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Política

Coligação de Lula aponta falta de transporte que impediu eleitores em 9 estados

Coligação de Lula protocolou ação no TSE por falta de transporte em nove estados e pediu prorrogação do horário de votação até às 19h.

25/10/2026 · 18h08
Coligação de Lula aponta falta de transporte que impediu eleitores em 9 estados

A coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) denunciando falta de transporte em cidades de, pelo menos, nove estados do país. A peça aponta problemas em serviços que teriam impedido ou atrasado a ida de eleitores às urnas.

Estados afetados

  • Bahia
  • São Paulo
  • Alagoas
  • Pernambuco
  • Roraima
  • Piauí
  • Paraíba
  • Pará
  • Rio de Janeiro

No documento enviado ao TSE, a coligação destaca que as ocorrências atingiram eleitores em diferentes regiões. Segundo a peça, os registros nas plataformas digitais reforçam a abrangência do problema:

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“Entre as 8h e as 13h30 de hoje, o tema “transporte” somou 249,7 mil publicações e 848,7 mil interações nas plataformas digitais. O volume confirma que as intercorrências não são episódicas e atingem eleitores em todo o país”.

A ação pede a prorrogação do horário de votação nos locais afetados por falta de transporte para até às 19h, quando historicamente a votação segue até às 17h00. A coligação também solicita a prisão em flagrante dos responsáveis pelo que qualifica como “embaraço ao exercício do sufrágio”.

Em Salvador, na Bahia, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) requisitou a prisão do secretário de mobilidade, Pablo Souza, diante da falta de transporte. O Procon-BA identificou 370 ônibus parados nas garagens da capital baiana.

“Ao longo do dia, as mesmas intercorrências passaram a ser registradas em diversas unidades da Federação, sempre com o mesmo efeito: o eleitor que depende do transporte público não chega, ou chega com grande atraso, à sua seção”.

A ação lembra decisão da Justiça Eleitoral que determina que 100% da frota do transporte público em dias úteis seja colocada em circulação no dia da votação, com passagens gratuitas. Nas redes sociais, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que a falta de transporte seria uma ação de prefeitos identificados como aliados do presidente adversário para impedir o voto em regiões onde Lula venceu no primeiro turno. Em publicação, ele disse:

“Essencialmente no Nordeste e na periferia de São Paulo. Está acontecendo em Guarulhos também. Há registros no Grajaú, no extremo da Zona Sul de São Paulo. Se você olhar o mapa, está faltando ônibus justamente onde Lula teve mais votos no 1º turno. Isso é crime”.

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Mais cedo, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, informou que analisaria os pedidos para adiar o horário de votação em algumas localidades e chegou a pedir mais informações ao TRE da Bahia sobre os problemas em Salvador.

No detalhamento por estados, a ação relata situações específicas: em Alagoas, rodoviárias teriam registrado número insuficiente de vans e micro-ônibus de transporte intermunicipal, com esperas superiores a uma hora e denúncias de cobrança de passagem, o que teria exigido intervenção do Ministério Público estadual. Em Pernambuco, a campanha aponta relatos de dificuldades para obter gratuidade no transporte intermunicipal e registra:

“O Relatório Especial DX registra também relato de motorista que dificultou o acesso de eleitor ao ônibus”.

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Em Roraima, empresas teriam se recusado a executar rotas eleitorais, impedindo deslocamento de eleitores indígenas até locais de votação. No Piauí, há denúncia de redução de frota em Teresina com acionamento da Justiça Eleitoral. Na Paraíba, a ação afirma haver relatos de eleitores com dificuldade para chegar aos locais de votação e cita vídeos que mostram ônibus passando direto pelos pontos e longas esperas, apesar da gratuidade. A campanha registra denúncias de dificuldades na Ilha do Marajó, no Pará. No Rio de Janeiro, a peça menciona redução da frota em Petrópolis e São Gonçalo e acrescenta:

“Publicações relatam filas nos pontos de ônibus e pouca circulação da frota”.

