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Castlevania: Belmont’s Curse revive Drácula e honra legado da série

Castlevania: Belmont’s Curse retorna com Rose Belmont, sistema de tarô, oito armas e mapa desafiador; Evil Empire atualiza o legado sem reinventá-lo.

13/10/2026 · 21h18 · Atualizado às 08h14
Castlevania: Belmont’s Curse revive Drácula e honra legado da série

Depois de 12 anos, a Konami entrega um novo capítulo que traz Drácula de volta com respeito às raízes. O jogo mistura nostalgia do metroidvania clássico com mecânicas modernas.

A Konami demorou, mas finalmente trouxe Castlevania: Belmont’s Curse para os fãs. Este é o primeiro jogo inédito da franquia em 12 anos e já se passaram 18 anos desde o último metroidvania clássico — lançado no Nintendo DS, ainda mais se levar em consideração os consoles de mesa. No intervalo, nasceram séries como Hollow Knight e Dead Cells, e até mesmo Koji Igarashi levou sua visão ao público com Bloodstained. A ausência do enredo de retorno e vingança de Drácula foi sentida por milhões de jogadores, inclusive fora dos videogames, com adaptações que passaram de peça teatral a animação pela Netflix.

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O estúdio francês Evil Empire ficou responsável pelo projeto e, ao retornar às origens, transformou a trama de Rose Belmont neste novo capítulo em um recomeço convincente. Não há reinvenção da roda, mas há um entendimento profundo dos elementos que definem Castlevania: personagens emblemáticos, progressão desafiadora e estética caprichada. A experiência enfatiza que a franquia ainda tem peso dentro do gênero, ao lado de Metroid.

Prós

  • Um Castlevania digno de seu legado — narrativa e ambientação mantêm laços com os títulos mais icônicos da saga.
  • Sistema de tarô e de armas são excepcionais — cartas que absorvem poderes de chefes e um conjunto variado de equipamentos mudam a dinâmica.
  • Arte é um show à parte — direção visual que destaca personagens e cenários.
  • O mapa é desafiador e cheio de nuances — áreas escondidas e rotas que exigem habilidades específicas para acesso.

Contras

  • Gameplay mais lento pode incomodar — ritmo menos frenético para quem prefere ação imediata.
  • Mudanças na trilha sonora estranham — escolhas sonoras que fogem de expectativas tradicionais.

O enredo põe Paris sob cerco por demônios e criaturas das trevas, motivando o bispo francês a convocar Trevor Belmont para enfrentar a ameaça. Trevor não vem sozinho: ele viaja acompanhado da filha, Rose. A missão principal será impedir que três generais invadam a cidade e libertem Drácula novamente. A história se amarra por completo aos jogos icônicos da saga e está repleta de referências, o que tende a agradar os fãs mais antigos.

Do ponto de vista de jogabilidade, o sistema de tarô é peça central. Antes de partir, a mãe de Rose — Sypha Belnades — deixou para a filha um tarô com cartas em branco que são preenchidas ao capturar chefes e absorver seus poderes. As habilidades evoluem conforme o jogador avança, e dominar cada técnica exige tempo e progressão.

“Além disso, cada chefe capturado continua a se comunicar com Rose. Todos eles têm uma reação ou alguma dica a passar durante os principais eventos do jogo”

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— Diego Corumba

A diversidade de armamentos também impacta diretamente o combate. São oito armas com comportamento distinto: a lança atinge alvos a distância e pode ser miradа, o chicote mantém o papel clássico dos Belmont com dano concentrado na ponta, e as manoplas aumentam o dano progressivamente a cada acerto. Juntar armas e itens equipáveis gera combinações específicas para tipos distintos de inimigos e chefes, incentivando trocas frequentes durante a jornada.

“Ninguém deseja ficar paranóico com cada elevação esquisita no chão ou moldes diferentes nas paredes, mas quando até o que não parece traz segredos, você baterá em todos os cantos e ficará atento aos pequenos detalhes para encontrar algo a mais na aventura”

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— Diego Corumba

O mapa de Castlevania: Belmont’s Curse começa simples, com um avanço linear que pode parecer monótono, mas se transforma à medida que o jogador desbloqueia habilidades e cartas. Áreas guardam segredos e exigem técnicas diversas para acessar os melhores itens e armas. No conjunto, o jogo se apresenta como um retorno controlado e respeitoso ao castelo de Drácula, com elementos que devem agradar tanto a fãs de longa data quanto a novos jogadores interessados em um metroidvania bem construído.

