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Aracaju, Segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Críticas à Fifa após liberação de Balogun na Copa do Mundo

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Críticas à Fifa após liberação de Balogun na Copa do Mundo

A liberação de Balogun pela Fifa provoca críticas de dirigentes e federações no futebol.

06/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h45
Críticas à Fifa após liberação de Balogun na Copa do Mundo

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A decisão da Fifa de suspender a punição ao atacante Folarin Balogun, permitindo que ele jogue pela seleção dos Estados Unidos nas oitavas de final da Copa do Mundo contra a Bélgica, gerou uma onda de reações no futebol internacional.

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Balogun havia recebido um cartão vermelho na partida contra a Bósnia e Herzegovina e, segundo as regras, deveria cumprir suspensão automática. No entanto, a Fifa utilizou um dispositivo do Código Disciplinar para suspender a sanção por um ano, após um pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao presidente da Fifa, Gianni Infantino.

A medida provocou críticas de dirigentes, federações e treinadores em todo o mundo. A Uefa, por exemplo, foi uma das entidades que mais se manifestou, afirmando que a Fifa “cruzou uma linha vermelha” ao abrir uma exceção para Balogun. A Uefa ressaltou que a suspensão automática após um cartão vermelho é uma regra objetiva e não deve ser flexibilizada, alertando que essa decisão compromete a integridade da competição e cria um precedente perigoso.

A Federação Belga de Futebol também se manifestou, afirmando que a decisão contraria o próprio Código Disciplinar da Fifa. De acordo com a entidade, o artigo 66 estabelece que um cartão vermelho resulta em suspensão automática para a próxima partida, o que foi aplicado em todos os outros casos durante o torneio.

O presidente da Federação Alemã de Futebol, Bernd Neuendorf, exigiu esclarecimentos da Fifa sobre a suposta ligação entre Trump e Infantino que teria influenciado a decisão. Neuendorf destacou a importância de afastar qualquer impressão de interferência política no esporte.

“Não sabia que, na Copa do Mundo, o dia 5 de julho havia se transformado em 1º de abril”, ironizou o técnico da Bélgica, Rudi Garcia, referindo-se ao Dia da Mentira e destacando que a discussão vai além da seleção belga, envolvendo a defesa das regras do futebol.

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Sepp Blatter, ex-presidente da Fifa, também criticou a medida, afirmando que cartões vermelhos não podem ser revertidos por “telefonemas políticos”, mas somente por regras e órgãos independentes. Para Blatter, o futebol não deve se tornar um “playground para o poder político”.

O técnico da seleção da Inglaterra, Thomas Tuchel, questionou os critérios utilizados para reverter a suspensão. Ele ressaltou que o árbitro e a equipe do VAR decidiram que o lance merecia cartão vermelho, e essa decisão deveria ser respeitada.

“O que me intriga é quem pode reverter essa decisão, quando isso acontece e com base em quais critérios. Queremos consistência”, afirmou Tuchel.

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O treinador da Noruega, Ståle Solbakken, classificou a decisão como um erro grave que prejudica a credibilidade da Copa do Mundo. Ele observou que, caso os Estados Unidos vençam a Bélgica, a polêmica sobre a suspensão de Balogun sempre acompanhará a campanha da seleção.

Glenn Micallef, comissário europeu do esporte, também se manifestou, afirmando que a decisão de suspender a punição de Balogun foi errada. Micallef enfatizou que a autonomia do esporte deve ser preservada e que decisões esportivas não devem ser influenciadas por políticos.

Por fim, o ex-técnico do Liverpool, Jürgen Klopp, destacou que a interferência de Trump e Infantino no esporte é preocupante, afirmando que essas pessoas não deveriam ter relação com decisões do futebol.

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A decisão da Fifa de suspender a punição ao atacante Folarin Balogun, permitindo que ele jogue pela seleção dos Estados Unidos nas oitavas de final da Copa do Mundo contra a Bélgica, gerou uma onda de reações no futebol internacional.

Balogun havia recebido um cartão vermelho na partida contra a Bósnia e Herzegovina e, segundo as regras, deveria cumprir suspensão automática. No entanto, a Fifa utilizou um dispositivo do Código Disciplinar para suspender a sanção por um ano, após um pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao presidente da Fifa, Gianni Infantino.

A medida provocou críticas de dirigentes, federações e treinadores em todo o mundo. A Uefa, por exemplo, foi uma das entidades que mais se manifestou, afirmando que a Fifa “cruzou uma linha vermelha” ao abrir uma exceção para Balogun. A Uefa ressaltou que a suspensão automática após um cartão vermelho é uma regra objetiva e não deve ser flexibilizada, alertando que essa decisão compromete a integridade da competição e cria um precedente perigoso.

A Federação Belga de Futebol também se manifestou, afirmando que a decisão contraria o próprio Código Disciplinar da Fifa. De acordo com a entidade, o artigo 66 estabelece que um cartão vermelho resulta em suspensão automática para a próxima partida, o que foi aplicado em todos os outros casos durante o torneio.

O presidente da Federação Alemã de Futebol, Bernd Neuendorf, exigiu esclarecimentos da Fifa sobre a suposta ligação entre Trump e Infantino que teria influenciado a decisão. Neuendorf destacou a importância de afastar qualquer impressão de interferência política no esporte.

“Não sabia que, na Copa do Mundo, o dia 5 de julho havia se transformado em 1º de abril”, ironizou o técnico da Bélgica, Rudi Garcia, referindo-se ao Dia da Mentira e destacando que a discussão vai além da seleção belga, envolvendo a defesa das regras do futebol.

Sepp Blatter, ex-presidente da Fifa, também criticou a medida, afirmando que cartões vermelhos não podem ser revertidos por “telefonemas políticos”, mas somente por regras e órgãos independentes. Para Blatter, o futebol não deve se tornar um “playground para o poder político”.

O técnico da seleção da Inglaterra, Thomas Tuchel, questionou os critérios utilizados para reverter a suspensão. Ele ressaltou que o árbitro e a equipe do VAR decidiram que o lance merecia cartão vermelho, e essa decisão deveria ser respeitada.

“O que me intriga é quem pode reverter essa decisão, quando isso acontece e com base em quais critérios. Queremos consistência”, afirmou Tuchel.

O treinador da Noruega, Ståle Solbakken, classificou a decisão como um erro grave que prejudica a credibilidade da Copa do Mundo. Ele observou que, caso os Estados Unidos vençam a Bélgica, a polêmica sobre a suspensão de Balogun sempre acompanhará a campanha da seleção.

Glenn Micallef, comissário europeu do esporte, também se manifestou, afirmando que a decisão de suspender a punição de Balogun foi errada. Micallef enfatizou que a autonomia do esporte deve ser preservada e que decisões esportivas não devem ser influenciadas por políticos.

Por fim, o ex-técnico do Liverpool, Jürgen Klopp, destacou que a interferência de Trump e Infantino no esporte é preocupante, afirmando que essas pessoas não deveriam ter relação com decisões do futebol.

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