No palco Sunset, na sexta (4), Di Ferrero falou da conexão com o público desde o NX Zero e da evolução na interação. O cantor disse que aprendeu a equilibrar proximidade e condução do show.
Di Ferrero se apresentou nesta sexta-feira (4) no palco Sunset do Rock in Rio 2026 e destacou a relação construída com o público desde os tempos do NX Zero. O cantor afirmou que a experiência ao longo dos anos lhe permitiu ajustar a interação com os fãs sem perder a condução do espetáculo.
No palco, Di Ferrero comentou sobre o processo de aprendizado e a busca por equilíbrio entre a proximidade com a plateia e a manutenção da estrutura do show. Segundo ele, esse equilíbrio resulta da vivência e de um ajuste consciente nas atitudes durante as apresentações.
“Eu sempre fui assim, me joguei mesmo. Às vezes até demais, porque esse lance do artista de querer dar, dar, dar demais faz com que você esqueça vários movimentos do show”
O cantor detalhou que, com o tempo, aprendeu a perceber sinais do público e a ajustar a dinâmica conforme a resposta da plateia. Em suas palavras, a conexão com o público é algo sentido em cena e nem sempre traduzível em palavras.
“Hoje eu consigo equilibrar tudo. Consigo ter as pessoas perto, chamar a galera junto e sentir o movimento do show”
Di Ferrero também falou sobre a experiência emocional no evento. Ele disse que vivenciou um momento marcante durante a apresentação e destacou a intensidade do encontro com o público no Sunset.
“Você sente ali, não dá para explicar perfeitamente. O que eu mais fico feliz de viver hoje como artista, principalmente hoje aqui nesse show, foi uma das melhores tardes da minha vida”
Além das reflexões sobre a performance, o cantor comentou o segundo álbum solo, Se7e, lançado em 2026. O trabalho deu origem a uma nova turnê que vai percorrer diferentes cidades brasileiras ao longo do ano. Segundo Di Ferrero, o disco tem caráter pessoal e reúne referências ligadas à espiritualidade, à família e a várias linhas de pensamento que compõem sua trajetória.
“É um álbum bem pessoal. A minha família participou, minha mãe é astróloga. É um álbum meio místico, vamos falar assim. Sete é um número cabalístico”
Ele afirmou que inseriu no álbum referências e pequenos detalhes — devidamente adaptados ao seu processo de composição — que remetem às suas crenças, às religiões que acompanha e a pensadores que o influenciam.
“Eu coloquei as coisas que eu acredito pessoalmente, da espiritualidade, até de religiões que eu sigo, de várias coisas que eu gosto e pensadores para dentro disso. Uns easter eggs dentro do álbum e, claro, do meu jeito, cantando e escrevendo”
Sobre a recepção do repertório novo, Di Ferrero observou que as músicas de Se7e já foram incorporadas pelo público durante o show no Rock in Rio, o que reforçou a resposta positiva à nova fase do artista.
“A galera cantou as músicas novas hoje aqui no Rock in Rio. É incrível. Está todo mundo na vibe. E eu também”
O show no Sunset consolidou, segundo o artista, a aproximação construída ao longo da carreira e a capacidade de articular interação e condução de espetáculo, mantendo o repertório recente como elemento central da apresentação.
LEIA TAMBÉM
Receba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

