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Economia

CMN amplia Move Brasil: veículos até R$200 mil e prazo de 84 meses

CMN aumentou o teto do Move Brasil para R$ 200 mil e estendeu o prazo de financiamento para até 84 meses; recursos globais mantidos.

27/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h33
CMN amplia Move Brasil: veículos até R$200 mil e prazo de 84 meses

O CMN elevou o teto do Move Brasil de R$150 mil para R$200 mil e ampliou o prazo máximo para 84 meses, com carência do principal mantida em até seis meses. Beneficiários são taxistas e motoristas de aplicativo.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (27), o aumento do limite de preço dos veículos que podem ser financiados no programa Move Brasil. A decisão elevou o teto de R$ 150 mil para R$ 200 mil e ampliou o prazo máximo de pagamento para até 84 meses.

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Com as mudanças, o prazo de reembolso passou de 72 para até 84 meses, permitindo diluir o valor financiado em mais prestações. A carência para início do pagamento do principal permaneceu inalterada, em até seis meses. O público beneficiário do programa — taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas — também não sofreu alteração nas regras de elegibilidade.

A alteração tinha sido anunciada na semana anterior pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, mas dependia de regulamentação para entrar em vigor. A nova regulamentação adapta as condições financeiras do programa a uma portaria conjunta dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Fazenda.

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Mudanças aprovadas

  • Valor máximo do veículo: R$ 200 mil — aumento do teto de R$ 150 mil para R$ 200 mil, ampliando o universo de modelos e versões elegíveis pelo critério de preço.
  • Prazo máximo de pagamento: até 84 meses — acréscimo sobre o prazo anterior de 72 meses para permitir prestações menores, dependendo da taxa de juros e das condições oferecidas pela instituição financeira.
  • Carência: até seis meses — mantida para o pagamento do principal.
  • Público beneficiário: sem mudança — seguem aptos taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas.
  • Recursos disponíveis: mantidos — o volume global de recursos destinado ao programa não foi alterado pelo CMN.

Segundo a Fazenda, o aumento do teto para R$ 200 mil amplia a quantidade de veículos que podem se enquadrar no programa. Com base nos emplacamentos de 2025, o limite anterior de R$ 150 mil cobria cerca de 63% do mercado analisado; com o novo teto, a cobertura estimada subiu para aproximadamente 88%, adicionando cerca de 486 mil unidades ao universo potencialmente elegível.

O programa Move Brasil utiliza recursos autorizados pela Medida Provisória 1.359/2026, editada em maio, que destinou até R$ 30 bilhões para linhas de financiamento reembolsável voltadas aos profissionais do setor. A decisão do CMN não alterou o valor global desse recurso.

O CMN é o órgão responsável por formular diretrizes das políticas monetária e de crédito do país. O colegiado é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e é composto também pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A nova resolução entra em vigor na data de sua publicação.

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O CMN elevou o teto do Move Brasil de R$150 mil para R$200 mil e ampliou o prazo máximo para 84 meses, com carência do principal mantida em até seis meses. Beneficiários são taxistas e motoristas de aplicativo.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (27), o aumento do limite de preço dos veículos que podem ser financiados no programa Move Brasil. A decisão elevou o teto de R$ 150 mil para R$ 200 mil e ampliou o prazo máximo de pagamento para até 84 meses.

Com as mudanças, o prazo de reembolso passou de 72 para até 84 meses, permitindo diluir o valor financiado em mais prestações. A carência para início do pagamento do principal permaneceu inalterada, em até seis meses. O público beneficiário do programa — taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas — também não sofreu alteração nas regras de elegibilidade.

A alteração tinha sido anunciada na semana anterior pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, mas dependia de regulamentação para entrar em vigor. A nova regulamentação adapta as condições financeiras do programa a uma portaria conjunta dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Fazenda.

Mudanças aprovadas

  • Valor máximo do veículo: R$ 200 mil — aumento do teto de R$ 150 mil para R$ 200 mil, ampliando o universo de modelos e versões elegíveis pelo critério de preço.
  • Prazo máximo de pagamento: até 84 meses — acréscimo sobre o prazo anterior de 72 meses para permitir prestações menores, dependendo da taxa de juros e das condições oferecidas pela instituição financeira.
  • Carência: até seis meses — mantida para o pagamento do principal.
  • Público beneficiário: sem mudança — seguem aptos taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas.
  • Recursos disponíveis: mantidos — o volume global de recursos destinado ao programa não foi alterado pelo CMN.

Segundo a Fazenda, o aumento do teto para R$ 200 mil amplia a quantidade de veículos que podem se enquadrar no programa. Com base nos emplacamentos de 2025, o limite anterior de R$ 150 mil cobria cerca de 63% do mercado analisado; com o novo teto, a cobertura estimada subiu para aproximadamente 88%, adicionando cerca de 486 mil unidades ao universo potencialmente elegível.

O programa Move Brasil utiliza recursos autorizados pela Medida Provisória 1.359/2026, editada em maio, que destinou até R$ 30 bilhões para linhas de financiamento reembolsável voltadas aos profissionais do setor. A decisão do CMN não alterou o valor global desse recurso.

O CMN é o órgão responsável por formular diretrizes das políticas monetária e de crédito do país. O colegiado é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e é composto também pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A nova resolução entra em vigor na data de sua publicação.

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