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Estaleiro Rio Grande bate quilha e começa primeiro Handymax para Transpetro

Estaleiro Rio Grande iniciou o batimento de quilha do primeiro dos quatro Handymax da Transpetro; Ecovix vai construir 13 navios no total.

17/10/2026 · 21h02
Estaleiro Rio Grande bate quilha e começa primeiro Handymax para Transpetro

Cerimônia marcou nesta quinta o batimento de quilha do primeiro de quatro navios Handymax do Programa Mar Aberto. As unidades vão renovar e ampliar a frota do Sistema Petrobras.

O Estaleiro Rio Grande, no Rio Grande do Sul, deu início à construção do primeiro de quatro navios do tipo Handymax encomendados pela Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, no âmbito do Programa Mar Aberto. Nesta quinta-feira (15), foi realizada a cerimônia de batimento de quilha, considerada a “espinha dorsal” do navio e tradição secular que simboliza proteção e boa sorte para a embarcação e seus tripulantes.

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A obra marca etapa do programa voltado à renovação e ampliação da frota própria do Sistema Petrobras. As embarcações Handymax destinados à Transpetro terão a função de transportar produtos claros derivados de petróleo, incluindo diesel marítimo, diesel S10, diesel S500 e gasolina de aviação.

“A construção desses navios representa um marco na retomada dos investimentos da Transpetro em sua frota própria. O projeto reforça a estratégia da companhia de ampliar sua capacidade operacional para atender às demandas do mercado e acompanhar a expansão da produção de petróleo no país.”

A declaração foi feita pelo diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Jones Soares.

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Além dos quatro Handymax, o cronograma de estaleiro prevê que a Ecovix construirá, no total, 13 navios para a Transpetro nos próximos anos. A encomenda inclui também cinco navios-tanque do tipo pressurizado, destinados ao transporte de GLP e derivados, e quatro navios de médio porte da classe MR1 (Medium Range).

O projeto de construção será responsável por geração de empregos na cadeia naval: a expectativa é de até 5 mil vagas entre empregos diretos e indiretos relacionados aos trabalhos nas diferentes embarcações.

O batimento de quilha realizado no estaleiro é o primeiro passo físico na montagem da estrutura do casco e costuma reunir autoridades e representantes do setor naval e energético. O programa Mar Aberto, no qual se inserem essas encomendas, tem como objetivo atualizar a capacidade logística da subsidiária para responder às demandas da produção de petróleo e aos requisitos do mercado.

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Com o avanço do cronograma de produção, o Estaleiro Rio Grande passará a executar as etapas seguintes de construção dos navios, que incluem montagem de estruturas, instalação de sistemas e testes que precedem a entrega das embarcações à Transpetro.

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Cerimônia marcou nesta quinta o batimento de quilha do primeiro de quatro navios Handymax do Programa Mar Aberto. As unidades vão renovar e ampliar a frota do Sistema Petrobras.

O Estaleiro Rio Grande, no Rio Grande do Sul, deu início à construção do primeiro de quatro navios do tipo Handymax encomendados pela Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, no âmbito do Programa Mar Aberto. Nesta quinta-feira (15), foi realizada a cerimônia de batimento de quilha, considerada a “espinha dorsal” do navio e tradição secular que simboliza proteção e boa sorte para a embarcação e seus tripulantes.

A obra marca etapa do programa voltado à renovação e ampliação da frota própria do Sistema Petrobras. As embarcações Handymax destinados à Transpetro terão a função de transportar produtos claros derivados de petróleo, incluindo diesel marítimo, diesel S10, diesel S500 e gasolina de aviação.

“A construção desses navios representa um marco na retomada dos investimentos da Transpetro em sua frota própria. O projeto reforça a estratégia da companhia de ampliar sua capacidade operacional para atender às demandas do mercado e acompanhar a expansão da produção de petróleo no país.”

A declaração foi feita pelo diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Jones Soares.

Além dos quatro Handymax, o cronograma de estaleiro prevê que a Ecovix construirá, no total, 13 navios para a Transpetro nos próximos anos. A encomenda inclui também cinco navios-tanque do tipo pressurizado, destinados ao transporte de GLP e derivados, e quatro navios de médio porte da classe MR1 (Medium Range).

O projeto de construção será responsável por geração de empregos na cadeia naval: a expectativa é de até 5 mil vagas entre empregos diretos e indiretos relacionados aos trabalhos nas diferentes embarcações.

O batimento de quilha realizado no estaleiro é o primeiro passo físico na montagem da estrutura do casco e costuma reunir autoridades e representantes do setor naval e energético. O programa Mar Aberto, no qual se inserem essas encomendas, tem como objetivo atualizar a capacidade logística da subsidiária para responder às demandas da produção de petróleo e aos requisitos do mercado.

Com o avanço do cronograma de produção, o Estaleiro Rio Grande passará a executar as etapas seguintes de construção dos navios, que incluem montagem de estruturas, instalação de sistemas e testes que precedem a entrega das embarcações à Transpetro.

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