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Depois de 12 anos, a Konami entrega um novo capítulo que traz Drácula de volta com respeito às raízes. O jogo mistura nostalgia do metroidvania clássico com mecânicas modernas.

A Konami demorou, mas finalmente trouxe Castlevania: Belmont’s Curse para os fãs. Este é o primeiro jogo inédito da franquia em 12 anos e já se passaram 18 anos desde o último metroidvania clássico — lançado no Nintendo DS, ainda mais se levar em consideração os consoles de mesa. No intervalo, nasceram séries como Hollow Knight e Dead Cells, e até mesmo Koji Igarashi levou sua visão ao público com Bloodstained. A ausência do enredo de retorno e vingança de Drácula foi sentida por milhões de jogadores, inclusive fora dos videogames, com adaptações que passaram de peça teatral a animação pela Netflix.

O estúdio francês Evil Empire ficou responsável pelo projeto e, ao retornar às origens, transformou a trama de Rose Belmont neste novo capítulo em um recomeço convincente. Não há reinvenção da roda, mas há um entendimento profundo dos elementos que definem Castlevania: personagens emblemáticos, progressão desafiadora e estética caprichada. A experiência enfatiza que a franquia ainda tem peso dentro do gênero, ao lado de Metroid.

Prós

  • Um Castlevania digno de seu legado — narrativa e ambientação mantêm laços com os títulos mais icônicos da saga.
  • Sistema de tarô e de armas são excepcionais — cartas que absorvem poderes de chefes e um conjunto variado de equipamentos mudam a dinâmica.
  • Arte é um show à parte — direção visual que destaca personagens e cenários.
  • O mapa é desafiador e cheio de nuances — áreas escondidas e rotas que exigem habilidades específicas para acesso.

Contras

  • Gameplay mais lento pode incomodar — ritmo menos frenético para quem prefere ação imediata.
  • Mudanças na trilha sonora estranham — escolhas sonoras que fogem de expectativas tradicionais.

O enredo põe Paris sob cerco por demônios e criaturas das trevas, motivando o bispo francês a convocar Trevor Belmont para enfrentar a ameaça. Trevor não vem sozinho: ele viaja acompanhado da filha, Rose. A missão principal será impedir que três generais invadam a cidade e libertem Drácula novamente. A história se amarra por completo aos jogos icônicos da saga e está repleta de referências, o que tende a agradar os fãs mais antigos.

Do ponto de vista de jogabilidade, o sistema de tarô é peça central. Antes de partir, a mãe de Rose — Sypha Belnades — deixou para a filha um tarô com cartas em branco que são preenchidas ao capturar chefes e absorver seus poderes. As habilidades evoluem conforme o jogador avança, e dominar cada técnica exige tempo e progressão.

“Além disso, cada chefe capturado continua a se comunicar com Rose. Todos eles têm uma reação ou alguma dica a passar durante os principais eventos do jogo”

— Diego Corumba

A diversidade de armamentos também impacta diretamente o combate. São oito armas com comportamento distinto: a lança atinge alvos a distância e pode ser miradа, o chicote mantém o papel clássico dos Belmont com dano concentrado na ponta, e as manoplas aumentam o dano progressivamente a cada acerto. Juntar armas e itens equipáveis gera combinações específicas para tipos distintos de inimigos e chefes, incentivando trocas frequentes durante a jornada.

“Ninguém deseja ficar paranóico com cada elevação esquisita no chão ou moldes diferentes nas paredes, mas quando até o que não parece traz segredos, você baterá em todos os cantos e ficará atento aos pequenos detalhes para encontrar algo a mais na aventura”

— Diego Corumba

O mapa de Castlevania: Belmont’s Curse começa simples, com um avanço linear que pode parecer monótono, mas se transforma à medida que o jogador desbloqueia habilidades e cartas. Áreas guardam segredos e exigem técnicas diversas para acessar os melhores itens e armas. No conjunto, o jogo se apresenta como um retorno controlado e respeitoso ao castelo de Drácula, com elementos que devem agradar tanto a fãs de longa data quanto a novos jogadores interessados em um metroidvania bem construído.

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