulgou detalhes cruciais das investigações que desmontaram a versão inicial apresentada pela defesa do policial. Em seus depoimentos, o suspeito alegava que havia atirado na vítima e, em seguida, tentado cometer suicídio.

No entanto, laudos técnicos periciais solicitados pelo MP-SE contestaram essa versão. As análises da cena do crime indicaram que a empresária baiana estava deitada na cama, sem chance de defesa, no exato momento em que foi atingida pelo disparo fatal. Além disso, as autoridades extraíram registros dos telefones celulares do casal que comprovaram que o relacionamento era marcado por episódios anteriores de violência contra a mulher.

Diante da gravidade dos fatos e das provas colhidas, o Ministério Público pede a condenação de Tiago Sóstenes pelo crime de feminicídio — cuja pena máxima pode chegar a 40 anos de prisão —, requerendo ainda a aplicação de duas causas de aumento de pena, o que pode agravar a sentença final do réu.

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