A coligação pede ao TSE medidas para garantir transporte e acesso ao voto nas localidades afetadas e responsabilização dos responsáveis pelas interrupções.

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A coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) denunciando falta de transporte em cidades de, pelo menos, nove estados do país. A peça aponta problemas em serviços que teriam impedido ou atrasado a ida de eleitores às urnas.

Estados afetados

  • Bahia
  • São Paulo
  • Alagoas
  • Pernambuco
  • Roraima
  • Piauí
  • Paraíba
  • Pará
  • Rio de Janeiro

No documento enviado ao TSE, a coligação destaca que as ocorrências atingiram eleitores em diferentes regiões. Segundo a peça, os registros nas plataformas digitais reforçam a abrangência do problema:

“Entre as 8h e as 13h30 de hoje, o tema “transporte” somou 249,7 mil publicações e 848,7 mil interações nas plataformas digitais. O volume confirma que as intercorrências não são episódicas e atingem eleitores em todo o país”.

A ação pede a prorrogação do horário de votação nos locais afetados por falta de transporte para até às 19h, quando historicamente a votação segue até às 17h00. A coligação também solicita a prisão em flagrante dos responsáveis pelo que qualifica como “embaraço ao exercício do sufrágio”.

Em Salvador, na Bahia, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) requisitou a prisão do secretário de mobilidade, Pablo Souza, diante da falta de transporte. O Procon-BA identificou 370 ônibus parados nas garagens da capital baiana.

“Ao longo do dia, as mesmas intercorrências passaram a ser registradas em diversas unidades da Federação, sempre com o mesmo efeito: o eleitor que depende do transporte público não chega, ou chega com grande atraso, à sua seção”.

A ação lembra decisão da Justiça Eleitoral que determina que 100% da frota do transporte público em dias úteis seja colocada em circulação no dia da votação, com passagens gratuitas. Nas redes sociais, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que a falta de transporte seria uma ação de prefeitos identificados como aliados do presidente adversário para impedir o voto em regiões onde Lula venceu no primeiro turno. Em publicação, ele disse:

“Essencialmente no Nordeste e na periferia de São Paulo. Está acontecendo em Guarulhos também. Há registros no Grajaú, no extremo da Zona Sul de São Paulo. Se você olhar o mapa, está faltando ônibus justamente onde Lula teve mais votos no 1º turno. Isso é crime”.

Mais cedo, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, informou que analisaria os pedidos para adiar o horário de votação em algumas localidades e chegou a pedir mais informações ao TRE da Bahia sobre os problemas em Salvador.

No detalhamento por estados, a ação relata situações específicas: em Alagoas, rodoviárias teriam registrado número insuficiente de vans e micro-ônibus de transporte intermunicipal, com esperas superiores a uma hora e denúncias de cobrança de passagem, o que teria exigido intervenção do Ministério Público estadual. Em Pernambuco, a campanha aponta relatos de dificuldades para obter gratuidade no transporte intermunicipal e registra:

“O Relatório Especial DX registra também relato de motorista que dificultou o acesso de eleitor ao ônibus”.

Em Roraima, empresas teriam se recusado a executar rotas eleitorais, impedindo deslocamento de eleitores indígenas até locais de votação. No Piauí, há denúncia de redução de frota em Teresina com acionamento da Justiça Eleitoral. Na Paraíba, a ação afirma haver relatos de eleitores com dificuldade para chegar aos locais de votação e cita vídeos que mostram ônibus passando direto pelos pontos e longas esperas, apesar da gratuidade. A campanha registra denúncias de dificuldades na Ilha do Marajó, no Pará. No Rio de Janeiro, a peça menciona redução da frota em Petrópolis e São Gonçalo e acrescenta:

“Publicações relatam filas nos pontos de ônibus e pouca circulação da frota”.

A coligação pede ao TSE medidas para garantir transporte e acesso ao voto nas localidades afetadas e responsabilização dos responsáveis pelas interrupções.

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