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Drones Influenciam Estratégias dos Soldados Ucranianos na Guerra

Drones inimigos influenciam as operações de artilharia ucraniana na linha de frente.

12/07/2026 · 15h15
Drones Influenciam Estratégias dos Soldados Ucranianos na Guerra

Soldados de artilharia ucranianos, localizados nas proximidades da cidade de Dobropillia, relatam que os drones inimigos têm um papel determinante em suas operações na linha de frente. Na quarta-feira, dia 8, uma equipe da 15ª Brigada Kara-Dag da Guarda Nacional da Ucrânia foi forçada a esconder repetidamente seu obuseiro Msta-B, de fabricação soviética, devido à presença de drones sobrevoando a área. Essa situação obrigou os militares a adiar suas missões de disparo, evidenciando a ameaça constante que os drones representam.

O comandante do obuseiro, identificado como Demian, utiliza um nome de guerra por questões de segurança e destacou que a ameaça aérea alterou profundamente a forma como a artilharia opera, exigindo maior cautela e camuflagem antes de cada disparo. Ele ressaltou a necessidade de se adaptar a essa nova realidade, onde a presença dos drones determina as ações dos soldados.

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Após a recente cúpula da Otan, realizada em Ancara, onde o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os soldados na linha de frente no Donbas expressaram pessimismo quanto ao término da guerra em um futuro próximo. Demian comentou que o ritmo intenso das operações deixa pouco espaço para acompanhamento dos acontecimentos políticos, além de apenas algumas ligações ocasionais para suas famílias em Zaporizhzhia.

Em meio a esse cenário, Trump anunciou que Washington concederá à Ucrânia uma licença para a fabricação de mísseis interceptadores Patriot, uma medida que foi recebida com entusiasmo pelo governo ucraniano, especialmente diante da intensificação dos ataques russos com mísseis e drones. Apesar dos avanços trazidos pela guerra com drones, Demian ressaltou que a artilharia ainda desempenha um papel crucial no campo de batalha, mesmo que as mudanças nas táticas tenham reduzido a frequência do uso dos canhões. Segundo ele, em certas situações, apenas a artilharia consegue oferecer o poder de fogo necessário para enfrentar os desafios impostos pela guerra.

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Soldados de artilharia ucranianos, localizados nas proximidades da cidade de Dobropillia, relatam que os drones inimigos têm um papel determinante em suas operações na linha de frente. Na quarta-feira, dia 8, uma equipe da 15ª Brigada Kara-Dag da Guarda Nacional da Ucrânia foi forçada a esconder repetidamente seu obuseiro Msta-B, de fabricação soviética, devido à presença de drones sobrevoando a área. Essa situação obrigou os militares a adiar suas missões de disparo, evidenciando a ameaça constante que os drones representam.

O comandante do obuseiro, identificado como Demian, utiliza um nome de guerra por questões de segurança e destacou que a ameaça aérea alterou profundamente a forma como a artilharia opera, exigindo maior cautela e camuflagem antes de cada disparo. Ele ressaltou a necessidade de se adaptar a essa nova realidade, onde a presença dos drones determina as ações dos soldados.

Após a recente cúpula da Otan, realizada em Ancara, onde o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os soldados na linha de frente no Donbas expressaram pessimismo quanto ao término da guerra em um futuro próximo. Demian comentou que o ritmo intenso das operações deixa pouco espaço para acompanhamento dos acontecimentos políticos, além de apenas algumas ligações ocasionais para suas famílias em Zaporizhzhia.

Em meio a esse cenário, Trump anunciou que Washington concederá à Ucrânia uma licença para a fabricação de mísseis interceptadores Patriot, uma medida que foi recebida com entusiasmo pelo governo ucraniano, especialmente diante da intensificação dos ataques russos com mísseis e drones. Apesar dos avanços trazidos pela guerra com drones, Demian ressaltou que a artilharia ainda desempenha um papel crucial no campo de batalha, mesmo que as mudanças nas táticas tenham reduzido a frequência do uso dos canhões. Segundo ele, em certas situações, apenas a artilharia consegue oferecer o poder de fogo necessário para enfrentar os desafios impostos pela guerra.

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