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Cidades

Empresa contratada pela Prefeitura de Aquidabã retira cascalho de área comunitária no assentamento José Félix de Sá

Quem: uma empresa terceirizada contratada pela Prefeitura de Aquidabã. O que: o grupo retirou três caçambas, usou uma pá carregadeira e retirou cerca...

19/04/2026 · 22h05 · Atualizado às 13h11
Empresa contratada pela Prefeitura de Aquidabã retira cascalho de área comunitária no assentamento José Félix de Sá

Quem: uma empresa terceirizada contratada pela Prefeitura de Aquidabã.

O que: o grupo retirou três caçambas, usou uma pá carregadeira e retirou cerca de 90 carradas de cascalho de uma área comunitária.

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Quando: a ação ocorreu nos dias 08, 09 e 10 de abril.

Onde: o material foi removido dos arredores da casa sede do assentamento José Félix de Sá.

Como: a retirada foi feita sem licença e sem autorização do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), segundo relatos dos moradores do assentamento. Testemunhas afirmaram que a operação deixou a área degradada, interrompendo o uso que vinha sendo feito para cultivo de alimentos e projetos ligados à horta comunitária.

Por que: moradores que questionaram o destino do cascalho foram informados de que o material estava sendo levado para reparos na estrada municipal do Povoado Segredo. Integrantes do assentamento e representantes locais classificaram a ação como irregular, já que a empresa não dispunha da autorização do órgão responsável pela área federal.

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Fontes no assentamento e representantes sindicais apontaram ainda que a gestão da prefeita Ana Helena — citada por promover ações de desenvolvimento rural — estaria se beneficiando da retirada ao não adquirir o cascalho com recursos destinados às obras, conforme a versão apresentada pelos denunciantes.

crime ambiental no assentameto Jose Felix de Sa 3

Moradores manifestaram preocupação com a integridade do terreno e com a possibilidade de deslizamentos nas encostas que cercam a casa sede, estrutura considerada histórica e de valor cultural para a comunidade. A pergunta que permanece é se a administração municipal adotará medidas de recuperação da área e de contenção que impeçam danos à construção.

O caso foi divulgado por lideranças locais e por Alberto Marques (Betinho), diretor estadual da CUT-SE, que trouxe à tona a denúncia sobre a retirada do material sem autorização.

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As informações sobre autorizações, responsabilidades administrativas e eventuais providências caberão às autoridades competentes, caso sejam acionadas pelos moradores ou órgãos de fiscalização.

 

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Quem: uma empresa terceirizada contratada pela Prefeitura de Aquidabã.

O que: o grupo retirou três caçambas, usou uma pá carregadeira e retirou cerca de 90 carradas de cascalho de uma área comunitária.

Quando: a ação ocorreu nos dias 08, 09 e 10 de abril.

Onde: o material foi removido dos arredores da casa sede do assentamento José Félix de Sá.

Como: a retirada foi feita sem licença e sem autorização do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), segundo relatos dos moradores do assentamento. Testemunhas afirmaram que a operação deixou a área degradada, interrompendo o uso que vinha sendo feito para cultivo de alimentos e projetos ligados à horta comunitária.

Por que: moradores que questionaram o destino do cascalho foram informados de que o material estava sendo levado para reparos na estrada municipal do Povoado Segredo. Integrantes do assentamento e representantes locais classificaram a ação como irregular, já que a empresa não dispunha da autorização do órgão responsável pela área federal.

Fontes no assentamento e representantes sindicais apontaram ainda que a gestão da prefeita Ana Helena — citada por promover ações de desenvolvimento rural — estaria se beneficiando da retirada ao não adquirir o cascalho com recursos destinados às obras, conforme a versão apresentada pelos denunciantes.

crime ambiental no assentameto Jose Felix de Sa 3

Moradores manifestaram preocupação com a integridade do terreno e com a possibilidade de deslizamentos nas encostas que cercam a casa sede, estrutura considerada histórica e de valor cultural para a comunidade. A pergunta que permanece é se a administração municipal adotará medidas de recuperação da área e de contenção que impeçam danos à construção.

O caso foi divulgado por lideranças locais e por Alberto Marques (Betinho), diretor estadual da CUT-SE, que trouxe à tona a denúncia sobre a retirada do material sem autorização.

As informações sobre autorizações, responsabilidades administrativas e eventuais providências caberão às autoridades competentes, caso sejam acionadas pelos moradores ou órgãos de fiscalização.

 

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