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Esporte

Com 55,8% dos votos, Jerônimo Rodrigues garante reeleição na Bahia

Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia com 55,8% em primeiro turno; ACM Neto obteve 43,73%. No Senado, Rui Costa e Jaques Wagner (PT) venceram.

05/10/2026 · 14h57 · Atualizado às 16h44
Com 55,8% dos votos, Jerônimo Rodrigues garante reeleição na Bahia

Jerônimo foi confirmado no primeiro turno, derrotando ACM Neto, que obteve 43,73% dos votos. Pela primeira vez eleito para cargo executivo, ele já atuou como secretário estadual e em funções no governo federal.

Jerônimo Rodrigues foi reeleito governador da Bahia em primeiro turno, com 55,8% dos votos válidos. O segundo colocado foi ACM Neto (União), com 43,73% do total.

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Esse foi o primeiro cargo eletivo de Jerônimo, ou seja, escolhido por voto. Antes de concorrer ao governo, ele havia ocupado cargos públicos estaduais: foi secretário de Desenvolvimento Rural e secretário de Educação em diferentes gestões do PT na Bahia, além de ter passado por cargos de segundo escalão no governo federal durante a gestão da então presidente Dilma.

Jerônimo é filiado ao PT desde 1990 e não vem de família com história na política.

ACM Neto, por sua vez, traria de volta, embora em novo formato, o legado do avô, o ex-ministro do governo Sarney e ex-presidente do Senado Antônio Carlos Magalhães, que dominou o estado por décadas.

Essa foi a repetição do duelo de 2022, quando ACM Neto enfrentou Jerônimo Rodrigues e saiu perdendo no segundo turno.

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No pleito para o Senado, as duas cadeiras da Bahia ficaram com o PT. Os eleitos foram justamente os antecessores de Jerônimo no governo do estado.

Rui Costa foi o mais votado, com 30% dos votos válidos. Ele era ministro da Casa Civil até sair do cargo para concorrer ao Senado. Já Jaques Wagner teve 27,6% do total, portanto, foi reeleito na segunda vaga da Bahia.

A Bahia tem 11,3 milhões de eleitores aptos a votar. Do total de votos apurados, 91,6% foram considerados válidos; houve 2,5% de votos em branco e 5,7% de votos nulos. As abstenções chegaram a quase 20% do eleitorado.

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Os resultados consolidam a vitória no Executivo estadual e a ocupação das duas cadeiras do Senado pelo mesmo partido, marcando a continuidade de lideranças que já ocuparam o Palácio de Ondina e outras pastas estaduais e federais. O cenário também representa a repetição, quatro anos depois, do confronto entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto.

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Jerônimo foi confirmado no primeiro turno, derrotando ACM Neto, que obteve 43,73% dos votos. Pela primeira vez eleito para cargo executivo, ele já atuou como secretário estadual e em funções no governo federal.

Jerônimo Rodrigues foi reeleito governador da Bahia em primeiro turno, com 55,8% dos votos válidos. O segundo colocado foi ACM Neto (União), com 43,73% do total.

Esse foi o primeiro cargo eletivo de Jerônimo, ou seja, escolhido por voto. Antes de concorrer ao governo, ele havia ocupado cargos públicos estaduais: foi secretário de Desenvolvimento Rural e secretário de Educação em diferentes gestões do PT na Bahia, além de ter passado por cargos de segundo escalão no governo federal durante a gestão da então presidente Dilma.

Jerônimo é filiado ao PT desde 1990 e não vem de família com história na política.

ACM Neto, por sua vez, traria de volta, embora em novo formato, o legado do avô, o ex-ministro do governo Sarney e ex-presidente do Senado Antônio Carlos Magalhães, que dominou o estado por décadas.

Essa foi a repetição do duelo de 2022, quando ACM Neto enfrentou Jerônimo Rodrigues e saiu perdendo no segundo turno.

No pleito para o Senado, as duas cadeiras da Bahia ficaram com o PT. Os eleitos foram justamente os antecessores de Jerônimo no governo do estado.

Rui Costa foi o mais votado, com 30% dos votos válidos. Ele era ministro da Casa Civil até sair do cargo para concorrer ao Senado. Já Jaques Wagner teve 27,6% do total, portanto, foi reeleito na segunda vaga da Bahia.

A Bahia tem 11,3 milhões de eleitores aptos a votar. Do total de votos apurados, 91,6% foram considerados válidos; houve 2,5% de votos em branco e 5,7% de votos nulos. As abstenções chegaram a quase 20% do eleitorado.

Os resultados consolidam a vitória no Executivo estadual e a ocupação das duas cadeiras do Senado pelo mesmo partido, marcando a continuidade de lideranças que já ocuparam o Palácio de Ondina e outras pastas estaduais e federais. O cenário também representa a repetição, quatro anos depois, do confronto entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto.

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