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Aracaju, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Economia

Desemprego cai para 5,3% e emprego bate recorde de 103,3 milhões

Taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho; ocupação atingiu recorde de 103,3 milhões, aponta IBGE.

27/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h55
Desemprego cai para 5,3% e emprego bate recorde de 103,3 milhões

IBGE informou que, no trimestre até julho, a taxa de desemprego atingiu o menor patamar desde 2012, em 5,3%. O total de ocupados subiu a 103,3 milhões, recorde da série.

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho ficou em 5,3%, o menor patamar para esse período de três meses desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa era de 5,8% e, no mesmo período de 2025, havia sido 5,6%.

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Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa também mostrou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, recorde da série histórica. O total de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões, igualmente o maior da série.

O contingente de trabalhadores sem carteira assinada somou 13,8 milhões, um crescimento de 3,6% em comparação com o trimestre encerrado em abril, o que representa mais 477 mil pessoas nessa condição.

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre até julho foi puxado pelo setor de construção civil.

“A maioria aconteceu entre pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios”, citou.

“Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho”, disse.

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A ocupação no agrupamento transporte, armazenagem e correio, que inclui entregadores de aplicativo, cresceu 5,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025. O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, recuo de 503 mil pessoas (queda de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril.

A taxa de informalidade — proporção de trabalhadores informais na população ocupada — foi de 37,5%, ante 37,2% no trimestre até abril. O IBGE considera como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ, que não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

A população desalentada, formada por pessoas que não procuravam emprego por acreditarem que não conseguiriam uma vaga, marcou 2,3 milhões de pessoas, com queda de 9,7% no trimestre.

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O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, uma redução de 0,7% na comparação com o período até abril; o IBGE classifica essa diferença como “estável”.

A Pnad apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e considera todas as formas de ocupação, com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria. Pelo critério do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga nos 30 dias anteriores à pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa da série foi 14,9%, atingida nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

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IBGE informou que, no trimestre até julho, a taxa de desemprego atingiu o menor patamar desde 2012, em 5,3%. O total de ocupados subiu a 103,3 milhões, recorde da série.

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho ficou em 5,3%, o menor patamar para esse período de três meses desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa era de 5,8% e, no mesmo período de 2025, havia sido 5,6%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa também mostrou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, recorde da série histórica. O total de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões, igualmente o maior da série.

O contingente de trabalhadores sem carteira assinada somou 13,8 milhões, um crescimento de 3,6% em comparação com o trimestre encerrado em abril, o que representa mais 477 mil pessoas nessa condição.

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre até julho foi puxado pelo setor de construção civil.

“A maioria aconteceu entre pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios”, citou.

“Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho”, disse.

A ocupação no agrupamento transporte, armazenagem e correio, que inclui entregadores de aplicativo, cresceu 5,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025. O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, recuo de 503 mil pessoas (queda de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril.

A taxa de informalidade — proporção de trabalhadores informais na população ocupada — foi de 37,5%, ante 37,2% no trimestre até abril. O IBGE considera como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ, que não têm garantias como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

A população desalentada, formada por pessoas que não procuravam emprego por acreditarem que não conseguiriam uma vaga, marcou 2,3 milhões de pessoas, com queda de 9,7% no trimestre.

O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, uma redução de 0,7% na comparação com o período até abril; o IBGE classifica essa diferença como “estável”.

A Pnad apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e considera todas as formas de ocupação, com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria. Pelo critério do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga nos 30 dias anteriores à pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa da série foi 14,9%, atingida nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

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