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“Dieselgate”: Ex-chefes da Volkswagen condenados por fraude, dois vão para prisão

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“Dieselgate”: Ex-chefes da Volkswagen condenados por fraude, dois vão para prisão

Publicidade Publicidade Quatro antigos altos responsáveis do grupo Volkswagen foram considerados culpados por fraude no caso que ficou conhecido como “Dieselgate”, marcando um novo capítulo no escândalo que abalou a indústria automóvel em 2015. A decisão do Tribunal Regional de Brunswick ditou a condenação de dois ex-dirigentes a penas de prisão efetiva: Jens Hadler, ex-diretor […]

26/05/2025 · 09h10 · Atualizado às 19h19
“Dieselgate”: Ex-chefes da Volkswagen condenados por fraude, dois vão para prisão

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Quatro antigos altos responsáveis do grupo Volkswagen foram considerados culpados por fraude no caso que ficou conhecido como “Dieselgate”, marcando um novo capítulo no escândalo que abalou a indústria automóvel em 2015. A decisão do Tribunal Regional de Brunswick ditou a condenação de dois ex-dirigentes a penas de prisão efetiva: Jens Hadler, ex-diretor de desenvolvimento de motores diesel, sentenciado a quatro anos e meio, e Hanno Jelden, antigo diretor de tecnologia de propulsão, condenado a dois anos e sete meses.

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Outros dois ex-diretores também foram responsabilizados, mas receberam penas suspensas. Heinz-Jakob Neusser, que liderou o desenvolvimento da Volkswagen, foi condenado a um ano e três meses de prisão com pena suspensa, enquanto outro antigo diretor do mesmo departamento recebeu uma sentença de um ano e dez meses em liberdade condicional. O tribunal concluiu que todos os acusados tinham conhecimento das manipulações nos motores diesel, um esquema que se prolongou por anos e afetou milhões de veículos de diversas marcas do grupo, como Volkswagen, Audi, Skoda e Porsche.

O “Dieselgate” veio à tona quando a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) revelou a existência de um software que adulterava os resultados dos testes de emissões de poluentes em veículos a gasóleo. Essa prática foi posteriormente considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça da União Europeia. Em decisões anteriores, o Supremo Tribunal alemão já havia estabelecido o direito dos compradores de veículos manipulados a receberem indemnizações pelo dano causado.

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Quatro antigos altos responsáveis do grupo Volkswagen foram considerados culpados por fraude no caso que ficou conhecido como “Dieselgate”, marcando um novo capítulo no escândalo que abalou a indústria automóvel em 2015. A decisão do Tribunal Regional de Brunswick ditou a condenação de dois ex-dirigentes a penas de prisão efetiva: Jens Hadler, ex-diretor de desenvolvimento de motores diesel, sentenciado a quatro anos e meio, e Hanno Jelden, antigo diretor de tecnologia de propulsão, condenado a dois anos e sete meses.

Outros dois ex-diretores também foram responsabilizados, mas receberam penas suspensas. Heinz-Jakob Neusser, que liderou o desenvolvimento da Volkswagen, foi condenado a um ano e três meses de prisão com pena suspensa, enquanto outro antigo diretor do mesmo departamento recebeu uma sentença de um ano e dez meses em liberdade condicional. O tribunal concluiu que todos os acusados tinham conhecimento das manipulações nos motores diesel, um esquema que se prolongou por anos e afetou milhões de veículos de diversas marcas do grupo, como Volkswagen, Audi, Skoda e Porsche.

O “Dieselgate” veio à tona quando a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) revelou a existência de um software que adulterava os resultados dos testes de emissões de poluentes em veículos a gasóleo. Essa prática foi posteriormente considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça da União Europeia. Em decisões anteriores, o Supremo Tribunal alemão já havia estabelecido o direito dos compradores de veículos manipulados a receberem indemnizações pelo dano causado.

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