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Economia

Com aporte de R$ 3 bi e investidores árabes, Fictor Holding pede ao BC para comprar o Banco Master

Daniel Vorcaro venderá 100% de sua participação e deixará o banco. Instituição deve mudar o nome para Banco Fictor e será presidida por ex-JP e Santander. Leia também Semana do Cliente: saiba quais são os direitos do consumidor de energia elétrica Um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira, com a participação de investidores dos Emirados Árabes […]

17/11/2025 · 18h01 · Atualizado às 18h44
Com aporte de R$ 3 bi e investidores árabes, Fictor Holding pede ao BC para comprar o Banco Master

Daniel Vorcaro venderá 100% de sua participação e deixará o banco. Instituição deve mudar o nome para Banco Fictor e será presidida por ex-JP e Santander.

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Um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira, com a participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos, protocolou um pedido no Banco Central (BC) para adquirir o Banco Master S.A. A transação prevê um aporte inicial de R$ 3 bilhões.

Com a mudança, o fundador e presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, deixará a instituição ao vender a totalidade de suas ações. Ele passará a se dedicar à sua holding patrimonial.

Assim que as etapas regulatórias forem concluídas, um novo presidente será eleito para a instituição: Antônio Oliveira Neto. Com mais de 25 anos de experiência no sistema financeiro nacional, Neto tem passagens por diversas instituições globais, como JP Morgan, Santander e HSBC.

O pleito submetido ao BC prevê a mudança da denominação social do banco, que passará a se chamar Banco Fictor, além de alterações relevantes na diretoria e a formação de um novo conselho.

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Negociação Fatiada

Esta negociação foca exclusivamente no Banco Master S.A. As outras partes do grupo, como o Will Bank e o Banco Master de Investimentos, não estão incluídas no acordo com a Fictor e serão vendidas separadamente para outros grupos de investidores.

As negociações ocorrem apenas dois meses depois de o Banco Central reprovar a venda do Master para o BRB (Banco de Brasília), uma instituição pública. Desta vez, os novos parceiros são privados e com capital expressivo. Um dos investidores do consórcio gere ativos de mais de US$ 100 bilhões.

Quem é a Fictor

A aquisição é realizada pela Fictor Holding Financeira, um grupo brasileiro de participações e investimentos que reúne expertise nos setores financeiro, infraestrutura e alimentos. O grupo possui 6 mil colaboradores e um portfólio de 30 empresas no Brasil, Estados Unidos e Europa.

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O que dizem os envolvidos

Rafael Góis, sócio da Fictor Holding Financeira, afirmou ao Metrópoles que a operação representa o passo de entrada do grupo no mercado financeiro brasileiro. Segundo ele, o grupo segue alinhado “às melhores práticas de governança, com foco na distribuição de produtos sólidos e desenhados para responder com precisão às demandas do mercado nacional”.

Daniel Vorcaro, dono do Master, ressaltou o perfil dos compradores. “Essa é uma transação privada, com players complementares e de alcance global. O Banco Master, ao longo dos últimos meses, provou sua força e resiliência, superando desafios significativos. A união dos atuais produtos com a capilaridade de distribuição da Fictor levará o novo banco ao protagonismo no cenário brasileiro. Quem sairá ganhando serão os clientes”, afirmou.


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Daniel Vorcaro venderá 100% de sua participação e deixará o banco. Instituição deve mudar o nome para Banco Fictor e será presidida por ex-JP e Santander.

Um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira, com a participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos, protocolou um pedido no Banco Central (BC) para adquirir o Banco Master S.A. A transação prevê um aporte inicial de R$ 3 bilhões.

Com a mudança, o fundador e presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, deixará a instituição ao vender a totalidade de suas ações. Ele passará a se dedicar à sua holding patrimonial.

Assim que as etapas regulatórias forem concluídas, um novo presidente será eleito para a instituição: Antônio Oliveira Neto. Com mais de 25 anos de experiência no sistema financeiro nacional, Neto tem passagens por diversas instituições globais, como JP Morgan, Santander e HSBC.

O pleito submetido ao BC prevê a mudança da denominação social do banco, que passará a se chamar Banco Fictor, além de alterações relevantes na diretoria e a formação de um novo conselho.

Negociação Fatiada

Esta negociação foca exclusivamente no Banco Master S.A. As outras partes do grupo, como o Will Bank e o Banco Master de Investimentos, não estão incluídas no acordo com a Fictor e serão vendidas separadamente para outros grupos de investidores.

As negociações ocorrem apenas dois meses depois de o Banco Central reprovar a venda do Master para o BRB (Banco de Brasília), uma instituição pública. Desta vez, os novos parceiros são privados e com capital expressivo. Um dos investidores do consórcio gere ativos de mais de US$ 100 bilhões.

Quem é a Fictor

A aquisição é realizada pela Fictor Holding Financeira, um grupo brasileiro de participações e investimentos que reúne expertise nos setores financeiro, infraestrutura e alimentos. O grupo possui 6 mil colaboradores e um portfólio de 30 empresas no Brasil, Estados Unidos e Europa.


O que dizem os envolvidos

Rafael Góis, sócio da Fictor Holding Financeira, afirmou ao Metrópoles que a operação representa o passo de entrada do grupo no mercado financeiro brasileiro. Segundo ele, o grupo segue alinhado “às melhores práticas de governança, com foco na distribuição de produtos sólidos e desenhados para responder com precisão às demandas do mercado nacional”.

Daniel Vorcaro, dono do Master, ressaltou o perfil dos compradores. “Essa é uma transação privada, com players complementares e de alcance global. O Banco Master, ao longo dos últimos meses, provou sua força e resiliência, superando desafios significativos. A união dos atuais produtos com a capilaridade de distribuição da Fictor levará o novo banco ao protagonismo no cenário brasileiro. Quem sairá ganhando serão os clientes”, afirmou.


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