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Aracaju, Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
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ITABAIANA

Eleições 2026: Presidente do PT em Itabaiana denuncia suposto assédio eleitoral de empresários contra funcionários

A corrida presidencial chegou aos ambientes de trabalho no Agreste sergipano, levantando graves acusações de assédio eleitoral. Nesta sexta-feira (9), a presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Itabaiana, Elielma Ferreira, veio a público para denunciar uma suposta pressão exercida por empresários locais contra seus funcionários visando influenciar o resultado do segundo turno.

09/10/2026 · 13h40
Eleições 2026: Presidente do PT em Itabaiana denuncia suposto assédio eleitoral de empresários contra funcionários

Elielma Ferreira divulgou vídeo afirmando ter recebido relatos de reuniões e ameaças de demissão para coagir o voto de trabalhadores no segundo turno presidencial.

A corrida presidencial chegou aos ambientes de trabalho no Agreste sergipano, levantando graves acusações de assédio eleitoral. Nesta sexta-feira (9), a presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Itabaiana, Elielma Ferreira, veio a público para denunciar uma suposta pressão exercida por empresários locais contra seus funcionários visando influenciar o resultado do segundo turno.

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Através de um vídeo divulgado em suas redes sociais, a dirigente partidária relatou ter recebido denúncias de que donos de empresas estariam organizando reuniões com as equipes para pressionar e direcionar o voto dos trabalhadores em um dos candidatos à Presidência da República. Segundo Elielma, os relatos apontam até mesmo para ameaças de demissão contra os profissionais que não seguirem a orientação patronal.

“Comportamento criminoso”

No registro, a presidente municipal do PT repudiou veementemente a prática e incentivou os trabalhadores do município a denunciarem os casos.

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“Esse comportamento é inadmissível, é antidemocrático, é criminoso”, classificou Elielma. “A gente não vai se intimidar, o trabalhador não vai se intimidar. Nós vamos para cima, o povo vai exercer seu direito de escolha e a democracia vai ser respeitada”, declarou.

Apesar da contundência e da gravidade das acusações, a dirigente optou por não citar publicamente os nomes dos empresários ou das empresas supostamente envolvidas nos episódios de coação.

Até o momento, não foram divulgadas informações confirmando se os relatos recebidos pelo partido já foram oficializados na forma de denúncias junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) ou à Justiça Eleitoral — órgãos responsáveis por instaurar inquéritos, apurar a veracidade dos fatos e punir a prática de assédio eleitoral.

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Elielma Ferreira divulgou vídeo afirmando ter recebido relatos de reuniões e ameaças de demissão para coagir o voto de trabalhadores no segundo turno presidencial.

A corrida presidencial chegou aos ambientes de trabalho no Agreste sergipano, levantando graves acusações de assédio eleitoral. Nesta sexta-feira (9), a presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Itabaiana, Elielma Ferreira, veio a público para denunciar uma suposta pressão exercida por empresários locais contra seus funcionários visando influenciar o resultado do segundo turno.

Através de um vídeo divulgado em suas redes sociais, a dirigente partidária relatou ter recebido denúncias de que donos de empresas estariam organizando reuniões com as equipes para pressionar e direcionar o voto dos trabalhadores em um dos candidatos à Presidência da República. Segundo Elielma, os relatos apontam até mesmo para ameaças de demissão contra os profissionais que não seguirem a orientação patronal.

“Comportamento criminoso”

No registro, a presidente municipal do PT repudiou veementemente a prática e incentivou os trabalhadores do município a denunciarem os casos.

“Esse comportamento é inadmissível, é antidemocrático, é criminoso”, classificou Elielma. “A gente não vai se intimidar, o trabalhador não vai se intimidar. Nós vamos para cima, o povo vai exercer seu direito de escolha e a democracia vai ser respeitada”, declarou.

Apesar da contundência e da gravidade das acusações, a dirigente optou por não citar publicamente os nomes dos empresários ou das empresas supostamente envolvidas nos episódios de coação.

Até o momento, não foram divulgadas informações confirmando se os relatos recebidos pelo partido já foram oficializados na forma de denúncias junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) ou à Justiça Eleitoral — órgãos responsáveis por instaurar inquéritos, apurar a veracidade dos fatos e punir a prática de assédio eleitoral.

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