No Rennova Summer Summit, Deborah Secco criticou a pressão estética da sua geração e pediu um olhar mais gentil para o corpo. Ela afirmou que o maior acesso a procedimentos estéticos ampliou opções para as mulheres.
Deborah Secco participou do Rennova Summer Summit, nesta quinta-feira (17/9), e conversou com a repórter Carine Roma sobre padrões de beleza. A atriz relembrou a pressão estética que marcou sua geração e ressaltou a necessidade de olhar para si com mais empatia, sem deixar de buscar a sua melhor versão.
No encontro, Deborah falou sobre como a cobrança em torno da aparência era mais intensa no passado e avaliou que a ampliação do acesso a procedimentos estéticos tem transformado as possibilidades para as mulheres. Segundo ela, a democratização dessas intervenções vem mudando a forma como a sociedade enxerga a beleza.
“A Rennova traz essa democratização da beleza, mas eu acho que muito importante é falar que a gente, eu sou de uma geração que tinha um padrão de beleza muito cruel para a mulher, né?”
De acordo com a atriz, a discussão sobre aparência precisa caminhar junto com o cuidado emocional e com a aceitação das próprias características. Ela destacou que aceitar traços individuais não significa abrir mão do desejo de melhorar aspectos que incomodam, mas sim combinar esse desejo com respeito à diversidade e ao bem-estar.
Deborah também recordou que, para quem viveu essas cobranças mais severas, a mudança cultural é sensível e gradual. Ela afirmou que os tratamentos e procedimentos mais acessíveis ampliaram o leque de escolhas, mas que é igualmente importante fortalecer uma visão mais empática sobre o próprio corpo.
Durante a conversa, a atriz enfatizou ainda que a valorização da beleza não pode se reduzir a um único padrão imposto, e que o debate atual contempla diferentes corpos, idades e histórias. A fala reforçou a ideia de que a busca por autoestima deve andar lado a lado com a aceitação e o cuidado mental.
Ao longo do evento, a mensagem central de Deborah Secco foi de que a beleza pode e deve ser plural, e que políticas e práticas que ampliam o acesso a procedimentos estéticos têm impacto nas escolhas individuais. Para ela, reconhecer a pressão do passado é parte do processo de construção de um olhar mais inclusivo e menos cruel sobre a aparência feminina.





LEIA TAMBÉM
Receba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

