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Como precificar bem e lucrar mais no seu pequeno negócio

Brasil

Como precificar bem e lucrar mais no seu pequeno negócio

Saiba como definir preços justos e rentáveis para pequenos negócios com dicas práticas.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h13
Como precificar bem e lucrar mais no seu pequeno negócio

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Cobrar o preço certo faz toda a diferença para a sobrevivência do seu negócio. Veja estratégias práticas para equilibrar custos, atrair clientes e garantir lucro.

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Definir o preço correto de um produto ou serviço é uma das decisões mais importantes para a saúde financeira de qualquer pequena empresa. Quando a precificação é feita de forma estratégica, ela ajuda a cobrir custos, gerar lucro e garantir recursos para investimentos e crescimento. Porém, nenhuma dessas estratégias terá o efeito esperado se o valor cobrado por um produto ou serviço estiver desalinhado ao negócio.

Um desnível em relação ao preço pode balançar a operação. Preços muito altos afastam clientes e reduzem o faturamento, enquanto valores abaixo da média de mercado geram prejuízo em cada transação, dificultando o pagamento de fornecedores, salários e despesas operacionais. Além disso, isso torna difícil alcançar margens de lucro positivas.

“O preço adequado é aquele que gera rentabilidade para a empresa e, ao mesmo tempo, é percebido pelo cliente como justo em relação ao valor entregue”, avalia Luciane Chiodi Nogueira, professora de administração da Universidade Cruzeiro do Sul.

Luciane ressalta que um dos erros mais comuns entre empreendedores é definir a precificação apenas com base nos valores praticados pela concorrência. A recomendação é considerar o equilíbrio entre valor e percepção de marca, levando em conta o modelo operacional da empresa, despesas fixas, custos variáveis e margens de lucro.

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“O que gera lucro para uma organização pode gerar prejuízo para outra”, diz.

Chegar a esse consenso não é tarefa fácil e requer uma avaliação cuidadosa dos principais indicadores da empresa, bem como de métricas intangíveis, como valor percebido, confiança e credibilidade, que resultam de ações de relacionamento com o cliente ao longo da jornada de compra.

Luciane também alerta para a inclusão de despesas como impostos, taxas de cartão, comissões, marketing, aluguel, energia, sistemas e até a remuneração dos sócios no cálculo final. “Quando esses valores não entram no cálculo, cria-se uma falsa percepção de lucratividade”, diz.

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Para ajudar os empreendedores a equilibrar resultados financeiros e competitividade, Luciane recomenda quatro dicas práticas para a definição de preços justos:

  1. Conheça seu negócio no detalhe: O primeiro passo é conhecer profundamente os números e especificidades do negócio. Identifique custos, despesas fixas, variáveis, impostos, taxas e comissões.
  2. Defina a meta de rentabilidade: É importante estabelecer qual rentabilidade deseja alcançar. O lucro deve ser planejado para garantir investimentos e sustentabilidade.
  3. Acompanhe o mercado: Manter-se atualizado sobre as mudanças de consumo e as estratégias dos concorrentes é vital para entender o posicionamento da empresa.
  4. Reajuste sempre que necessário: A estratégia de precificação deve ser constantemente avaliada e atualizada, considerando as variáveis que influenciam a formação de preço.

“Custos mudam, impostos mudam e o comportamento do consumidor também muda. O preço não é uma decisão definitiva; ele faz parte da gestão do negócio”, conclui Luciane.

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Definir o preço correto de um produto ou serviço é uma das decisões mais importantes para a saúde financeira de qualquer pequena empresa. Quando a precificação é feita de forma estratégica, ela ajuda a cobrir custos, gerar lucro e garantir recursos para investimentos e crescimento. Porém, nenhuma dessas estratégias terá o efeito esperado se o valor cobrado por um produto ou serviço estiver desalinhado ao negócio.

Um desnível em relação ao preço pode balançar a operação. Preços muito altos afastam clientes e reduzem o faturamento, enquanto valores abaixo da média de mercado geram prejuízo em cada transação, dificultando o pagamento de fornecedores, salários e despesas operacionais. Além disso, isso torna difícil alcançar margens de lucro positivas.

“O preço adequado é aquele que gera rentabilidade para a empresa e, ao mesmo tempo, é percebido pelo cliente como justo em relação ao valor entregue”, avalia Luciane Chiodi Nogueira, professora de administração da Universidade Cruzeiro do Sul.

Luciane ressalta que um dos erros mais comuns entre empreendedores é definir a precificação apenas com base nos valores praticados pela concorrência. A recomendação é considerar o equilíbrio entre valor e percepção de marca, levando em conta o modelo operacional da empresa, despesas fixas, custos variáveis e margens de lucro.

“O que gera lucro para uma organização pode gerar prejuízo para outra”, diz.

Chegar a esse consenso não é tarefa fácil e requer uma avaliação cuidadosa dos principais indicadores da empresa, bem como de métricas intangíveis, como valor percebido, confiança e credibilidade, que resultam de ações de relacionamento com o cliente ao longo da jornada de compra.

Luciane também alerta para a inclusão de despesas como impostos, taxas de cartão, comissões, marketing, aluguel, energia, sistemas e até a remuneração dos sócios no cálculo final. “Quando esses valores não entram no cálculo, cria-se uma falsa percepção de lucratividade”, diz.

Para ajudar os empreendedores a equilibrar resultados financeiros e competitividade, Luciane recomenda quatro dicas práticas para a definição de preços justos:

  1. Conheça seu negócio no detalhe: O primeiro passo é conhecer profundamente os números e especificidades do negócio. Identifique custos, despesas fixas, variáveis, impostos, taxas e comissões.
  2. Defina a meta de rentabilidade: É importante estabelecer qual rentabilidade deseja alcançar. O lucro deve ser planejado para garantir investimentos e sustentabilidade.
  3. Acompanhe o mercado: Manter-se atualizado sobre as mudanças de consumo e as estratégias dos concorrentes é vital para entender o posicionamento da empresa.
  4. Reajuste sempre que necessário: A estratégia de precificação deve ser constantemente avaliada e atualizada, considerando as variáveis que influenciam a formação de preço.

“Custos mudam, impostos mudam e o comportamento do consumidor também muda. O preço não é uma decisão definitiva; ele faz parte da gestão do negócio”, conclui Luciane.

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