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Veículos

Chevrolet estreia Tracker e Montana híbridos 48V nas concessionárias em janeiro

Tracker e Montana híbridos chegam em janeiro com sistema MHEV 48V; produção em São Caetano e motor em Joinville.

14/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h43
Chevrolet estreia Tracker e Montana híbridos 48V nas concessionárias em janeiro

A Chevrolet informou que as versões eletrificadas serão montadas em São Caetano do Sul (SP) e adotam sistema híbrido leve (MHEV). O projeto integra investimento de R$ 10,5 bilhões no país até 2028.

A Chevrolet anunciou a data de chegada das versões híbridas do SUV Tracker e da picape Montana: a dupla eletrificada chega às concessionárias em janeiro. O lançamento integra a estratégia da marca para reforçar a competitividade no mercado nacional frente a concorrentes que já ofertam modelos híbridos produzidos no Brasil.

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Informações indicam que a montadora deve montar os novos híbridos na fábrica de São Caetano do Sul (SP) e adotar um sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O projeto faz parte de um investimento anunciado da ordem de R$ 10,5 bilhões no país, previsto até 2028, e marca a estreia mundial de um conjunto híbrido leve com tecnologia flex, capaz de funcionar com etanol e gasolina.

Por enquanto não há confirmação das especificações finais do motor, mas o conjunto propulsor deverá combinar o motor 1.2 turbo flex de três cilindros com um gerador elétrico de 48V, com a produção do motor concentrada em Joinville (SC). Essa configuração promete oferecer auxílio de torque e potência em ultrapassagens e retomadas, além de otimizar o consumo de combustível e reduzir emissões de poluentes.

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A arquitetura de 48 volts promete ser mais eficiente do que os sistemas de 12V adotados por concorrentes diretos, como o Jeep Renegade e a Fiat Toro, segundo as informações. A novidade insere a Chevrolet no grupo de fabricantes com produção nacional de híbridos e a coloca em competição direta com marcas que já trabalham com eletrificação localmente, como Jeep e GWM, além de modelos híbridos de Fiat e Toyota.

O uso de tecnologia flex no conjunto híbrido representa uma mudança estratégica: será a primeira vez em que o conjunto eletrificado da GM será usado com compatibilidade para etanol, característica relevante no mercado brasileiro, onde o combustível é amplamente utilizado.

Para consumidores e concessionárias, a chegada do Tracker e da Montana em versão híbrida em janeiro amplia as opções no segmento de SUVs e picapes compactas eletrificadas. A expectativa do setor é que os modelos tragam desempenho e economia alinhados às demandas por tecnologias mais limpas, sem abrir mão da versatilidade que esses dois nomes oferecem no dia a dia.

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A Chevrolet anunciou a data de chegada das versões híbridas do SUV Tracker e da picape Montana: a dupla eletrificada chega às concessionárias em janeiro. O lançamento integra a estratégia da marca para reforçar a competitividade no mercado nacional frente a concorrentes que já ofertam modelos híbridos produzidos no Brasil.

Informações indicam que a montadora deve montar os novos híbridos na fábrica de São Caetano do Sul (SP) e adotar um sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O projeto faz parte de um investimento anunciado da ordem de R$ 10,5 bilhões no país, previsto até 2028, e marca a estreia mundial de um conjunto híbrido leve com tecnologia flex, capaz de funcionar com etanol e gasolina.

Por enquanto não há confirmação das especificações finais do motor, mas o conjunto propulsor deverá combinar o motor 1.2 turbo flex de três cilindros com um gerador elétrico de 48V, com a produção do motor concentrada em Joinville (SC). Essa configuração promete oferecer auxílio de torque e potência em ultrapassagens e retomadas, além de otimizar o consumo de combustível e reduzir emissões de poluentes.

A arquitetura de 48 volts promete ser mais eficiente do que os sistemas de 12V adotados por concorrentes diretos, como o Jeep Renegade e a Fiat Toro, segundo as informações. A novidade insere a Chevrolet no grupo de fabricantes com produção nacional de híbridos e a coloca em competição direta com marcas que já trabalham com eletrificação localmente, como Jeep e GWM, além de modelos híbridos de Fiat e Toyota.

O uso de tecnologia flex no conjunto híbrido representa uma mudança estratégica: será a primeira vez em que o conjunto eletrificado da GM será usado com compatibilidade para etanol, característica relevante no mercado brasileiro, onde o combustível é amplamente utilizado.

Para consumidores e concessionárias, a chegada do Tracker e da Montana em versão híbrida em janeiro amplia as opções no segmento de SUVs e picapes compactas eletrificadas. A expectativa do setor é que os modelos tragam desempenho e economia alinhados às demandas por tecnologias mais limpas, sem abrir mão da versatilidade que esses dois nomes oferecem no dia a dia.

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