Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Brasil

CFM determina abertura de sindicância para apurar suposta falta de assistência médica a Bolsonaro

Conselho Federal de Medicina acionou o CRM-DF após denúncias. Nota oficial cita “preocupação extrema” e destaca histórico de saúde complexo do ex-presidente. Leia também Ao lado de Flávio da Direita, André David declara apoio ao impeachment de Alexandre de Moraes O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou, nesta quarta-feira (7), que o Conselho Regional de Medicina do […]

07/01/2026 · 16h47 · Atualizado às 18h35
CFM determina abertura de sindicância para apurar suposta falta de assistência médica a Bolsonaro

Conselho Federal de Medicina acionou o CRM-DF após denúncias. Nota oficial cita “preocupação extrema” e destaca histórico de saúde complexo do ex-presidente.

Publicidade

Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou, nesta quarta-feira (7), que o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) abra uma sindicância imediata. O objetivo é apurar denúncias relacionadas a uma eventual falta de assistência médica adequada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal.

A decisão foi tomada após o incidente ocorrido na madrugada de terça-feira (6), quando Bolsonaro sofreu uma queda dentro da cela e bateu a cabeça.

“Preocupação Extrema”

Em nota oficial, o CFM afirmou que recebeu denúncias formais que expressam inquietação sobre o tratamento dispensado ao ex-chefe do Executivo. O órgão destacou a necessidade de um protocolo de monitoramento contínuo, dado o quadro delicado do paciente.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“Os relatos de crises agudas (…), episódio de trauma decorrente de queda, o histórico clínico de alta complexidade, sucessivas intervenções cirúrgicas abdominais, soluços intratáveis, e outras comorbidades em paciente idoso, demandam um protocolo de monitoramento contínuo e imediato”, diz trecho da nota.

O Conselho reforçou ainda que deve ser assegurada assistência médica com múltiplas especialidades pelo Estado brasileiro, inclusive em situações de urgência.

Autonomia Médica

O texto do CFM também enviou um recado sobre a condução do tratamento, afirmando que a decisão do médico assistente deve ser “soberana” e livre de influências externas.

Publicidade

A manifestação ocorre em meio ao embate jurídico sobre a transferência de Bolsonaro. Inicialmente, o ministro Alexandre de Moraes (STF) negou a remoção baseada em laudo da PF, mas autorizou a ida ao hospital DF Star na manhã desta quarta (7) para a realização de exames de imagem, após a defesa alegar sintomas neurológicos e risco de convulsão.


Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Conselho Federal de Medicina acionou o CRM-DF após denúncias. Nota oficial cita “preocupação extrema” e destaca histórico de saúde complexo do ex-presidente.

Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou, nesta quarta-feira (7), que o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) abra uma sindicância imediata. O objetivo é apurar denúncias relacionadas a uma eventual falta de assistência médica adequada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal.

A decisão foi tomada após o incidente ocorrido na madrugada de terça-feira (6), quando Bolsonaro sofreu uma queda dentro da cela e bateu a cabeça.

“Preocupação Extrema”

Em nota oficial, o CFM afirmou que recebeu denúncias formais que expressam inquietação sobre o tratamento dispensado ao ex-chefe do Executivo. O órgão destacou a necessidade de um protocolo de monitoramento contínuo, dado o quadro delicado do paciente.

“Os relatos de crises agudas (…), episódio de trauma decorrente de queda, o histórico clínico de alta complexidade, sucessivas intervenções cirúrgicas abdominais, soluços intratáveis, e outras comorbidades em paciente idoso, demandam um protocolo de monitoramento contínuo e imediato”, diz trecho da nota.

O Conselho reforçou ainda que deve ser assegurada assistência médica com múltiplas especialidades pelo Estado brasileiro, inclusive em situações de urgência.

Autonomia Médica

O texto do CFM também enviou um recado sobre a condução do tratamento, afirmando que a decisão do médico assistente deve ser “soberana” e livre de influências externas.

A manifestação ocorre em meio ao embate jurídico sobre a transferência de Bolsonaro. Inicialmente, o ministro Alexandre de Moraes (STF) negou a remoção baseada em laudo da PF, mas autorizou a ida ao hospital DF Star na manhã desta quarta (7) para a realização de exames de imagem, após a defesa alegar sintomas neurológicos e risco de convulsão.


Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA