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Aracaju, Sábado, 11 de julho de 2026
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Coreia do Norte critica EUA e aliados por militarização após cúpula da Otan

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Coreia do Norte critica EUA e aliados por militarização após cúpula da Otan

Coreia do Norte critica EUA e aliados por militarização após cúpula da Otan.

11/07/2026 · 12h26
Coreia do Norte critica EUA e aliados por militarização após cúpula da Otan

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A Coreia do Norte condenou neste sábado (11) os Estados Unidos e seus aliados, acusando-os de fortalecer blocos militares e acelerar a corrida armamentista após a cúpula da Otan, realizada nesta semana.

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O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte divulgou um comunicado, através da agência estatal KCNA, onde afirmou que os líderes da Otan retrataram o exercício de seus direitos soberanos como uma ameaça.

“A aliança demonstrou um compromisso ainda maior com a confrontação entre blocos ao ampliar os gastos militares e aprofundar a cooperação militar com aliados na região da Ásia-Pacífico”, disse o ministério.

Durante a cúpula da Otan, realizada na Turquia na terça-feira, autoridades anunciaram mais de US$ 50 bilhões em acordos de compras militares e industriais. Os aliados europeus estão sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para assumirem uma maior parte dos custos de defesa da aliança.

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O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, rival de Pyongyang, manifestou, à margem da cúpula, a expectativa de ampliar a cooperação de Seul com os aliados da Otan em pesquisa e desenvolvimento, incluindo tecnologias de ponta, e na produção de sistemas de armas.

A Coreia do Norte também declarou que a cúpula demonstrou que a Otan é uma organização voltada para a guerra e o confronto, buscando interesses geopolíticos que, segundo Pyongyang, prejudicam a paz e a segurança na Europa e na região da Ásia-Pacífico.

Além disso, o país afirmou que a pressão do Ocidente para que abandone suas armas nucleares foi encerrada de forma irreversível. Pyongyang defende que os esforços de desnuclearização devem começar com as tentativas da Coreia do Sul e do Japão de desenvolver suas próprias armas nucleares, sob a proteção dos Estados Unidos, além das ambições nucleares dos membros da Otan envolvidos em acordos de compartilhamento nuclear.

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“A Coreia do Norte protegerá sua soberania, seus interesses de segurança e a paz regional por meio do exercício responsável de seus direitos soberanos”, acrescentou o comunicado.

Na sexta-feira, a KCNA informou que a Coreia do Norte decidiu adotar medidas para fortalecer suas forças nucleares “quantitativa e qualitativamente”, enquanto o líder Kim Jong Un defende a modernização das Forças Armadas do país.

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A Coreia do Norte condenou neste sábado (11) os Estados Unidos e seus aliados, acusando-os de fortalecer blocos militares e acelerar a corrida armamentista após a cúpula da Otan, realizada nesta semana.

O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte divulgou um comunicado, através da agência estatal KCNA, onde afirmou que os líderes da Otan retrataram o exercício de seus direitos soberanos como uma ameaça.

“A aliança demonstrou um compromisso ainda maior com a confrontação entre blocos ao ampliar os gastos militares e aprofundar a cooperação militar com aliados na região da Ásia-Pacífico”, disse o ministério.

Durante a cúpula da Otan, realizada na Turquia na terça-feira, autoridades anunciaram mais de US$ 50 bilhões em acordos de compras militares e industriais. Os aliados europeus estão sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para assumirem uma maior parte dos custos de defesa da aliança.

O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, rival de Pyongyang, manifestou, à margem da cúpula, a expectativa de ampliar a cooperação de Seul com os aliados da Otan em pesquisa e desenvolvimento, incluindo tecnologias de ponta, e na produção de sistemas de armas.

A Coreia do Norte também declarou que a cúpula demonstrou que a Otan é uma organização voltada para a guerra e o confronto, buscando interesses geopolíticos que, segundo Pyongyang, prejudicam a paz e a segurança na Europa e na região da Ásia-Pacífico.

Além disso, o país afirmou que a pressão do Ocidente para que abandone suas armas nucleares foi encerrada de forma irreversível. Pyongyang defende que os esforços de desnuclearização devem começar com as tentativas da Coreia do Sul e do Japão de desenvolver suas próprias armas nucleares, sob a proteção dos Estados Unidos, além das ambições nucleares dos membros da Otan envolvidos em acordos de compartilhamento nuclear.

“A Coreia do Norte protegerá sua soberania, seus interesses de segurança e a paz regional por meio do exercício responsável de seus direitos soberanos”, acrescentou o comunicado.

Na sexta-feira, a KCNA informou que a Coreia do Norte decidiu adotar medidas para fortalecer suas forças nucleares “quantitativa e qualitativamente”, enquanto o líder Kim Jong Un defende a modernização das Forças Armadas do país.

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