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Eduardo Bolsonaro afirma que eleição de 2030 depende de Flávio ser eleito presidente

Eduardo Bolsonaro afirma que eleição de 2030 depende da vitória de Flávio na disputa ao Planalto.

14/07/2026 · 20h57
Eduardo Bolsonaro afirma que eleição de 2030 depende de Flávio ser eleito presidente

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou seu perfil no X nesta segunda-feira, 13 de julho de 2026, para afirmar que “não haverá eleição em 2030”, a menos que seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seja eleito presidente na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Eduardo repercutiu a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que proibiu o senador e pré-candidato à Presidência de visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL). Essa decisão foi motivada pela leitura de uma carta atribuída ao ex-presidente durante uma transmissão ao vivo, realizada por Flávio.

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“É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando +4 juízes no STF. Se já estão confortáveis hoje para fazer isso, imagina daqui a 4 anos, com controle total do STF+TSE?”

No texto lido por Flávio, o ex-presidente expressou apoio à pré-candidatura do filho ao Planalto, chamando-o de seu “porta-voz” e pedindo união entre os aliados. A mensagem foi divulgada após um conflito entre Flávio e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a respeito das articulações políticas do PL no Ceará. Jair Bolsonaro ressaltou que as divergências internas deveriam ser superadas, enfatizando a importância da concentração de esforços em torno da candidatura do filho.

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A decisão de Moraes foi baseada na avaliação de que a divulgação da carta poderia ter violado a proibição imposta a Bolsonaro de utilizar perfis de terceiros para publicar mensagens nas redes sociais. O ministro determinou a suspensão das visitas de Flávio ao pai por um período de 90 dias e solicitou que a defesa do ex-presidente se manifeste sobre o incidente.

Na sequência do ocorrido, Flávio declarou que Jair Bolsonaro é perseguido e um homem censurado, e aliados do senador manifestaram apoio à carta lida. Por outro lado, o senador Lindbergh pediu a revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro, enquanto Caiado ironizou Flávio após a leitura da carta. A situação gerou reações diversas entre os aliados de Flávio, que criticaram a decisão de Moraes e traçaram comparações com a prisão de Lula.

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou seu perfil no X nesta segunda-feira, 13 de julho de 2026, para afirmar que “não haverá eleição em 2030”, a menos que seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seja eleito presidente na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Eduardo repercutiu a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que proibiu o senador e pré-candidato à Presidência de visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL). Essa decisão foi motivada pela leitura de uma carta atribuída ao ex-presidente durante uma transmissão ao vivo, realizada por Flávio.

“É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando +4 juízes no STF. Se já estão confortáveis hoje para fazer isso, imagina daqui a 4 anos, com controle total do STF+TSE?”

No texto lido por Flávio, o ex-presidente expressou apoio à pré-candidatura do filho ao Planalto, chamando-o de seu “porta-voz” e pedindo união entre os aliados. A mensagem foi divulgada após um conflito entre Flávio e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a respeito das articulações políticas do PL no Ceará. Jair Bolsonaro ressaltou que as divergências internas deveriam ser superadas, enfatizando a importância da concentração de esforços em torno da candidatura do filho.

A decisão de Moraes foi baseada na avaliação de que a divulgação da carta poderia ter violado a proibição imposta a Bolsonaro de utilizar perfis de terceiros para publicar mensagens nas redes sociais. O ministro determinou a suspensão das visitas de Flávio ao pai por um período de 90 dias e solicitou que a defesa do ex-presidente se manifeste sobre o incidente.

Na sequência do ocorrido, Flávio declarou que Jair Bolsonaro é perseguido e um homem censurado, e aliados do senador manifestaram apoio à carta lida. Por outro lado, o senador Lindbergh pediu a revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro, enquanto Caiado ironizou Flávio após a leitura da carta. A situação gerou reações diversas entre os aliados de Flávio, que criticaram a decisão de Moraes e traçaram comparações com a prisão de Lula.

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