Além das altas temperaturas, população enfrenta sujeira e riscos respiratórios. Parlamentar cobra solução para prática que atinge também Areia Branca e Dores; MPSE já possui procedimentos abertos.
A terça-feira (13) em Itabaiana não está sendo difícil apenas pelo calor intenso. Com os termômetros marcando aproximadamente 35°C e um sol escaldante, a cidade serrana amanheceu coberta por um “manto” escuro: a fuligem proveniente da queima da cana-de-açúcar.
A prática da queimada durante a pré-colheita, um método antigo e prejudicial, voltou a causar transtornos severos, transformando a rotina dos moradores em um problema de saúde pública e prejuízo econômico.
Sujeira e Desperdício de Água
O relato nas ruas é de exaustão. Casas, varandas e carros ficam cobertos pela “neve negra”, obrigando a população a limpar os imóveis repetidas vezes ao longo do dia. Isso gera um impacto direto no bolso e no meio ambiente: o aumento do consumo de água para tentar remover a sujeira impregnada.
Enquanto a solução definitiva não chega, a população de Itabaiana tenta se proteger como pode, fechando janelas e portas em um dia de calor sufocante, na tentativa de impedir que a fuligem invada seus lares e pulmões.
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