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Coreia do Norte prepara resposta militar ao Japão, diz Kim Yo-jong

Coreia do Norte anuncia planejamento militar em resposta à remilitarização do Japão.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h59
Coreia do Norte prepara resposta militar ao Japão, diz Kim Yo-jong

Kim Yo-jong afirmou que a Coreia do Norte elabora planos militares em resposta à proposta de remilitarização do Japão defendida por Sanae Takaichi. Ela é irmã de Kim Jong-un.

O governo da Coreia do Norte informou, na quarta-feira (5 de agosto de 2026), que está elaborando estratégias militares para um possível confronto com o Japão. A declaração foi feita por Kim Yo-jong, que ocupa a diretoria do Departamento de Assuntos Gerais do Partido dos Trabalhadores da Coreia e é irmã de Kim Jong-un.

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Kim Yo-jong destacou que esse planejamento é uma resposta à recente decisão do Japão de se remilitarizar, uma proposta defendida pela primeira-ministra Sanae Takaichi (PLD, direita) desde que assumiu o cargo em novembro do ano passado. A tensão entre os dois países aumentou após um teste de míssil Tomahawk de longo alcance realizado pelo Japão no final de julho.

“Quando as armas caem nas mãos dos descendentes de militaristas que herdaram genes de astúcia e agressão, coisas desagradáveis ​​certamente acontecerão”, afirmou Kim Yo-jong.

A dirigente norte-coreana também criticou os argumentos do Japão, que afirma que a compra de equipamentos militares visa a defesa. Ela sugeriu que o Japão busca se tornar uma superpotência militar com potencial para realizar ofensivas contra seus vizinhos.

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“Uma maneira eficaz é fazer com que o próprio Japão perceba que sua segurança foi exposta a um perigo ainda maior devido à ganância excessiva que demonstrou. Você precisa fazê-los se arrepender”, declarou Kim Yo-jong.

O documento lido por Kim Yo-jong também aponta os Estados Unidos como responsáveis pelo incentivo à militarização do Japão, argumentando que os EUA promovem discórdia na região do Pacífico ao apoiar a modernização das Forças Armadas japonesas. A Coreia do Sul foi mencionada como outro “fantoche” dos EUA.

Na quinta-feira (6 de agosto), a agência estatal norte-coreana KCNA publicou um texto intitulado “Os Pecados do Japão, um Arqui-inimigo de 1.000 Anos”, que relata a participação do Japão na Guerra da Coreia (1950-1953) como aliado dos EUA no conflito contra os comunistas coreanos. O texto afirma que o Japão enviou 25.000 tropas para lutar ao lado das forças do sul e forneceu equipamentos aos inimigos dos comunistas.

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Kim Yo-jong afirmou que a Coreia do Norte elabora planos militares em resposta à proposta de remilitarização do Japão defendida por Sanae Takaichi. Ela é irmã de Kim Jong-un.

O governo da Coreia do Norte informou, na quarta-feira (5 de agosto de 2026), que está elaborando estratégias militares para um possível confronto com o Japão. A declaração foi feita por Kim Yo-jong, que ocupa a diretoria do Departamento de Assuntos Gerais do Partido dos Trabalhadores da Coreia e é irmã de Kim Jong-un.

Kim Yo-jong destacou que esse planejamento é uma resposta à recente decisão do Japão de se remilitarizar, uma proposta defendida pela primeira-ministra Sanae Takaichi (PLD, direita) desde que assumiu o cargo em novembro do ano passado. A tensão entre os dois países aumentou após um teste de míssil Tomahawk de longo alcance realizado pelo Japão no final de julho.

“Quando as armas caem nas mãos dos descendentes de militaristas que herdaram genes de astúcia e agressão, coisas desagradáveis ​​certamente acontecerão”, afirmou Kim Yo-jong.

A dirigente norte-coreana também criticou os argumentos do Japão, que afirma que a compra de equipamentos militares visa a defesa. Ela sugeriu que o Japão busca se tornar uma superpotência militar com potencial para realizar ofensivas contra seus vizinhos.

“Uma maneira eficaz é fazer com que o próprio Japão perceba que sua segurança foi exposta a um perigo ainda maior devido à ganância excessiva que demonstrou. Você precisa fazê-los se arrepender”, declarou Kim Yo-jong.

O documento lido por Kim Yo-jong também aponta os Estados Unidos como responsáveis pelo incentivo à militarização do Japão, argumentando que os EUA promovem discórdia na região do Pacífico ao apoiar a modernização das Forças Armadas japonesas. A Coreia do Sul foi mencionada como outro “fantoche” dos EUA.

Na quinta-feira (6 de agosto), a agência estatal norte-coreana KCNA publicou um texto intitulado “Os Pecados do Japão, um Arqui-inimigo de 1.000 Anos”, que relata a participação do Japão na Guerra da Coreia (1950-1953) como aliado dos EUA no conflito contra os comunistas coreanos. O texto afirma que o Japão enviou 25.000 tropas para lutar ao lado das forças do sul e forneceu equipamentos aos inimigos dos comunistas.

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