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ELEIÇÕES 2026

“Ele nunca saiu de fato”, afirma advogado ao detalhar pedido de impugnação contra Valmir de Francisquinho no TRE-SE

O advogado Gutemberg, representante jurídico do partido Solidariedade (integrante da Federação PRD/Solidariedade), detalhou em entrevista os fundamentos da Ação de Impugnação ao Registro de Candidatura (AIRC) movida contra Valmir de Francisquinho (Republicanos) no Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE).

07/08/2026 · 11h22
“Ele nunca saiu de fato”, afirma advogado ao detalhar pedido de impugnação contra Valmir de Francisquinho no TRE-SE

Defesa do Solidariedade aponta interferência contínua na Prefeitura de Itabaiana e condenação por improbidade em contrato de R$ 4,4 milhões no caso do matadouro municipal.

O advogado Gutemberg, representante jurídico do partido Solidariedade (integrante da Federação PRD/Solidariedade), detalhou em entrevista os fundamentos da Ação de Impugnação ao Registro de Candidatura (AIRC) movida contra Valmir de Francisquinho (Republicanos) no Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE).

Segundo a defesa do partido, a ação fundamenta-se em dois pilares centrais: a falsa desincompatibilização do cargo de prefeito de Itabaiana e o restabelecimento de condenação por improbidade administrativa referente ao caso do matadouro municipal.

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Afastamento apenas formal e ingerência na gestão

O jurista sustentou que Valmir efetuou apenas um desligamento pro forma em abril de 2026, mantendo o controle político e administrativo das ações da Prefeitura de Itabaiana. Para fundamentar a acusação, a peça anexou registros de participações do ex-prefeito em entregas de ônibus, vistorias de obras e solenidades do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

“Ele nunca saiu de fato. A saída formal da Prefeitura de Itabaiana não representou um afastamento definitivo da gestão municipal. Os atos públicos praticados indicam a permanência de influência administrativa e política direta sobre a estrutura do município”, declarou Gutemberg.

Entre os fatos citados na ação para demonstrar o exercício do poder de fato, o advogado destacou a exoneração de uma servidora municipal e de sua filha gestante após a publicação de uma foto com o opositor Zominho. O episódio desdobrou-se no vazamento de imagens de câmeras de segurança de uma creche municipal e áudios que indicariam retaliação política.

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Caso do matadouro e R$ 4,4 milhões

O segundo argumento jurídico do pedido de impugnação resgata a condenação por improbidade administrativa vinculada às operações do matadouro de Itabaiana.

Eixo do Pedido de ImpugnaçãoFundamentação Apresentada pela Defesa (Solidariedade)
Desincompatibilização FactualAlegação de descumprimento do prazo legal por participação em inaugurações, obras e atos oficiais de governo pós-renúncia.
Coerção AdministrativaUso da máquina municipal para perseguição política, exemplificado pelo caso da ex-servidora e imagens da creche.
Improbidade / Campo do GadoCondenação decorrente de suposta vantagem indevida concedida à empresa no recolhimento de carcaças, somando mais de R$ 4,4 milhões.
ElegibilidadeDecisão monocrática recente no STJ que restabeleceu os efeitos da condenação dolosa.

De acordo com Gutemberg, o processo apura favorecimento ilegal à empresa Campo do Gado na prestação de serviços de recolhimento de carcaças no abatedouro, envolvendo cifras superiores a R$ 4,4 milhões.

O advogado ressaltou que a existência de recursos judiciais pendentes em Brasília não impede a propositura da impugnação pela legenda e que caberá ao Pleno do TRE-SE julgar o mérito da elegibilidade do candidato.

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#PoliticaSergipe #Eleicoes2026 #TRESE #ValmirDeFrancisquinho #Itabaiana #Solidariedade #Impugnacao #GovernoDeSergipe #Sergipe #Portal93Noticias #93Noticias

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Defesa do Solidariedade aponta interferência contínua na Prefeitura de Itabaiana e condenação por improbidade em contrato de R$ 4,4 milhões no caso do matadouro municipal.

O advogado Gutemberg, representante jurídico do partido Solidariedade (integrante da Federação PRD/Solidariedade), detalhou em entrevista os fundamentos da Ação de Impugnação ao Registro de Candidatura (AIRC) movida contra Valmir de Francisquinho (Republicanos) no Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE).

Segundo a defesa do partido, a ação fundamenta-se em dois pilares centrais: a falsa desincompatibilização do cargo de prefeito de Itabaiana e o restabelecimento de condenação por improbidade administrativa referente ao caso do matadouro municipal.

Afastamento apenas formal e ingerência na gestão

O jurista sustentou que Valmir efetuou apenas um desligamento pro forma em abril de 2026, mantendo o controle político e administrativo das ações da Prefeitura de Itabaiana. Para fundamentar a acusação, a peça anexou registros de participações do ex-prefeito em entregas de ônibus, vistorias de obras e solenidades do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

“Ele nunca saiu de fato. A saída formal da Prefeitura de Itabaiana não representou um afastamento definitivo da gestão municipal. Os atos públicos praticados indicam a permanência de influência administrativa e política direta sobre a estrutura do município”, declarou Gutemberg.

Entre os fatos citados na ação para demonstrar o exercício do poder de fato, o advogado destacou a exoneração de uma servidora municipal e de sua filha gestante após a publicação de uma foto com o opositor Zominho. O episódio desdobrou-se no vazamento de imagens de câmeras de segurança de uma creche municipal e áudios que indicariam retaliação política.

Caso do matadouro e R$ 4,4 milhões

O segundo argumento jurídico do pedido de impugnação resgata a condenação por improbidade administrativa vinculada às operações do matadouro de Itabaiana.

Eixo do Pedido de ImpugnaçãoFundamentação Apresentada pela Defesa (Solidariedade)
Desincompatibilização FactualAlegação de descumprimento do prazo legal por participação em inaugurações, obras e atos oficiais de governo pós-renúncia.
Coerção AdministrativaUso da máquina municipal para perseguição política, exemplificado pelo caso da ex-servidora e imagens da creche.
Improbidade / Campo do GadoCondenação decorrente de suposta vantagem indevida concedida à empresa no recolhimento de carcaças, somando mais de R$ 4,4 milhões.
ElegibilidadeDecisão monocrática recente no STJ que restabeleceu os efeitos da condenação dolosa.

De acordo com Gutemberg, o processo apura favorecimento ilegal à empresa Campo do Gado na prestação de serviços de recolhimento de carcaças no abatedouro, envolvendo cifras superiores a R$ 4,4 milhões.

O advogado ressaltou que a existência de recursos judiciais pendentes em Brasília não impede a propositura da impugnação pela legenda e que caberá ao Pleno do TRE-SE julgar o mérito da elegibilidade do candidato.

#PoliticaSergipe #Eleicoes2026 #TRESE #ValmirDeFrancisquinho #Itabaiana #Solidariedade #Impugnacao #GovernoDeSergipe #Sergipe #Portal93Noticias #93Noticias

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